![]() |
| Fotografia de Paulo Pimenta, da Montagem da Expo, em Serralves - do Público
Recorte do artigo: “Uso o azul porque é uma cor espacial. Tem de ser azul (…). É mesmo o espaço, é engolir a pintura”, justifica a artista em entrevista aos curadores da exposição de Serralves.
|
sexta-feira, outubro 16, 2015
O AZUL que engole o corpo, a obra (Helena Almeida)
domingo, outubro 11, 2015
Nó [+ C. S. C. de S., 12. 2.º Esq.º]
Foi Ontem que J. e C. B. «deram o NÓ» - na praia de S. João da Cap. - (pena o TEmporal) - com os «mais próximos» - anos de prática tornaram TRanquilo «o Enforc.»...
[reenccontro com T., «ex-AA», de 99-00, com as Gémeas, de 5 M. = «Bonança depois da Tempestade»...]
[reenccontro com T., «ex-AA», de 99-00, com as Gémeas, de 5 M. = «Bonança depois da Tempestade»...]
Aproveitando a presença da Mana A. [+ 15 meses], D. «recuperou» a Morada Certa:- C. S. C. de S., n.º 12, 2.º Esquerdo (a ver se, na próxima Prim., lá vai...] VER: (no «Peri»]
[se A. afirma que de lá saíram - (para a R. da B. de D. B, n.º 13, 3.º ?) - quando tinha 6 anos, D. teria 5. «Bate certo», agora]
quinta-feira, outubro 08, 2015
«Ganhar o Dia» (com o «Novo Homem Securitas»)
Palácio 1516. Cerca das 12., a caminho do R.
E não é que N. atribuiu a V. "cerca de 37 anos"... [houve que mostrar o C. de C....]
«Dia muito bem ganho», para D., - Aleluia.
O «Novo Homem Securitas» (N.) é (ainda) «Muitoooooo» Jovem e mede 1. 85
- [«perpassa» por ali uma Mente... - «e o Resto não se diz...»]
- [depois de ter «confirmado», junto da Dona GTT, a «dificuldade articulatória» do Visado, V. voltou a...]
E não é que N. atribuiu a V. "cerca de 37 anos"... [houve que mostrar o C. de C....]
«Dia muito bem ganho», para D., - Aleluia.
quinta-feira, outubro 01, 2015
V.
Ontem, à tarde, estrategicamente «emboscada» no Viaduto da A. G. R., Eli «autopsicofotografava» a Luz que, segundo a própria, «era fabulosa»...
Desta vez, V. [que, vindo da Farm., «ladeava» a «Praceta» que é apenas «cruzamento de ruas», segundo A. L., Mestre de Filos., aí resid.] teve tempo de «Tapar» a Identidade e «teve direito» à Prova:
[Viva o Direito à «não-imagem»!]
terça-feira, setembro 29, 2015
Espelho
-cerca das 9:00, ao Espelho-
Pela «esquerda- Frontal», os «Brancos avançam.». Não há como os deter.
Nem os esforços da General Z poderão ...
- à noite, diz A General: «Vou pintar-tos...» [ai, ai, ó da Guarda!]
Pela «esquerda- Frontal», os «Brancos avançam.». Não há como os deter.
Nem os esforços da General Z poderão ...
- à noite, diz A General: «Vou pintar-tos...» [ai, ai, ó da Guarda!]
sábado, setembro 12, 2015
O dia inicial
O dia inicial foi:
5 de Dezembro de 89 (para não esquecer) - o local: F. D., no Cacém (em MiniConc.)
Com o desp. do H. S. A. (que «Pagode»...), nos Restaur., contente terá ficado o Sr. Bonif., que há muito vinha tentando descobrir como é que D.... ( e o «resto não se diz...»)
terça-feira, agosto 25, 2015
Rugido - 32.º, 33.º dia
[noite com muitas interrupções e muitos sonhos...],
1)5 horas:
- quando desligou a Máquina APN, com o inevitável «alívio»..., D. estava numa comprida e fria sala; muito público para assistir à defesa da T. de M.; não havia júri, só P. M.; pensava como improvisar o que não fora devidamente preparado...; (o evento foi em Fev. de 06...)
2) 6 e 45:
- desligar final; na secret. do Paraíso, para preencher o impresso da apres. para 1516; zeloso funcionário equacionava com C. a apos. deste...
Índice final da M. APN: 3, 6! Well
Índice final da M. APN: 3, 6! Well
segunda-feira, agosto 17, 2015
Retratos sucessivos - Teolinda Gersão
[em curso de leitura,
na reimpressão de 2014, este livro de T. G., de 84;]
Recortes:
[...]
Sábado,
cinco.
Iria
pintando em cada dia o seu retrato, decidiu, deixaria retratos sucessivos no
tempo, multiplicando-se para aumentar as suas hipóteses de escapar à morte.
Porque a morte levaria muito mais tempo a apagar todos esses eus do que só um.
[…]
Segunda, treze.
Olhou-se
ao espelho, para ver como ficaria no retrato. Mas a imagem que viu não lhe
pareceu exacta. Procurou debalde em todos os espelhos, no (…) oval do quarto,
no (…) escuro da entrada, […] Mas a imagem pareceu-lhe cada vez mais inexacta.
[…]
Domingo, doze.
Procurou
nas fotografias, mas todas tinham desbotado, estavam pouco nítidas e não se
reconhecia em nenhuma, […]
Segunda, trinta e um.
Então foi ao fotógrafo, tirar o retrato.
No estúdio havia guarda-chuvas de seda branca, coando uma luz homogénea, clara, subindo e descendo diante do seu rosto, ela estava sentada debaixo da luz como um objeto em que ele tocava, compondo-o, mudando, inventando.
Então foi ao fotógrafo, tirar o retrato.
No estúdio havia guarda-chuvas de seda branca, coando uma luz homogénea, clara, subindo e descendo diante do seu rosto, ela estava sentada debaixo da luz como um objeto em que ele tocava, compondo-o, mudando, inventando.
(o
tempo parado, o instante preso, ficarás assim pela eternidade adiante — as
fotografias eram uma imagem da morte, o seu rosto sem vida, uma máscara de
cera, fixa, fria)
não
havia exactidão e tudo era manipulável, viu enquanto ele levantava e baixava os
guarda-chuvas luminosos, a máquina deveria ser imparcial e exacta, mas de algum
modo ele fazia-a mentir, e também ela própria era um objecto, assim exposta, à
mercê da luz e da objectiva.
De
tão manipulada e de tão morta, também não se reconheceu nesse retrato. […]
Teolinda Gersão, Os
guarda-chuvas cintilantes — Cadernos I – diário, 3.ª ed., Sextante, 2014, pp. 28-30
terça-feira, agosto 11, 2015
Viagem a Itália + A terra dos Mèzarat
Festiv. já partiram. Rugido continua enevoado...
-Ontem - chegada do Princeso e C. B., para curta estadia.
-Ontem - chegada do Princeso e C. B., para curta estadia.
De 25 de Julho a 4 de Agosto fizeram a sua «Viagem e Itália»:
Milão, Como, Garda, Verona, Veneza, Milão, com muito comboio...
Antes de começarem a comentar o «Diário Fotográfico», C. relembrou a estadia de 15 dias, em Março de 79 (D. sobrevivia, então como B....); Stresa foi a «base» de múltiplos percursos... [de lado, General Z. comentava que «D. era muito culto, então...»)
Inevitav., C. «convocou» Dario Fo - por aí nascido (Maggiore) - e a sua belíssima Autob. de I. e J. - A terra dos Mezàrat - (as últimas vezes em que C. propôs Recortes da mesma aos Qd.s - em 0910, 1011...)
quarta-feira, agosto 05, 2015
M. «das Caldeiradas»
- terminada ontem, junto ao Muro da Zmab, em Obras, com a Comadre I., a conversa iniciada há dias com a Mana A. («fomos, ainda crianças, ao casamento da M. Ad., que, há tempos, cumprimentei...»)
- figura de Grande Força, a do pai - «Grande Amigo» do Pai Velho - o M. «das Caldeiradas», epíteto «reaceso» após a conversa com o Outro Gémeo... - 73 anos...)
- de regresso ao «Palácio» (assim designado, há dias, por hab. da Zmab ou de S. Teot...), C. prometeu à General Z. uma Visita ao Páteo da B. - onde, há décadas, C. não vai - até para «espelhar» Imagens...
sexta-feira, junho 05, 2015
2015 - sexta santificada OU «sob as Tílias»
- "sexta santificada", porque:
- as «premonições» de General Z. foram anuladas (espera-se que não apenas adiadas...)
[- ontem, C. ainda esteve muito combalido» da Col.....]
- hoje, pelas 10:00, na Ilha ouvia-se a passarada pequenina, pelas tílias -[sim, são tílias - lição de Eli, no dia 8...] - e não o «Império do Grito» [...]
(O Grito - frequent. HIst.- só voltará, com novas «FaceBook», em Setembro...)
- as «premonições» de General Z. foram anuladas (espera-se que não apenas adiadas...)
[- ontem, C. ainda esteve muito combalido» da Col.....]
- hoje, pelas 10:00, na Ilha ouvia-se a passarada pequenina, pelas tílias -[sim, são tílias - lição de Eli, no dia 8...] - e não o «Império do Grito» [...]
(O Grito - frequent. HIst.- só voltará, com novas «FaceBook», em Setembro...)
- Ufff! [velho e cansado, C.]
domingo, maio 31, 2015
o Sr. Parada [Pausa nos Envelopes] + O Sr Machado
- tendo começado às 6 e 30 [para «recuperar» o atraso ... ], C. fez uma pausa - no Envelope de S. Par., do 1.º Bloco...
- relembra que o «sr. Parada» era uma das (muitas) Figuras da Geografia da I.
- vendedor ambulante (ou Itin.), vulgo «banha-da-cobra», levava uma infinidade de tempo a acrescentar, (apregoando...) à Nota, que «bailava» na Mão Esquerda, mais um produto, utensílio, peça de roupa ou «medicamento» (as Séries tinham que variar...), a pagar por «essa única» Nota - no fim, era «um ver se te Avias»..., as Notas «voavam»...
- com sócio(s) e «camioneta - Expositor», percorria as Feiras dos arredores e as praças lisboetas
- com sócio(s) e «camioneta - Expositor», percorria as Feiras dos arredores e as praças lisboetas
- junto ao «Merc. da Ribeira Nova» [hoje, uma ...], C. relembra D. a a observar o «Desempenho» (palavra de Hoje...), Fascinado.....
- a «Intervalos», o sr. Parada descansava, «estacionando» inteiros dias na «Baiuca do Pai Velho», uma manhã inteira a ler (a Secção Necrológica de «O Século»...), sorumbático, soltando raras frases de «Humor Ácido »... [inventa C., agora?]
- C. recorda que D. o via como alguém «Áspero» ou «Agreste» para a Criança... (mas nisso não «destoava» do então Geral comportamento do Adulto...]
[fim do Intervalo; voltar aos Envelopes... está por pouco...]
[LER a narrativa «O Sr. Machado», de António Lobo Antunes - Figura ainda mais Burlesca, na Infância de (...), lá para Benfica... - AQUI ]
[fim do Intervalo; voltar aos Envelopes... está por pouco...]
[LER a narrativa «O Sr. Machado», de António Lobo Antunes - Figura ainda mais Burlesca, na Infância de (...), lá para Benfica... - AQUI ]
sexta-feira, maio 15, 2015
Sonhos de sonhos - «Máquina APN»
05:40 [C. desliga a Máq. APN = 7.1 - 6.9]
últiimas imagens:
- «sessão de leitura em Voz Alta, com sucessivos interv. [num Quad.?]; senhora idosa (caboverdiana?) lia conto de Machado de Assis; começara num ex. próprio e lia agora no de C. - «amarelado e desfeito» - Título: «O Pão»
Well - «Sonhos de Sonhos»...
[«madrugada» do dia seguinte ao da Presc. da Col. - e «o resto não se diz...»; - ouve-se o miado da gataria pelos logradouros do «Bairro dos Taxistas»; há pouco, desceu o Elev., como habitualmente, com o vizinho do 6.º E., J. C. [...]
últiimas imagens:
- «sessão de leitura em Voz Alta, com sucessivos interv. [num Quad.?]; senhora idosa (caboverdiana?) lia conto de Machado de Assis; começara num ex. próprio e lia agora no de C. - «amarelado e desfeito» - Título: «O Pão»
[algum dos contos de M. de A. terá tal título? «associação» a «A Repartição dos pães», de Lispector?)
Well - «Sonhos de Sonhos»...
sexta-feira, maio 08, 2015
Anatomia (Lição de) OU «Está a sopa na mesa» - Lobo Antunes
[a leitura desta «Crónica» de Lobo Antunes «reenviou» C. para o Teatro Anatómico da F. de C. M., da Univ. Nova de Lx, no Campo Santana, para o «longínquo» ano de 76-77, andava D. pelos 21, 22 ...
- ah, relembra que o jovem «Monitor», recém-licenc., pertencia ao «Clã» P. N.....]
- ah, relembra que o jovem «Monitor», recém-licenc., pertencia ao «Clã» P. N.....]
Recorte inicial [truncado]:
«Eu tinha dezasseis anos, quando me matriculei em Medicina [...] e nunca havia posto o olho em cima de um cadáver quando o ensino prático, no teatro anatómico, começou. Depois de esperar com os colegas, de bata e luvas, arrepiadinho de medo, num compartimento que dava para uma sala enorme, cheia de pias compridas, de pedra, os mortos começaram a entrar numa espécie de macas metálicas, com redes que chiavam, nus, de dedo grande do pé munido de um cartão com o nome, amarelos, direitos como paus. Uns empregados [...] transferiram-nos para as pias num pivete de formol. O que parecia o chefe [...], o senhor Joaquim, gordo e bexigoso, veio anunciar
- Está a sopa na mesa
e nós lá fomos, acanhadíssimos, tentando não olhar
(pelo menos eu tentava não olhar, numa vontade louca de fugir a sete pés)
à medida que nos iam distribuindo pelas pias, em redor daqueles corpos amarelos, com o formol a encher-nos de lágrimas. Lembro-me do senhor Joaquim perguntar
- Que tal a sopinha, meus senhores?
[...]
António Lobo Antunes, «A lição de Anatomia», Visão, n.º 1157, 7 a 13 de maio de 2015, pp. 8, 9 completa, AQUI
segunda-feira, maio 04, 2015
3 meses cá, 3 meses lá
- «cá» é a aldeia transmontana onde J. Rentes de Carvalho nasceu; «lá» é Amesterdão, onde viveu durante 50 anos;
- Eli disse, de manhã, que é leitora da obra narrativa J. R. de C. ; C., por ora, só do «Blogue» («Tempo contado») (AQUI)
- o documentário, biográfico («e não só») de 2013, da RTP 2, da série «Memórias de mim mesmo» está AQUI
domingo, abril 19, 2015
«Sonhos de Sonhos» - de 18 para 19
[Título de Tabucchi]
Repetido Caminho dos Sonhos Noct.- Acordar. Relembrar alguns pormenores mais «bizarros»... Ou «aliviar». Esquecer.
Com a Sensação de que «são cada vez mais e mais pesados», desde que, há cerca de 8 anos, «depende» da Máquina APN
Ao fim destes últimos anos, C. «arruma-os» em três Motivos «predominantes»:
- A Casa - inclui «variantes múltiplas» das várias, da Família, da Inf., das de Comum. com General Z...; recentemente, a do «Aranhiço» (fonte de permanente preocupação, justificada ou não?)
- O Quadrado ( a Sala da Função, propiciando o Acordar mais «aliviante», pela óbvia Natureza de (repetidos) «Pesadelos»...)
- Desta vez, o «quotidiano, por dentro», de um Rest. de Luxo, recente, de sucesso, em salas de «Pé Alto» (tipo «Avenida Palace» ou Rua do Arsenal), envolvendo Pai Velho e múltiplas Figuras «esbatidas» por tempos e lugares outros...
- Well.
- Pacífico, desta vez, o «quebrar do Sonho», pelas 4; Máquina APN e alguma (...) obrigam...
- Pacífico, desta vez, o «quebrar do Sonho», pelas 4; Máquina APN e alguma (...) obrigam...
sexta-feira, abril 10, 2015
Saramago: «o Filho que deu o Nome ao Pai»
[texto truncado, sublinhado acrescentado]
Contei
noutro lugar como e porquê me chamo Saramago. Que [...] não era um
apelido do lado paterno, mas sim a alcunha por que a família era conhecida na
aldeia. Que indo o meu pai a declarar no
Registo Civil da Golegã o nascimento do seu segundo filho, sucedeu que o funcionário
(...) estava bêbedo (...) e que, sob os efeitos do álcool e sem que ninguém se tivesse
apercebido da onomástica fraude, decidiu, por sua conta e risco, acrescentar
Saramago ao lacónico José de Sousa que meu pai pretendia que eu fosse. E que,
desta maneira, finalmente, graças a uma intervenção por todas as mostras
divina, refiro-me, claro está, a Baco, deus do vinho [...] não precisei de inventar um pseudónimo para, futuro havendo, assinar
os meus livros. Sorte, grande sorte minha, foi não ter nascido em qualquer das
famílias da Azinhaga que, naquele tempo e por muitos anos mais, tiveram de
arrastar as obscenas alcunhas de [...]. Entrei na vida
marcado por este apelido de Saramago sem que a família o suspeitasse, e foi só
aos sete anos, quando, para me matricular na instrução primária, foi necessário
apresentar certidão de nascimento, que a verdade saiu nua do poço burocrático,
com grande indignação de meu pai, a quem, desde que se tinha mudado para
Lisboa, a alcunha o desgostava. Mas o pior de tudo foi quando, chamando-se ele
unicamente José de Sousa, [...], a Lei, severa,
desconfiada, quis saber por que bulas tinha ele então um filho cujo nome
completo era José de Sousa Saramago. Assim intimado, [...] meu pai não teve outro remédio que proceder a uma
nova inscrição do seu nome, passando a chamar-se, ele também, José de Sousa
Saramago. Suponho que deverá ter sido este o único caso, na história da
humanidade, em que foi o filho a dar o nome ao pai. [...]
José Saramago, As
pequenas memórias, 1.ª ed., Lisboa Caminho, 2006, pp. 47-49
terça-feira, abril 07, 2015
A peste - de Camus, de S. P. e de C.
- pelas 13, no Quad. 502, S. Par. [AQUI, tb.] (M. que leva P. a «sério» )
retirou um exemplar de A peste, de Camus - não se diz o que C. comentou...
.. mas sim o que relembrou:
- a partir de Janeiro (ou Fev.?) de 75 (ano de Brasa, do «PREC» - «não havia trabalho para Ninguém...»), D. conseguiu colocação na SMT [...] - aí lavorou até Abril de 78
- o exemplar de A peste (de bolso, da Folio) foi-lhe enviado por um casal belga, já idoso (ele, talvez, contabilista... ela...), em data ...;
hospedados no Tivoli, na Avenida, tinham-se habituado a vir conversar com o Menino D. (19, para 20, em 75), nos finais de tarde (logo, depois de 76, ano da entrada em Med.) - certamente agradados com o Leitor que D. já era...
hospedados no Tivoli, na Avenida, tinham-se habituado a vir conversar com o Menino D. (19, para 20, em 75), nos finais de tarde (logo, depois de 76, ano da entrada em Med.) - certamente agradados com o Leitor que D. já era...
- extraordinária é a confusa referência escrita, em Português, no envelope (que permanece colado no exemplar...):
«para um jovem empregado de balcão que mora
perto da ponte (?), na margem esquerda(?) do Tejo,»
[Well, ???]
domingo, abril 05, 2015
(cartas de) Mara (aliás, Frida) para Bartoli
Artigo de Cláudia Carvalho,na p. 28 do Público de hoje, sobre as cartas de Frida para Bartoli - AQUI: http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/cartas-de-amor-de-frida-kahlo-para-amante-espanhol-vao-a-leilao-em-nova-iorque-1691383
sábado, fevereiro 28, 2015
Autopsicografias - Diários - Kafka
«Ípsilon«, 27 - 02 - 2015, pp. 16 - 17, artigo de António Guerreiro [sobre] A edição dos Diários de Kafka, pela Relógio D’Água, traduzidos com enorme competência por Isabel Castro Silva[...]
OU AQUI
Proferiu a pergunta a que um exército de exegetas irá tentar responder: “‘Quem sou eu, afinal?’”. Esta pergunta teve respostas diferentes, nunca faltou Kafka para todos os gostos: o santo, o culpado, o funcionário renitente, o homem que tinha “um mundo tremendo na sua cabeça”...
[este é um dos que C. «deixou de poder adquirir»...; pois é]
segunda-feira, fevereiro 23, 2015
Jone
Foi o Dia «D» do Princeso (+ D. + C. B. + ...)
Muitos anos em cerca de duas horas: MB, com L. e D.
General Z, de contente, até «Cresceu»
De LOnge anunciado, Dia que fica marcado... Para sempre
Muitos anos em cerca de duas horas: MB, com L. e D.
General Z, de contente, até «Cresceu»
De LOnge anunciado, Dia que fica marcado... Para sempre
segunda-feira, fevereiro 16, 2015
Luisa Dacosta
Terá sido no 1.º ano do MEST; logo, em 0203; talvez pelo início da Primavera; C. já pouco recorda...;
L. D. «desceu» ao Sul, convidada; nessa tarde, esteve rodeada por quem a lia e apreciava, um pequeno grupo - com P. M. a «celebrar»
Ninguém acertou no «oculto sentido» de O planeta desconhecido... (2000) [que ficou Para Sempre «em» C].; C. que, quando tinha V., o encomendava e oferecia a (para) «especiais»...]
Lembra-se bem, isso sim, do «brilharete» que fez, a encerrar, o precioso A. F. que a General Z. lhe arranjou...
L. D. «desceu» ao Sul, convidada; nessa tarde, esteve rodeada por quem a lia e apreciava, um pequeno grupo - com P. M. a «celebrar»
Ninguém acertou no «oculto sentido» de O planeta desconhecido... (2000) [que ficou Para Sempre «em» C].; C. que, quando tinha V., o encomendava e oferecia a (para) «especiais»...]
Lembra-se bem, isso sim, do «brilharete» que fez, a encerrar, o precioso A. F. que a General Z. lhe arranjou...
sexta-feira, fevereiro 06, 2015
Condomínios... - (MAPA DE ONTEM)
- reunião (da ADM) do COND. - (atrasada, claro) - «Rotativa», como sempre - desta vez, os do «Terceiro») vão receber «uma Bela Embrulhada...»
- são 12, 13 (um de «aluguer», outro, bem...)
- salvo 2, todos vêm do Início - de quando o «Galhardo estava Novo...»
=uma certa (Ex) Classe Média:
- 1, Reform. (e «passado»)
- 3, mantêm um elevado nível Econ. (2 na Hotel., 1 no Autom.)
- 5, com «quedas ligeiras» (Banc. + Banc + Cont. + Fisc. (?) + Tap)
- 2 com «quedas médias-grandes» (inclui C. + General Z...)
- o «costume»: todos «destacam» a gravidade dos problemas acumulados...
[- quando é o «seu ano» - todos «passam a bola aos próximos» = ciclo vicioso...]
- Quanto a C., «calado, «o mais possivel», como sempre:
A) [«ou fingem ou perderam mesmo a Memória...»]
B) [procedeu ao Inventário Mental dos que, num ano, envelheceram mais do que «é suposto envelhecer» num ano..., a si mesmo se excluindo?]
A) [«ou fingem ou perderam mesmo a Memória...»]
B) [procedeu ao Inventário Mental dos que, num ano, envelheceram mais do que «é suposto envelhecer» num ano..., a si mesmo se excluindo?]
[Retrato, não de Portugal, mas «do português»] [Mensagem, «Bandarra»]
quarta-feira, dezembro 24, 2014
Roma (Avenida)
- Roteiro AUTOB. de A. P. Coelho, que ali viveu, numa evocação intitulada «A Avenida da Nossa adolescência», na «Revista 2», do Público, de 16 de nov. - secção «Crónica Urbana» - texto disponível AQUI;
REcorte:
[...] Mais à frente fica a Livraria Barata, e lembro-me bem de quando era apenas um corredor com um longo balcão que cheirava a madeira, onde eu ia comprar os livros para a escola.[...]
- em 81, D. «calcorreou-a» (e às R. adjacentes) durante o tempo em que, «zangado» com a HOT., «tentava» outro trabalho... com o «célebre» (e «polido» ou «Amável...) prop., o Sr. Barata, teve «conversas» fora da «ordem do dia» [do VEND. de REGIST... (!!!)] ;
«falhou», e «retornou aos estudos», para, dessa vez, os «terminar» (outras histórias...)
- na década de 90, e nos anos iniciais do Mil., até à CRise - todos os sábados, de manhã, após as C. na Av. de Paris, C., então D., fazia «o ponto» na BERT e na BAR (agora, só esporadicamente...)
- aí mora A. E. [que tem agora a idade que A. P. C. evoca...] - Qd.a deste ano, que diz «vir o seu Nome da Madeira...» - com quem C. começou a falar há 2 anos, quando invadia o QUAD. de Mestre J. L. [...]
- pertence agora ao 1.º Bloco, FINAL... partirá em breve...
- pertence agora ao 1.º Bloco, FINAL... partirá em breve...
Well
sexta-feira, novembro 07, 2014
cigarro + bola de berlim + caracol [«Plot»]
Palácio 1415. 8 e 10. Sempre madrug., ao canto da 302, já estão, como de costume, I. R. + P. A. [...]
C.: fumas muito, I.?I.: [omite-se a resposta]
- e C.. lá voltou a contar a «história» [como ele gosta de a repetir, inventando INTERL...]:
- Mãe Velha dava-lhe um escudo por dia [tens ideia de quanto valia, em 67, 68, 69...?]
I.: "o meu avô «dava-me dois e cinquenta» para lhe comprar (o) tabaco..."
C.: ...«Provisórios» ou «Definitivos»... (que Nomes!), certamente [e descreveu as respectivas embalagens]
-[retomando] [depois de referir a Calçada S. C. de S., a história do NASC....]
- [...] dava para «dois cigarros» (vários «Estaminés», à volta do P. M., os vendiam...) OU para uma bola de berlim ou um caracol (que, sendo «de Padaria», os mais baratos, eram, então,...) [... ou agora, na MemoFICÇão] excelentes...) [...] logo, imagina qual foi a OPção...
[estás V., D.; «toma juízo», D.]
[estás V., D.; «toma juízo», D.]
quinta-feira, outubro 23, 2014
MAPA DO DIA
- manhã cedo, C. «voou» para o Mult. - só para «confirmar» o regresso de Facada - 6 «unidades de conta» ...
- «desabafou» com o Princeso - este «chamou-lhes Nomes» (de F. da P. «para cima»... - C., nestas ocasiões, volta às frases do Pai Velho:
- «Há mais marés que marinheiros»
- «Quem não está bem que se mude»
- para «mudar», é tarde - Há que «aguentar» - basta regressar ao Início (quando C., então D., e a General estavam na «Força da I.»...)
domingo, junho 08, 2014
«245» (não «125 Azul»)
[na squência de EMEL trocado com a «Chefe» actual, E. S....]
[S. foi estacionado no «245», em FEV de 06, ....; há mais de oito anos; estoicismo, pois então; procura não se queixar [...] - pois se, «ao lado», há «quarentões» sujeitos ao «CONT anual» -
- mas o Povo diz: «com o mal dos Outros posso eu bem»
sexta-feira, maio 23, 2014
Hoje, dia 23 de Maio ou «começar com Eugénio»
[faltam 7 dias para a L. T.]
Hoje, S. chegou ainda mais cedo ao Palácio 1314.
Já lá estava L. S. - H. Figura -
A conversa começou com as cerejas - literais - L. S. costuma trazê-las da propriedade materna, «lá para a Zona da Serra da Gardunha»
«São como as cerejas, as conversas», e L. S. contou histórias da infância de José Fontinhas, natural da mesma aldeia - «Póvoa da Atalaia» - e outras, com o seu Humor [...] [não há termo que chegue para o classificar...]
Quanto ao que disse sobre J. F., mais tarde E. de A., «e o resto não digo»
(N. C.)
Hoje, S. chegou ainda mais cedo ao Palácio 1314.
Já lá estava L. S. - H. Figura -
A conversa começou com as cerejas - literais - L. S. costuma trazê-las da propriedade materna, «lá para a Zona da Serra da Gardunha»
«São como as cerejas, as conversas», e L. S. contou histórias da infância de José Fontinhas, natural da mesma aldeia - «Póvoa da Atalaia» - e outras, com o seu Humor [...] [não há termo que chegue para o classificar...]
Quanto ao que disse sobre J. F., mais tarde E. de A., «e o resto não digo»
(N. C.)
sábado, maio 17, 2014
«Vivam os cabeleireiros!», por MEC
- é essa a frase final da crónica de hoje de MEC...
- pelas 11 e 30, S. leu-a a «General Z.», que «lhe achou graça»
- a partir de «apontamento» do quotidiano de um Cabeleireiro, o Cronista «vai partindo a loiça», no campo das «mentalidades»
- pelas 11 e 30, S. leu-a a «General Z.», que «lhe achou graça»
- A «General», durante mais de 4 décadas [as duas primeiras de EXP, com «todas as letras»] também fez as tais 14 horas diárias referidas [+ 6 ao sábado], engolindo à pressa «o corrupto mantimento», tal a violência e o Ritmo do trabalho;
- e o resultado? uma Vida Digna, construída «a Pulso» [também literalmente],
a formação de «alto nível» do Princeso [...]
- a «insatisfação» da «General» é Tique, é do Feitio, não é de «Dentro...»
- ah, a Crónica de MEC, «Os grandes exemplos», do Público de hoje, 17 de Maio - lê-se AQUI
terça-feira, maio 06, 2014
Mãe (Dia da) - «quanto maior a lembrança...» - por MEC
[não há um dia em que D. - tenha o Nome que vá tendo - não pensa na mãe P. - um Diálogo Íntimo Interminável e não «verbalizável para o Exterior]
[leu, de manhã, a «doce-amarga» crónica de MEC, uma leitura crítica da Dupla Face da «Data Comemorativa»]
REcorte final:
[...]
No Dia da Mãe quanto maior a lembrança, maior a vingança. Na atmosfera pesa a pergunta oprimente: “E os outros 364 dias do ano, são dias de quê?” Nunca está escondida a contraproposta: “Olha o que seria de ti, depois do dia em que nasceste, se eu só tratasse de ti no Dia do Filho, uma vez por ano?” É por isso que não há Dia do Filho. Não merecem. São uns ingratos. Nunca hão-de pagar o que devem.
«O dia da culpa», Miguel Esteves Cardoso, Público, 05 - 05 - 2014, p. 45
Texto integral: AQUI
«O dia da culpa», Miguel Esteves Cardoso, Público, 05 - 05 - 2014, p. 45
Texto integral: AQUI
sábado, abril 26, 2014
25 de Abril: «Onde estavas?»
[74 - Ano da «Grande Alegria» e da «Grande Tristeza»; da segunda, quase nunca D. falou...;
Pensar, praticamente, todos os Dias...]
[D. tinha 18; era o Ano de «dar o Nome para a Tropa»; a Inspecção, «aos vinte»; começara a «complicar» o Futuro - com Média para qualquer C. de Ciências, decidira «parar para pensar»
- oficialmente, dizia que não queria «sobrecarregar as Finanças da FAM»; por isso, ajudava na T.; na verdade, estava «minado» pela Dúvida, pela Indecisão... (outros Contos...)]
[à noite, com a Mana A., ia ao EXTERN. L. C., no Chiado, fazer outras DISC; aí frquentaram a Oficina de Y. M. H. - actor norueguês, consagrado intérprete de Shakespeare (que dava aulas de Inglês, que viera com M. A., funcionária de Embaixada, com uma belíssima casa na subida para as «J. V.», virada ao Tejo); aí conhecera a Cam. («MRPP», uma das baleadas na A. M. C., a 26) e M. A. D. O. (que S. reencontrará num destes dias, após mais de...) (outros Contos....)]
- incrível como, estando o 226 de S. Paulo tão perto do Epicentro, só aí chegavam notícias confusas...; talvez porque, pensa agora S., trazidas pelos TRAB da M. Sul, que tinham passado ainda antes de...; pelas 10 e 30 veio J. T. (mais tarde, «MES», irmão do J. E. T. C. P.), falando em «Golpe de Direita»; mas D. foi várias vezes a casa, ouvir a Rádio, e a Coisa «definiu-se»;
- ainda foram servidos almoços; Pai Velho fechou a porta, mas, até quase ao final da tarde - cinzenta, «morinhenta» -, iam entrando, para comer, beber, comentar...;
- relembra um grupo de turistas italianos, cerca de doze, que ali estiveram abrigados -, «muito juntinhos», durante cerca de duas horas - com um ar entre o curioso e o aturdido [inventa S. agora]
- depois, fui tudo para casa, logo ali ao lado, no 232, ouvir a Rádio e a Televisão, começar a dominar o ESPANTO... [no caso de D., encher-se de ALÍVIO, «cá uma destas sensações...»] [e «tudo de um dia para o outro»]
Aleluia
Aleluia
sábado, abril 12, 2014
A poesia do mundo - Tolentino de Mendonça
[primeira manhã de P. na Zmab; ainda pouco «lavado», i. é, atento ao Rugido]
[na manhã de leituras, surge a entrevista de José Tolentino Mendonça à nova revista Estante - a ler, na totalidade, AQUI]
REcorte, da p. 23 [sublinhados acrescentados]:
[…]
[na manhã de leituras, surge a entrevista de José Tolentino Mendonça à nova revista Estante - a ler, na totalidade, AQUI]
REcorte, da p. 23 [sublinhados acrescentados]:
[…]
Esse “viver no aberto” está relacionado com a
imensidão do espaço que preencheu a sua infância em Angola [onde viveu entre os
12 meses e os oito anos]?
O professor João dos Santos diz que a infância é
o grande segredo do homem e a Flannery O’Connor diz que quem sobrevive à sua
infância sobrevive a tudo. (risos)
A sua infância e os lugares por onde passou
definiram a sua vocação?
Criaram condições. De Angola, tenho memórias do
espaço, um espaço a perder de vista, de todos os caminhos serem caminhos
longos, de haver um silêncio da própria paisagem. Como se a paisagem nos
pedisse um tempo mais vagaroso, mais paciente, mais demorado para a contemplação.
E guardo dentro de mim a memória dessa imensidão. Lembro-me de, às vezes, ir de
barco com o meu pai que era pescador. Tinha cinco, seis, sete anos, e lembro-me
de olhar para o fundo do mar ou para a costa, e de estar completamente extasiado
com a poesia do mundo. Essa contemplação espontânea acabou por me dar uma
capacidade de perceber o grande que habita o mínimo, que habita o escasso. E
nesse sentido, marcou-me muito.
[...]segunda-feira, fevereiro 17, 2014
sexta-feira, fevereiro 07, 2014
«Manuel que é Jaime»
- ou «Jaime e a história de um baptismo na selva» - depoimento do «próprio» «Jaime que é Manuel» - na «série» «Brasil na estrada» - Vídeo de Nelson Garrido e texto de Hugo Daniel Sousa - no Público:
http://blogues.publico.pt/brasilnaestrada/2014/02/07/jaime-e-a-historia-de-um-baptismo-na-selva/
http://blogues.publico.pt/brasilnaestrada/2014/02/07/jaime-e-a-historia-de-um-baptismo-na-selva/
quarta-feira, outubro 30, 2013
O Padrinho
[«recuperada, parcialmente, de «Alpabiblio», de 20 de Outubro]
- ontem, «chez Princeso», em S. A. da C., reencontro com «o Padrinho» (dele, Princ) - A. M. F. - para S., o A. de «há cerca de» 44 PRIM
- ontem, «chez Princeso», em S. A. da C., reencontro com «o Padrinho» (dele, Princ) - A. M. F. - para S., o A. de «há cerca de» 44 PRIM
- após mais de 2 anos de «ausência» - parece que voltou a «reaproximar-se do que ERA» - Aleluia
(lá ficou, «INspirado», como sempre, por «quem é J., isto é, JOV»
- o MEDR. «não conta»]
- o MEDR. «não conta»]
quinta-feira, outubro 24, 2013
GENERAL Z.
Ontem, cerca das 20:10, antes do Dilúvio na LUZ.
G. Z.: Sabes quem é que vi hoje?
S. : Não. Diz lá.
G. Z.: A Z. S.!
S. [?????] Onde? Era mesmo a Z. S. ???????
G. Z.: SIIIIIMM! Tornou-se muito religiosa, não sabias??
S.: [??????]
G. Z.: Engordou muito. Está muito Gorda.
S.: [???????]
[Não há (EN) (IDEN) Tidade que Resista ao olhar Clínico da General
ALELUIA]
G. Z.: Sabes quem é que vi hoje?
S. : Não. Diz lá.
G. Z.: A Z. S.!
S. [?????] Onde? Era mesmo a Z. S. ???????
G. Z.: Sim , sim. Na M. S. Ia a entrar para aquela Livraria de «coisas religiosas»...
S.: A Z. S. ???????? Na «Paulista»????G. Z.: SIIIIIMM! Tornou-se muito religiosa, não sabias??
S.: [??????]
G. Z.: Engordou muito. Está muito Gorda.
S.: [???????]
[Não há (EN) (IDEN) Tidade que Resista ao olhar Clínico da General
ALELUIA]
domingo, outubro 20, 2013
Longe (1970) - Wight
Em finais de Agosto de 70 - Festival na ILha de Wight - ,
S., então ainda D., já fizera 14. Ia (e vinha) de S. P. ao P. M. (onde, em princípio, ainda não começara a «aparecer» o «MAESL»)
- isto é, vivia numa «Gaiola chamada P.», mas já «cheirava», no seu quotidiano, o que, muito pouco, «começava a vir de fora».
Então, quando, um dia, o A. A. M. C. (Nome Completo, que não esqueceu) apareceu com o «DUPLO VINIL» de «Woodstock» - não havia possibilidade de «compreensão» - agora, pela Distância, «já houve»
[Impossível, que tais «memo» não sejam (re) inventadas, ao ver «coisas assim»]
[Dizia A. M.F. - cerca de + 4 anos - , ontem, «que ainda ninguém, dos «círculos» por onde andaram, já escreveu uma AUTOB». Será?]
http://www.youtube.com/watch?v=vRuMgs4b1qk
segunda-feira, agosto 26, 2013
Nélida
[uma das «leituras Zmab» - S. vai na página 47]
Nélida Piñon, Livro das horas, Temas e Debates, 2013,
pp. 8-9
RECORTE:
Na
primeira visita a Bayreuth, para a temporada operística, percorro o teatro
concebido por Wagner [...]
Sob
o beneplácito do gênio alemão, percorri a cidade, rastreando-lhe a figura e a
da esposa Cosima, de ilustre dinastia, filha de Liszt e da Condessa d’Agoult. A
mãe, além de parir filhos ilegítimos do extraordinário pianista, publicara o
romance Nélida, com o pseudónimo de
Daniel Stern. Um livro lido na adolescência, atraída pelo título. Na mesma
ocasião havendo lido o outro Nélida,
de Renata Halperin, autora argentina. Movida decerto pela curiosidade de saber
o que se escondia sob a custódia de um
nome que ambas as mulheres elegeram e que se concentrava agora na minha
pessoa.
Só
na maturidade descobri, graças a Tarlei, que o título «Nélida» da condessa, e o
pseudônimo que adotara, «Daniel Stern», formavam um anagrama. Não havendo sido o pseudônimo, ao menos de sua parte, um
mero acaso. Antes a deliberada escolha
que desatava entre título e pseudônimo simetrias
e perplexidades.
Motivada por tais coincidências,
participei à família materna o ocorrido. Encantada de constatar que, a despeito
da aversão inicial do avô Daniel pelo nome da neta, pois me queria Pilar, como
sua mãe, estávamos o avô e eu irremediavelmente enlaçados pelo anagrama, graças
à pertinácia da tia Maíta, responsável por semelhante designação. [...]
[sublinhados acrescentados]
quinta-feira, agosto 01, 2013
Francisca (1981), de Manuel de Oliveira
[há muito que S. procurava - em vão - este filme
- graças à SANTA (NET) «reencontrou-o»:
[era no tempo da C. da C. - abril de 78 a dezembro de 80 - foram vários daí mais «os do PROC»
- vestidos de CRIADOS, figuraram, por alguns segundos, por «5 contos» - um terço de um salário mensal de então -
- foi um dia inteiro, na Casa do Alentejo - a observar os BASTIDORES - não esquece
[há fotografias - por onde andam é que S., então D., não se LEMBRA]
segunda-feira, junho 10, 2013
The Last Waltz
[recuperado do «Alpa», de Março]
- T. lembra-se de, nesse Verão (talvez o de 78), no Cinema aonde foi «OUver» o DOC de Scorsese, reencontrar J. E. T. C. P.
(vai o Nome Completo, desta vez, até pelo Efeito de Linhagem) que, do «Cábula Futebolístico» do P. M. (sete anos, sete, no mesmo Bloco!) se ia transformando num E. atento, crítico e «envolvido» em Causas várias
[um dos irmãos mais novos, P., E. e P., é um dos Convidados do Momento das várias TV.s, nessa «Ciência»]
[um dos irmãos mais novos, P., E. e P., é um dos Convidados do Momento das várias TV.s, nessa «Ciência»]
- [Imagem indelével, até porque, algum tempo depois, virá a notícia de que, de noite, numa estrada dos Açores, quando cumpria o S. M., o Zé T. fora atropelado mortalmente por um qualquer Idiota Etilizado]
- e por que é que «deu» a T. para ISTO? [...]
- cada Coisa tem seu Tempo
Regina(s) - em Portugal
[«recuperado» de «Alpabiblio», assim escapando ao «Apaga-Apaga»]
- há cerca de 4,5 anos que T. encontrou um outro processo para «ginasticar» a Mente:
- a Arte de Preencher Lacunas, «Saltos»
EXEMPLO [- com «didascálias» e tudo]
General Z: Lembras-te de termos ido ao Tivoli ver o espectáculo com a Elis Regina?
T.: Impossível [...] (após infrutíferas tentativas para a «demover») - «Vamos à SANTA verificar as Datas»
-(foram - falecimento: 82 - «deixava dúvidas» [porque, desde 78, 9...]
- (vindas a Portugal: final de 60.s, 68, 78.... [difícil] -
[e, como «compensação» o vídeo, histórico, 68, em Portugal, no YTU:
https://www.youtube.com/watch?v=R6W8RC53LR4]
(de volta à cozinha)
[e, como «compensação» o vídeo, histórico, 68, em Portugal, no YTU:
https://www.youtube.com/watch?v=R6W8RC53LR4]
(de volta à cozinha)
General Z (lança nova Cifra) : «estava sozinha em palco» [...] ; [...] foi depois do «Sinhozinho Malta» [...]
T.: AH (Aleluia) - Regina Duarte, talvez por 2005 [...] [corrige a Santa: 2004 - «Coração Bazar»]
[Terrível, para a Memória, a Santa NET] . MAs, «tudo acabou em Bem, afinal»
[Terrível, para a Memória, a Santa NET] . MAs, «tudo acabou em Bem, afinal»
domingo, maio 12, 2013
Entre nefelibata e acrobata: MEC
Já há algum tempo que T. não referia um texto de Miguel Esteves Cardoso em nenhuma das Casas
Deste, intitulado «Não ser acrobata», até General Z gostou logo.
Começa assim:
Deste, intitulado «Não ser acrobata», até General Z gostou logo.
Começa assim:
Era eu pequeno e, só falando
bem inglês, o meu pai entrou em pânico e arranjou caixas de sapatos que
enchemos de envelopes com cartões lá dentro. Em cada envelope eu escrevia uma
palavra e, no interior, a definição, mais uma citação usando a mesma palavra.
Eram centenas de
envelopes. O meu pai depois escolhia um ao calhas, lia a palavra
("indispensável") e desafiava-me a lembrar-me do que queria dizer.
Dentro do envelope, escrito na minha mão, estava a resposta. Ele ajudava:
"Como a água, o oxigénio, a comida (e entusiasmando-se), o dinheiro, tempo
para ler..." [...]
Na página 53 do Público de hoje ou AQUIdomingo, março 24, 2013
«Inventário paralelo»
[deslocado de Alpabiblio, assim escapando ao «Apaga-Apaga]
- Júlio Isidro, num vídeo da série «Ler Mais Ler Melhor» diz que o critério foi escolher livros a que volte com frequência
- T. fez também o seu «inventário de frequência», paralelo:
A) O mundo dos outros - histórias e vagabundagens, de José Gomes Ferreira [1.ª ed: 1950 - de antes de T. nascer]
- existia na casa de S. Paulo, na «Estante da Avó Formiga» [e «aí» continua, mas agora numa edição de 90 ]
T. não se lembra se na edição da Portugália, de 68 ou de 72 - lido e relido «vezes sem conta» - deve estar na Estante da A. [ a confirmar, um dia]
B) O que diz Molero, de Dinis Machado [1.ª ed: 1977]
T. não se lembra se na edição da Portugália, de 68 ou de 72 - lido e relido «vezes sem conta» - deve estar na Estante da A. [ a confirmar, um dia]
B) O que diz Molero, de Dinis Machado [1.ª ed: 1977]
- uma Revelação - BD em Texto Oralizante - , nas tardes da Fase da SMT - (Jan-Fev de 75 a Abril de 78), - lido, muito devagar, no «Lago dos Patos», do P. ED. VII; - terá ajudado T., então em M., no C. de S., a «sorrir» - que bom
[por onde andará? - porque, na E. da Sala, T. encontra a 13.ª, de....]
[por onde andará? - porque, na E. da Sala, T. encontra a 13.ª, de....]
[lembra, mais tarde, com Qd.s do Palácio, o espectáculo teatral, com A. F. e J.P. G.]
C) (Novos, 1974) Contos do Gin Tónico, 1973, de Mário Henrique-Leiria
C) (Novos, 1974) Contos do Gin Tónico, 1973, de Mário Henrique-Leiria
[estão ambos «à mão», na «Estante da Avó», adquiridos em 82, em 2.ª ed., de 78] - no interior, um cartão da M. B., da Madragoa [de Out. de 81 a 31 de Julho de 83, ano em que T. voltou a discip. do LIC...] - relembra T. que foram lidos nas Viagens de Cacilheiro (15+15; às vezes a Dormir)
Well
- foi longa a Viagem; se Secreta, não sabe, não, T.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






