segunda-feira, novembro 30, 2015

Que Nome é o Seu?

[ Nó indeterminado; antes das 5 e 30, do primeiro «interv.» da Máq. APN...]

[vindo da Alam. das L. de T., em EntreCampos, D. «ladeia» o início de uma Manif. de «Batas Brancas», todas Jovens...]

[Rosto Largo, talvez parecido com o de J. R.,  Qd.a do «actual 4.º Bloco»...]

- «Não me lembro do Seu Nome...»
- «Eu, do Seu, também não...»
- «Já estive dentro do Seu Sonho...»

[«Raspou-se» dali para Fora, D....]

domingo, novembro 15, 2015

Batata-Doce ou a «Menina dos dois apelidos» e «muitas Vidas»

[ao dom., V. não costuma comprar o D. de N. - mas a História de Vida do «Magazine» justificava  [...]

Recorte:

[...] Os dados pessoais são o primeiro indício de barafunda: [Isabel] acredita que tem 53 anos, mas não tem a certeza. «Fui batizada em Braga e foi aí que escolheram a minha data de nascimento», explica. Dia de Nossa Senhora, 13 de maio de 1962. «Quando me encontraram, acharam que devia ter uns 2 anos. Mas, vá lá, pelo menos não me chamaram Fátima.» Não perdeu o humor. Apelidos, tem dois, um para cada vida. Para os soldados e a família que a acolheu em Portugal ela é Isabel Batata‑Doce, porque em Angola passava os dias a comer o tubérculo [...]. No bilhete de identidade é Isabel Manuel Jacinto, filha de Manuel Jacinto Diogo e Eva Manuel Adão – pais biológicos que não conheceu. [...]

quinta-feira, novembro 12, 2015

«Sonhos de sonhos»

6 da manhã - desligar a «Máq. APN» possibilita sair da Copa do Bar do H. S. A. - [onde se ouvia, de tempo a tempo, muito próximos,  os ASC. da Glória... - de Abril (?) de 87  a Dezembro de 89... - 3 primeiros anos da FAC]

- figuras velhas conversavam com D., enquanto este preparava uma sande de queijo - já só se lembra que falavam «de ter [...] no período do «Iva a 23» e que agora iriam recuperar (com o Iva a 13...?» - que «salsada»...

terça-feira, novembro 10, 2015

Percival (Neil) - «Young Forever», aos 70 - «Que nome é o seu?»

São 8 e 48 - do dia da «Original Morte Govern. Anunciada»;

- ao ler os jornais, no COMP, D. depara-se com «breve» do «DN» que marca a idade de Neil, e faz um «trocadilho» com o apelido e com o «SobreNome» e [...]

- Na casa de S. Paulo (232, 3.º) - «paredes meias» com o Ascensor - havia um «Gira-discos» colocado em cima de uma Cristaleira - os discos não eram muitos - um dos que o então Jovem D. ouvia «vezes sem conta» era «Déjà VU» de N. Y. + 3 (C. + S. + N.) - se a Memo não falha, será de 71 

[o disco ainda aí está -  que lhe fará, um dia, o Princeso? ]

- ano do concerto desta versão de «Heart of Gold» [«tão Jovem e (...) - agora que Idade tem?»]
- 70! 
(e D. em breve «Completa» «menos dez») - 
[«deu-lhe para Aqui, nesta manhã em que, ao lado, se  mostra Tur. na Praia do «V. de S. M.»....]

[- E hoje é dia de «São Cun.» - Amanhã, de S. Martinho e de S. «General Z» (64) - Aleluia]


quarta-feira, outubro 28, 2015

«Sonhos de sonhos» - C. B.

FRagmento da última Manta de Sonhos:

D. encontra I. M. na Rua, na A. R. - mas com Bata, Touca de Borracha e Cabeça cheia de «descolorante»! - que lhe diz 
«já saber que vão ser [...], pois encontrara o pai de C. B., no Chiado, que a informou disso»

Aleluia.

[outro FRagmento, de outra Manta: Aviso das Finanças -  Penhoras, por dívida de 144,,,, que V. e a General desconheciam - Uff, que "logo" se acordou...]

segunda-feira, outubro 26, 2015

Autopsicografias - «Maria Papoila»

Imagens de Infância no Alentejo - projeto de ilustração «Maria Papoila», de Lina Nóbrega, natural de Portalegre - a ver no «P3» - em casa do Público 

REcorte da «Notícia»: 
(...) [L. N.] Acredita que o seu inconsciente lhe traz memórias e detalhes das suas vivências e das personagens que criou. “Maria Papoila”, o seu último projecto surge como um elemento ilustrativo da sua infância e das suas raízes no Alentejo. Este projecto recria o seu mundo, “um mundo que é muito mais simples que o real, [...]
[General Z. - «alentejanita», também, diz que gostou...]


sexta-feira, outubro 23, 2015

«1916» - Casa Costa

- Semanalmente, um dos Recados do Menino (nasc. em 55) era ir levantar o «Vigésimo», o bilhete da Lotaria, com o n.º 1916, que estava reservado na «Casa Costa», a menos de 100 metros de Casa, do outro lado da Rua de S. Paulo - cheiros fortes a Madeiras e Tabacos, funcionários «com muitos anos de casa»...

- Por 50, o Pai Velho obteve um 1.º Prémio com esse número e não mais deixou de o comprar - (até ao Fim?) - certo é que nunca mais «lhe rendeu um tostão»...

Terá sido agora «adaptado» a Bar - lido AQUI   




segunda-feira, outubro 19, 2015

Que Nome é o seu

[hábito antigo - ler o jornal, de manhã, no «Gabinete» - hoje, pelas 6:45...]
[- na casa da C. S. C. de S., «recortados« ou «ásperos» e pendurados num gancho, os jornais «faziam  as vezes» do que ainda não havia, o Rolo Macio...]

- na «Revista» do Expresso,  artigo [«No reino dos Silvas... AQUI] e infografia sobre os Apelidos mais [...]; 
- nos registos do 1.º Semestre de 2015, M.  (Apelido da Avó Paterna, A.,«ocupa» a 8.ª posição e F. (apelido do Avô Paterno, D.) a 9.ª [...];

- [quanto a R. - apelido do Avô Materno - passou a «SobreNome» e, naturalmente não «consta» na lista dos «100 mais»]
Well

sexta-feira, outubro 16, 2015

O AZUL que engole o corpo, a obra (Helena Almeida)

Fotografia de Paulo Pimenta, da Montagem da Expo, em Serralves - do Público
Recorte do artigo: Uso o azul porque é uma cor espacial. Tem de ser azul (…). É mesmo o espaço, é engolir a pintura”, justifica a artista em entrevista aos curadores da exposição de Serralves.

domingo, outubro 11, 2015

Nó [+ C. S. C. de S., 12. 2.º Esq.º]

Foi Ontem que J. e C. B. «deram o NÓ» - na praia de S. João da Cap. - (pena o TEmporal) - com os «mais próximos» - anos de prática tornaram TRanquilo «o Enforc.»... 
[reenccontro com T., «ex-AA», de 99-00, com as Gémeas, de 5 M. = «Bonança depois da Tempestade»...]

Aproveitando a presença da Mana A. [+ 15 meses], D. «recuperou» a Morada Certa:- C. S. C. de S., n.º 12, 2.º Esquerdo (a ver se, na próxima Prim., lá vai...]                         VER:   (no «Peri»]
[se A. afirma que de lá saíram - (para a R. da B. de D. B, n.º 13, 3.º ?) - quando tinha 6 anos, D. teria 5. «Bate certo», agora]

quinta-feira, outubro 08, 2015

«Ganhar o Dia» (com o «Novo Homem Securitas»)

Palácio 1516. Cerca das 12., a caminho do R.

O «Novo Homem Securitas» (N.) é (ainda) «Muitoooooo» Jovem e mede 1. 85 

- [«perpassa» por ali uma Mente... - «e o Resto não se diz...»] 
- [depois de ter «confirmado», junto da Dona GTT, a «dificuldade articulatória» do Visado, V. voltou a...]

E não é que N. atribuiu a V. "cerca de 37 anos"... [houve que mostrar o C. de C....]

«Dia muito bem ganho», para D., - Aleluia.

quinta-feira, outubro 01, 2015

V.

Ontem, à tarde, estrategicamente «emboscada» no Viaduto da A. G. R., Eli «autopsicofotografava» a Luz que, segundo a própria, «era fabulosa»...

Desta vez, V. [que, vindo da Farm., «ladeava» a «Praceta» que é apenas «cruzamento de ruas», segundo A. L., Mestre de Filos., aí resid.]  teve tempo de «Tapar» a Identidade e «teve direito» à Prova:


[Viva o Direito à «não-imagem»!]

terça-feira, setembro 29, 2015

Espelho

-cerca das 9:00, ao Espelho-

Pela «esquerda- Frontal», os «Brancos avançam.». Não há como os deter.
Nem os esforços da General Z poderão ...

- à noite, diz A General: «Vou pintar-tos...»           [ai, ai, ó da Guarda!]

sábado, setembro 12, 2015

O dia inicial

O dia inicial foi:
5 de Dezembro de 89 (para não esquecer) - o local: F. D., no Cacém (em MiniConc.)
Com o desp. do H. S. A. (que «Pagode»...), nos Restaur., contente terá ficado o Sr. Bonif., que  há muito  vinha tentando descobrir como é que D.... ( e o «resto não se diz...»)

terça-feira, agosto 25, 2015

Rugido - 32.º, 33.º dia

[noite com muitas interrupções e muitos sonhos...],
 
1)5 horas:
- quando desligou a Máquina APN, com o inevitável «alívio»...,  D. estava numa comprida e fria sala; muito público para assistir à defesa da T. de M.; não havia júri, só P. M.; pensava como improvisar o que não fora devidamente preparado...;                       (o evento foi em Fev. de 06...)
2) 6 e 45:
- desligar final; na secret. do Paraíso, para preencher o impresso da apres. para 1516; zeloso funcionário equacionava com C. a apos. deste...

Índice final da M. APN: 3, 6!                   Well

segunda-feira, agosto 17, 2015

Retratos sucessivos - Teolinda Gersão

[em curso de leitura, na reimpressão de 2014, este livro de T. G., de 84;]
Recortes:
         [...]
         Sábado, cinco.
        Iria pintando em cada dia o seu retrato, decidiu, deixaria retratos sucessivos no tempo, multiplicando-se para aumentar as suas hipóteses de escapar à morte. Porque a morte levaria muito mais tempo a apagar todos esses eus do que só um.
[…]
        Segunda, treze.
        Olhou-se ao espelho, para ver como ficaria no retrato. Mas a imagem que viu não lhe pareceu exacta. Procurou debalde em todos os espelhos, no (…) oval do quarto, no (…) escuro da entrada, […] Mas a imagem pareceu-lhe cada vez mais inexacta.
[…]
         Domingo, doze.
         Procurou nas fotografias, mas todas tinham desbotado, estavam pouco nítidas e não se reconhecia em nenhuma, […]
Segunda, trinta e um.
Então foi ao fotógrafo, tirar o retrato.
No estúdio havia guarda-chuvas de seda branca, coando uma luz homogénea, clara, subindo e descendo diante do seu rosto, ela estava sentada debaixo da luz como um objeto em que ele tocava, compondo-o, mudando, inventando.
         (o tempo parado, o instante preso, ficarás assim pela eternidade adiante — as fotografias eram uma imagem da morte, o seu rosto sem vida, uma máscara de cera, fixa, fria)
          não havia exactidão e tudo era manipulável, viu enquanto ele levantava e baixava os guarda-chuvas luminosos, a máquina deveria ser imparcial e exacta, mas de algum modo ele fazia-a mentir, e também ela própria era um objecto, assim exposta, à mercê da luz e da objectiva.
          De tão manipulada e de tão morta, também não se reconheceu nesse retrato. […]

Teolinda Gersão, Os guarda-chuvas cintilantes — Cadernos I – diário, 3.ª ed., Sextante, 2014, pp. 28-30
 
Outros REcortes: AQUI e AQUI

terça-feira, agosto 11, 2015

Viagem a Itália + A terra dos Mèzarat

Festiv. já partiram. Rugido continua enevoado...
-Ontem - chegada do  Princeso e C. B., para curta estadia.

De 25 de Julho a 4 de Agosto fizeram a sua «Viagem e Itália»: 
Milão, Como, Garda, Verona, Veneza, Milão, com muito comboio...

Antes de começarem a comentar o «Diário Fotográfico», C. relembrou a estadia de 15 dias, em Março de 79 (D. sobrevivia, então como B....); Stresa foi a «base» de múltiplos percursos... [de lado, General Z. comentava que «D. era muito culto, então...»)

Inevitav., C. «convocou» Dario Fo - por aí nascido (Maggiore) - e a sua belíssima Autob. de I. e J. - A terra dos Mezàrat - (as últimas vezes em que C. propôs Recortes da mesma aos Qd.s -  em 0910, 1011...)
 

quarta-feira, agosto 05, 2015

M. «das Caldeiradas»

- terminada ontem, junto ao Muro da Zmab, em Obras, com a Comadre I., a conversa iniciada há dias com a Mana A. («fomos, ainda crianças, ao casamento da M. Ad., que, há tempos, cumprimentei...»)
- figura de Grande Força, a do pai - «Grande Amigo» do Pai Velho - o M. «das Caldeiradas», epíteto «reaceso» após a conversa com o Outro Gémeo... - 73 anos...)


- de regresso ao «Palácio» (assim designado, há dias, por hab. da Zmab ou de S. Teot...), C. prometeu à General Z. uma Visita ao Páteo da B. - onde, há décadas, C. não vai - até para «espelhar» Imagens...


sexta-feira, junho 05, 2015

2015 - sexta santificada OU «sob as Tílias»

- "sexta santificada", porque:

- as «premonições» de General Z. foram anuladas (espera-se que não apenas adiadas...)

[- ontem, C. ainda esteve muito combalido» da Col.....]

- hoje, pelas 10:00, na Ilha ouvia-se a passarada pequenina, pelas tílias -[sim, são tílias - lição de Eli, no dia 8...] - e não o «Império do Grito» [...]

(O Grito - frequent. HIst.- só voltará, com novas «FaceBook», em Setembro...)

- Ufff!                         [velho e cansado, C.]

domingo, maio 31, 2015

o Sr. Parada [Pausa nos Envelopes] + O Sr Machado

- tendo começado às 6 e 30 [para «recuperar» o atraso ... ], C. fez uma pausa - no Envelope de S. Par., do 1.º Bloco...
- relembra que o «sr. Parada» era uma das (muitas) Figuras da Geografia da I. 
- vendedor ambulante (ou Itin.), vulgo «banha-da-cobra»,  levava uma infinidade de tempo a acrescentar, (apregoando...) à Nota, que «bailava» na Mão Esquerda, mais um produto, utensílio, peça de roupa ou «medicamento» (as Séries tinham que variar...), a pagar por «essa única» Nota  - no fim, era «um ver se te Avias»..., as Notas «voavam»...
- com sócio(s) e «camioneta - Expositor», percorria as Feiras dos arredores e as praças lisboetas
- junto ao «Merc. da Ribeira Nova» [hoje, uma ...], C. relembra D. a a observar o «Desempenho» (palavra de Hoje...),  Fascinado.....
- a «Intervalos», o sr. Parada descansava, «estacionando»  inteiros dias na «Baiuca do Pai Velho», uma manhã inteira a ler (a Secção Necrológica de «O Século»...), sorumbático, soltando raras frases de «Humor Ácido »... [inventa C., agora?]
- C. recorda que D. o via como alguém «Áspero» ou «Agreste» para a Criança... (mas nisso não «destoava» do então Geral comportamento do Adulto...]

[fim do Intervalo; voltar aos Envelopes... está por pouco...]

[LER a narrativa «O Sr. Machado», de António Lobo Antunes - Figura ainda mais Burlesca, na Infância de (...), lá para Benfica... - AQUI ]


sexta-feira, maio 15, 2015

Sonhos de sonhos - «Máquina APN»

05:40                   [C. desliga a Máq. APN = 7.1 - 6.9]   

[«madrugada» do dia seguinte ao da Presc. da Col. - e «o resto não se diz...»; - ouve-se o miado da gataria pelos logradouros do «Bairro dos Taxistas»;  há pouco, desceu o Elev., como habitualmente, com o vizinho do 6.º E., J. C. [...]

últiimas imagens:
- «sessão de leitura em Voz Alta, com sucessivos interv. [num Quad.?]; senhora idosa (caboverdiana?) lia conto de Machado de Assis; começara num ex. próprio e lia agora no de C. - «amarelado e desfeito» - Título: «O Pão»

[algum dos contos de M. de A. terá tal título? «associação» a «A Repartição dos pães», de Lispector?)

Well - «Sonhos de Sonhos»...

sexta-feira, maio 08, 2015

Anatomia (Lição de) OU «Está a sopa na mesa» - Lobo Antunes

[a leitura desta «Crónica» de Lobo Antunes «reenviou» C. para o Teatro Anatómico da F. de C. M., da Univ. Nova de Lx, no Campo Santana, para o «longínquo» ano de 76-77, andava D. pelos 21, 22 ... 
-           ah, relembra que o jovem «Monitor», recém-licenc.,  pertencia ao «Clã» P. N.....]

Recorte inicial [truncado]:

        «Eu tinha dezasseis anos, quando me matriculei em Medicina [...] e nunca havia posto o olho em cima de um cadáver quando o ensino prático, no teatro anatómico, começou. Depois de esperar com os colegas, de bata e luvas, arrepiadinho de medo, num compartimento que dava para uma sala enorme, cheia de pias compridas, de pedra, os mortos começaram a entrar numa espécie de macas metálicas, com redes que chiavam, nus, de dedo grande do pé munido de um cartão com o nome, amarelos, direitos como paus. Uns empregados [...] transferiram-nos para as pias num pivete de formol. O que parecia o chefe [...], o senhor Joaquim, gordo e bexigoso, veio anunciar
        - Está a sopa na mesa
        e nós lá fomos, acanhadíssimos, tentando não olhar
        (pelo menos eu tentava não olhar, numa vontade louca de fugir a sete pés)
        à medida que nos iam distribuindo pelas pias, em redor daqueles corpos amarelos, com o formol a encher-nos de lágrimas. Lembro-me do senhor Joaquim perguntar
        - Que tal a sopinha, meus senhores?
       [...]

        António Lobo Antunes, «A lição de Anatomia», Visão, n.º 1157, 7 a 13 de maio de 2015, pp. 8, 9                completa,            AQUI

segunda-feira, maio 04, 2015

3 meses cá, 3 meses lá

- «cá» é a aldeia transmontana onde J. Rentes de Carvalho nasceu; «lá» é Amesterdão, onde viveu durante 50 anos;

- Eli disse, de manhã, que é leitora da obra narrativa J. R. de C. ; C., por ora, só do «Blogue» («Tempo contado»)           (AQUI)


- o documentário, biográfico («e não só») de 2013, da RTP 2, da série «Memórias de mim mesmo» está           AQUI


domingo, abril 19, 2015

«Sonhos de Sonhos» - de 18 para 19

[Título de Tabucchi]
Repetido Caminho dos Sonhos Noct.- Acordar. Relembrar alguns pormenores mais «bizarros»... Ou «aliviar».  Esquecer.
Com a Sensação de que «são cada vez mais e mais pesados», desde que, há cerca de 8 anos, «depende» da Máquina APN

                       Ao fim destes últimos anos, C. «arruma-os» em três Motivos «predominantes»:
- A Casa - inclui «variantes múltiplas» das várias, da Família, da Inf., das de Comum. com General Z...; recentemente, a do «Aranhiço» (fonte de permanente preocupação, justificada ou não?)
- A Sala do Restaurante (do Bar) (variantes múltiplas» dos vários em que C., então D., foi trabalhando, enquanto «não deixou de ser Parvo...», segundo M. L. Costa)

- O Quadrado ( a Sala da Função, propiciando o Acordar mais «aliviante», pela óbvia Natureza de (repetidos) «Pesadelos»...)

- Desta vez, o «quotidiano, por dentro», de um Rest. de Luxo, recente, de sucesso, em salas de «Pé Alto» (tipo «Avenida Palace» ou Rua do Arsenal), envolvendo Pai Velho e múltiplas Figuras «esbatidas» por tempos e lugares outros...
- Well. 
- Pacífico, desta vez, o «quebrar do Sonho», pelas 4; Máquina APN e alguma (...) obrigam...

sexta-feira, abril 10, 2015

Saramago: «o Filho que deu o Nome ao Pai»

[texto truncado, sublinhado acrescentado]

Contei noutro lugar como e porquê me chamo Saramago. Que [...] não era um apelido do lado paterno, mas sim a alcunha por que a família era conhecida na aldeia.  Que indo o meu pai a declarar no Registo Civil da Golegã o nascimento do seu segundo filho, sucedeu que o funcionário (...) estava bêbedo (...) e que, sob os efeitos do álcool e sem que ninguém se tivesse apercebido da onomástica fraude, decidiu, por sua conta e risco, acrescentar Saramago ao lacónico José de Sousa que meu pai pretendia que eu fosse. E que, desta maneira, finalmente, graças a uma intervenção por todas as mostras divina, refiro-me, claro está, a Baco, deus do vinho [...] não precisei de inventar um pseudónimo para, futuro havendo, assinar os meus livros. Sorte, grande sorte minha, foi não ter nascido em qualquer das famílias da Azinhaga que, naquele tempo e por muitos anos mais, tiveram de arrastar as obscenas alcunhas de [...]. Entrei na vida marcado por este apelido de Saramago sem que a família o suspeitasse, e foi só aos sete anos, quando, para me matricular na instrução primária, foi necessário apresentar certidão de nascimento, que a verdade saiu nua do poço burocrático, com grande indignação de meu pai, a quem, desde que se tinha mudado para Lisboa, a alcunha o desgostava. Mas o pior de tudo foi quando, chamando-se ele unicamente José de Sousa, [...], a Lei, severa, desconfiada, quis saber por que bulas tinha ele então um filho cujo nome completo era José de Sousa Saramago. Assim intimado, [...] meu pai não teve outro remédio que proceder a uma nova inscrição do seu nome, passando a chamar-se, ele também, José de Sousa Saramago. Suponho que deverá ter sido este o único caso, na história da humanidade, em que foi o filho a dar o nome ao pai. [...]


José Saramago, As pequenas memórias, 1.ª ed., Lisboa Caminho, 2006, pp.  47-49

terça-feira, abril 07, 2015

A peste - de Camus, de S. P. e de C.

- pelas 13, no Quad. 502, S. Par.        [AQUI, tb.]        (M. que leva P. a «sério» )
retirou um exemplar de A peste, de Camus - não se diz o que C. comentou...

.. mas sim o que relembrou:
- a partir de Janeiro (ou Fev.?) de 75 (ano de Brasa, do «PREC» - «não havia trabalho para Ninguém...»), D. conseguiu colocação na SMT [...]   - aí lavorou até Abril de 78

- o exemplar de A peste (de bolso, da Folio) foi-lhe enviado por um casal belga, já idoso (ele, talvez, contabilista... ela...), em data ...; 
hospedados no Tivoli, na Avenida, tinham-se habituado a vir conversar com o Menino D. (19, para 20, em 75), nos finais de tarde (logo, depois de 76, ano da entrada em Med.) - certamente agradados com o Leitor que D. já era...

- extraordinária é a confusa referência escrita, em Português, no envelope (que permanece colado no exemplar...):

«para um jovem empregado de balcão que mora
perto da ponte (?), na margem esquerda(?) do Tejo,»

[Well, ???]


sábado, fevereiro 28, 2015

Autopsicografias - Diários - Kafka

«Ípsilon«, 27 - 02 - 2015, pp. 16 - 17, artigo de António Guerreiro [sobre] A edição dos Diários de Kafka, pela Relógio D’Água, traduzidos com enorme competência por Isabel Castro Silva[...]

OU AQUI

Proferiu a pergunta a que um exército de exegetas irá tentar responder: “‘Quem sou eu, afinal?’”. Esta pergunta teve respostas diferentes, nunca faltou Kafka para todos os gostos: o santo, o culpado, o funcionário renitente, o homem que tinha “um mundo tremendo na sua cabeça”...


[este é um dos que C. «deixou de poder adquirir»...; pois é]

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Jone

Foi o Dia «D» do Princeso (+ D. + C. B. + ...)

Muitos anos em cerca de duas horas: MB, com L. e D.

General Z, de contente, até «Cresceu»

De LOnge anunciado, Dia que fica marcado... Para sempre


segunda-feira, fevereiro 16, 2015

Luisa Dacosta

Terá sido no 1.º ano do MEST; logo, em 0203; talvez pelo início da Primavera; C. já pouco recorda...;

L. D. «desceu» ao Sul, convidada; nessa tarde, esteve rodeada por quem a lia e apreciava, um pequeno grupo - com P. M. a «celebrar»

Ninguém acertou no «oculto sentido» de O planeta desconhecido... (2000) [que ficou Para Sempre «em» C].; C. que, quando tinha V., o encomendava e oferecia a (para) «especiais»...]

Lembra-se bem, isso sim, do «brilharete» que fez, a encerrar,  o precioso A. F. que a General Z. lhe arranjou...

sexta-feira, fevereiro 06, 2015

Condomínios... - (MAPA DE ONTEM)

- reunião (da ADM) do COND. - (atrasada, claro) - «Rotativa», como sempre - desta vez,  os do «Terceiro») vão receber «uma Bela Embrulhada...»

- são 12, 13 (um de «aluguer», outro, bem...)

- salvo 2, todos vêm do Início - de quando o «Galhardo estava Novo...» 

=uma certa (Ex) Classe Média:

- 1, Reform. (e «passado»)

- 3, mantêm um elevado nível Econ. (2 na Hotel., 1 no Autom.)

- 5, com «quedas ligeiras» (Banc. + Banc + Cont. + Fisc. (?) + Tap)

- 2 com «quedas médias-grandes» (inclui C. + General Z...)

- o «costume»: todos «destacam» a gravidade dos problemas acumulados...

 [- quando é o «seu ano» - todos «passam a bola aos próximos» = ciclo vicioso...]

- Quanto a C., «calado, «o mais possivel», como sempre: 
A) [«ou fingem ou perderam mesmo a Memória...»] 
B) [procedeu ao  Inventário Mental dos que, num ano, envelheceram mais do que «é suposto envelhecer» num ano...,  a si mesmo se excluindo?]

[Retrato, não de Portugal, mas «do português»]   [Mensagem, «Bandarra»]

quarta-feira, dezembro 24, 2014

Roma (Avenida)

 

Como é um território que percorremos toda a nossa vida? Será como
a nossa memória o guarda? Ou é, antes, a soma de muitas emoções
vividas? Texto de Alexandra Prado Coelho e Ilustração de João Catarino
 - Roteiro AUTOB. de  A. P.  Coelho, que ali viveu, numa evocação intitulada «A Avenida da Nossa adolescência», na «Revista 2», do Público,  de 16 de nov. - secção «Crónica Urbana» - texto disponível AQUI;

 REcorte:
[...] Mais à frente fica a Livraria Barata, e lembro-me bem de quando era apenas um corredor com um longo balcão que cheirava a madeira, onde eu ia comprar os livros para a escola.[...]

- em 81, D. «calcorreou-a» (e às R. adjacentes) durante o tempo em que, «zangado» com a HOT., «tentava» outro trabalho... com o «célebre» (e «polido» ou «Amável...) prop., o Sr. Barata,  teve «conversas» fora da «ordem do dia» [do VEND. de REGIST...  (!!!)] ;
«falhou», e «retornou aos estudos», para, dessa vez, os «terminar» (outras histórias...)
 
- na década de 90, e nos anos iniciais do Mil., até à CRise - todos os sábados,  de manhã, após as C. na Av. de Paris, C., então D.,  fazia «o ponto» na BERT e na BAR (agora, só esporadicamente...)
 
- aí mora A. E. [que tem agora a idade que A. P. C. evoca...] - Qd.a deste ano, que diz «vir o seu Nome da Madeira...» - com quem C. começou a falar há 2 anos, quando invadia o QUAD. de Mestre J. L. [...]
- pertence agora ao 1.º Bloco, FINAL... partirá em breve...
Well

sexta-feira, novembro 07, 2014

cigarro + bola de berlim + caracol [«Plot»]

Palácio 1415.  8 e 10. Sempre madrug., ao canto da 302, já estão, como de costume, I. R. +  P. A. [...]

C.: fumas muito, I.?
I.: [omite-se a resposta]

- e C.. lá voltou a contar a «história» [como ele gosta de a repetir, inventando INTERL...]:
- Mãe Velha dava-lhe um escudo por dia [tens ideia de quanto valia, em 67, 68, 69...?]

I.: "o meu avô «dava-me dois e cinquenta» para lhe comprar (o) tabaco..."
C.: ...«Provisórios» ou «Definitivos»... (que Nomes!), certamente [e descreveu as respectivas embalagens]


-[retomando] [depois de referir a Calçada S. C. de S., a história do NASC....]
- [...] dava para «dois cigarros» (vários «Estaminés», à volta do P. M.,  os vendiam...) OU para uma bola  de berlim ou um caracol (que, sendo «de Padaria», os mais baratos, eram, então,...) [... ou agora, na MemoFICÇão]  excelentes...) [...] logo, imagina qual foi a OPção...

[estás V., D.; «toma juízo», D.]



quinta-feira, outubro 23, 2014

MAPA DO DIA

- manhã cedo, C. «voou» para o Mult. - só para «confirmar» o  regresso de Facada - 6 «unidades de conta» ...
- «desabafou» com o Princeso - este «chamou-lhes Nomes» (de F. da P. «para cima»... - C., nestas ocasiões, volta às frases do Pai Velho:
- «Há mais marés que marinheiros»
- «Quem não está bem que se mude»
- para «mudar», é tarde - Há que «aguentar» -  basta regressar ao Início (quando C., então D., e a General estavam na «Força da I.»...)


domingo, junho 08, 2014

«245» (não «125 Azul»)

[na squência de EMEL trocado com a «Chefe» actual, E. S....]

[S. foi estacionado no «245», em FEV de 06, ....; há mais de oito anos; estoicismo, pois então; procura não se queixar  [...] - pois se, «ao lado», há «quarentões» sujeitos ao «CONT anual» -
 
- mas o Povo diz: «com o mal dos Outros posso eu bem»

sexta-feira, maio 23, 2014

Hoje, dia 23 de Maio ou «começar com Eugénio»

[faltam 7 dias para a L. T.]

Hoje, S. chegou ainda mais cedo ao Palácio 1314.

Já lá estava L. S. - H. Figura -
A conversa começou com as cerejas - literais - L. S. costuma trazê-las da propriedade materna, «lá para a Zona da Serra da Gardunha»
 «São  como as cerejas, as conversas», e L. S. contou  histórias da infância de José Fontinhas, natural da mesma aldeia - «Póvoa da Atalaia» - e outras, com o seu Humor [...] [não há termo que chegue para o classificar...]
Quanto ao que disse sobre J. F., mais tarde E. de A., «e o resto não digo»
 (N. C.)

sábado, maio 17, 2014

«Vivam os cabeleireiros!», por MEC

- é essa a frase final  da  crónica de hoje de MEC...

- a partir de «apontamento» do quotidiano de um Cabeleireiro, o Cronista «vai partindo a loiça», no campo das «mentalidades»

- pelas 11 e 30, S. leu-a a «General Z.», que «lhe achou graça»

- A «General», durante mais de 4 décadas  [as duas primeiras de EXP, com «todas as letras»] também fez as tais 14 horas diárias referidas [+ 6 ao sábado], engolindo à pressa «o corrupto mantimento», tal a violência e o Ritmo do trabalho;

- e o resultado? uma Vida Digna, construída «a Pulso» [também literalmente],
 a formação de «alto nível» do Princeso [...]
- a «insatisfação» da «General» é Tique, é do Feitio, não é de «Dentro...»
 
- ah, a Crónica de MEC, «Os grandes exemplos», do Público de hoje, 17 de Maio - lê-se AQUI

terça-feira, maio 06, 2014

Mãe (Dia da) - «quanto maior a lembrança...» - por MEC

[não há um dia em que D. - tenha o Nome que vá tendo - não pensa na mãe P. - um Diálogo Íntimo Interminável e não «verbalizável para o Exterior]

[leu, de manhã, a «doce-amarga» crónica de MEC, uma leitura crítica da Dupla Face da «Data Comemorativa»]

REcorte final:
[...]
No Dia da Mãe quanto maior a lembrança, maior a vingança. Na atmosfera pesa a  pergunta oprimente: “E os outros 364  dias do ano, são dias de quê?” Nunca está  escondida a contraproposta: “Olha o que  seria de ti, depois do dia em que nasceste,  se eu só tratasse de ti no Dia do Filho, uma vez por ano?” É por isso que não há Dia  do Filho. Não merecem. São uns ingratos.  Nunca hão-de pagar o que devem.

«O dia da culpa», Miguel Esteves Cardoso, Público, 05 - 05 - 2014, p. 45 
Texto integral: AQUI

sábado, abril 26, 2014

25 de Abril: «Onde estavas?»

[74 - Ano da «Grande Alegria» e da «Grande Tristeza»; da segunda, quase nunca   D. falou...;
Pensar, praticamente, todos os Dias...]

[D. tinha 18; era o Ano de «dar o Nome para a Tropa»; a Inspecção, «aos vinte»; começara a «complicar» o Futuro - com Média para qualquer C. de Ciências, decidira «parar para pensar»
 - oficialmente, dizia que não queria «sobrecarregar as Finanças da FAM»; por isso, ajudava na T.; na verdade, estava «minado» pela Dúvida, pela Indecisão... (outros Contos...)]

[à noite, com a Mana A., ia ao EXTERN. L. C., no Chiado, fazer outras DISC; aí frquentaram a Oficina de Y. M. H. - actor norueguês, consagrado intérprete de  Shakespeare (que dava aulas de Inglês, que viera com M. A., funcionária de Embaixada, com uma belíssima casa na subida para as «J. V.», virada ao Tejo); aí conhecera a Cam. («MRPP», uma das baleadas na A. M. C., a 26) e M. A. D. O. (que S. reencontrará num destes dias, após mais de...) (outros Contos....)]
 
- incrível como, estando o 226 de S. Paulo tão perto do Epicentro, só aí chegavam notícias confusas...; talvez porque, pensa agora S., trazidas pelos TRAB da M. Sul, que tinham passado ainda antes de...; pelas 10 e 30 veio J. T. (mais tarde, «MES», irmão do J. E. T. C. P.),  falando em  «Golpe de Direita»; mas D. foi várias vezes a casa, ouvir a Rádio, e a Coisa «definiu-se»;
- ainda foram servidos almoços; Pai Velho fechou a porta, mas, até quase ao final  da tarde - cinzenta, «morinhenta» -, iam entrando, para comer, beber, comentar...;
- relembra um grupo de turistas italianos, cerca de doze, que ali estiveram abrigados -, «muito juntinhos», durante cerca de duas horas - com  um ar entre o  curioso e o aturdido [inventa S. agora]
 
- depois, fui tudo para casa, logo ali ao lado, no 232, ouvir a Rádio e a Televisão, começar a dominar o ESPANTO... [no caso de D., encher-se de ALÍVIO, «cá uma destas sensações...»] [e «tudo de um dia para o outro»]

Aleluia

sábado, abril 12, 2014

A poesia do mundo - Tolentino de Mendonça

[primeira manhã de P. na Zmab; ainda pouco «lavado», i. é, atento ao Rugido]

[na manhã de leituras, surge a entrevista de José Tolentino Mendonça à nova revista Estante - a ler, na totalidade,         AQUI]

REcorte, da p. 23 [sublinhados acrescentados]:
[…]

Esse “viver no aberto” está relacionado com a imensidão do espaço que preencheu a sua infância em Angola [onde viveu entre os 12 meses e os oito anos]?

O professor João dos Santos diz que a infância é o grande segredo do homem e a Flannery O’Connor diz que quem sobrevive à sua infância sobrevive a tudo. (risos)

A sua infância e os lugares por onde passou definiram a sua vocação?

Criaram condições. De Angola, tenho memórias do espaço, um espaço a perder de vista, de todos os caminhos serem caminhos longos, de haver um silêncio da própria paisagem. Como se a paisagem nos pedisse um tempo mais vagaroso, mais paciente, mais demorado para a contemplação. E guardo dentro de mim a memória dessa imensidão. Lembro-me de, às vezes, ir de barco com o meu pai que era pescador. Tinha cinco, seis, sete anos, e lembro-me de olhar para o fundo do mar ou para a costa, e de estar completamente extasiado com a poesia do mundo. Essa contemplação espontânea acabou por me dar uma capacidade de perceber o grande que habita o mínimo, que habita o escasso. E nesse sentido, marcou-me muito.
[...]

segunda-feira, fevereiro 17, 2014

sexta-feira, fevereiro 07, 2014

«Manuel que é Jaime»

- ou «Jaime e a história de um baptismo na selva» - depoimento do «próprio» «Jaime que é Manuel» - na «série» «Brasil na estrada» - Vídeo de Nelson Garrido e texto de Hugo Daniel Sousa - no Público:

http://blogues.publico.pt/brasilnaestrada/2014/02/07/jaime-e-a-historia-de-um-baptismo-na-selva/

quarta-feira, outubro 30, 2013

O Padrinho

[«recuperada, parcialmente, de «Alpabiblio», de 20 de Outubro]

- ontem, «chez Princeso», em S. A. da C., reencontro com «o Padrinho» (dele, Princ) - A. M. F. - para S., o A. de «há cerca de» 44 PRIM
- após mais de 2 anos de «ausência» - parece que voltou a «reaproximar-se do que ERA» - Aleluia
(lá ficou, «INspirado», como sempre, por «quem é J., isto é, JOV»
- o MEDR. «não conta»]

quinta-feira, outubro 24, 2013

GENERAL Z.

Ontem, cerca das 20:10, antes do Dilúvio na LUZ.

G. Z.: Sabes quem é que vi hoje?
S. : Não. Diz lá.
G. Z.: A Z. S.!
S. [?????] Onde? Era mesmo a Z. S. ???????
G. Z.: Sim , sim. Na M. S. Ia a entrar para aquela Livraria de «coisas religiosas»...
S.: A Z. S. ???????? Na «Paulista»????
G. Z.: SIIIIIMM! Tornou-se muito religiosa, não sabias??
S.: [??????]
G. Z.: Engordou muito. Está muito Gorda.
S.: [???????]

[Não há (EN) (IDEN) Tidade que Resista ao olhar Clínico da General
ALELUIA]

domingo, outubro 20, 2013

Longe (1970) - Wight


Em finais de Agosto de 70 - Festival na ILha de Wight - ,
 S., então ainda D., já fizera 14. Ia (e vinha) de S. P.  ao P. M. (onde, em princípio, ainda não começara a «aparecer» o «MAESL»)
- isto é, vivia numa «Gaiola chamada P.», mas já «cheirava»,  no seu quotidiano, o que, muito pouco, «começava a vir de fora».

Então, quando, um dia, o A. A. M. C. (Nome Completo, que não esqueceu) apareceu com o «DUPLO VINIL» de «Woodstock» - não havia possibilidade de «compreensão» - agora, pela Distância, «já houve»

[Impossível, que tais «memo» não sejam (re) inventadas, ao ver «coisas assim»]
[Dizia A. M.F. - cerca de + 4 anos - , ontem, «que ainda ninguém, dos «círculos» por onde andaram, já escreveu uma AUTOB». Será?]

http://www.youtube.com/watch?v=vRuMgs4b1qk
 

segunda-feira, agosto 26, 2013

Nélida

[uma das «leituras Zmab» - S. vai na página 47]


RECORTE:

         Na primeira visita a Bayreuth, para a temporada operística, percorro o teatro concebido por Wagner [...]
Sob o beneplácito do gênio alemão, percorri a cidade, rastreando-lhe a figura e a da esposa Cosima, de ilustre dinastia, filha de Liszt e da Condessa d’Agoult. A mãe, além de parir filhos ilegítimos do extraordinário pianista, publicara o romance Nélida, com o pseudónimo de Daniel Stern. Um livro lido na adolescência, atraída pelo título. Na mesma ocasião havendo lido o outro Nélida, de Renata Halperin, autora argentina. Movida decerto pela curiosidade de saber o que se escondia sob a custódia de um nome que ambas as mulheres elegeram e que se concentrava agora na minha pessoa.
       Só na maturidade descobri, graças a Tarlei, que o título «Nélida» da condessa, e o pseudônimo que adotara, «Daniel Stern», formavam um anagrama. Não havendo sido o pseudônimo, ao  menos de sua parte, um mero acaso. Antes a deliberada escolha que desatava entre título e pseudônimo simetrias e perplexidades.
       Motivada por tais coincidências, participei à família materna o ocorrido. Encantada de constatar que, a despeito da aversão inicial do avô Daniel pelo nome da neta, pois me queria Pilar, como sua mãe, estávamos o avô e eu irremediavelmente enlaçados pelo anagrama, graças à pertinácia da tia Maíta, responsável por semelhante designação. [...]

Nélida Piñon, Livro das horas, Temas e Debates, 2013, pp. 8-9
[sublinhados acrescentados]