terça-feira, março 22, 2016

«Famous Blue Raincoat»

[ por causa desta Crónica de M. E. C., bem andou D. a ver se se lembrava de alguma coisa «impressiva» do ano de 71 - 15 para 16, 5.º ano - mas não conseguiu...]

https://www.youtube.com/watch?v=6fMnF0Fvdpo

[e restou ouvir de novo a canção aí designada como "a mais bonita e misteriosa dos últimos 60 anos..."]

Outros Recortes:
Em Março de 1971 saiu o álbum mais importante da minha vida: Songs of Love and Hate de Leonard Cohen. [...]
[...] No Verão de 1971, tinha eu 16 anos, [...]
Foi na Primavera de 1971 que me apaixonei pelas clarividências de Leonard Cohen. Há 45 anos.

«A Gabardina Azul» - DAQUI

domingo, março 06, 2016

«Querida Laura» - Postais da 1.ª Guerra

- Uma das leituras de Domingo, no «DN Magazine»
- numa arca, no sótão de uma casa no Alentejo, um conjunto de postais - e outras Memorabilia - que «reabre» o Tempo...

segunda-feira, fevereiro 29, 2016

«Sonhos de sonhos»

[«forçado desligar» da «Máquina APN», pelas 4 (!!) permitiu «conservar» as Imagens seguintes...]

FRAGMENTO 1:
- imagens do quotidiano na Casa do Feijó, onde a General Z e D. se ocupavam de uma menina - cerca de 10 anos, pequena e magra - que «lhes fora entregue» ... [não aparece Princeso...]

FRAGMENTO 2:
- imagens do Monte, com a referida M., e a Marechal H. R. [não surge a General Z) ; - D. depara-se com o jovem vizinho, com uma faca, em vias de degolar uma das Gal. da Marechal...; «disfarça», conversa e aparece um outro que pergunta a D. «se também é Cons.»...; quando ouve o relato, a Marechal «encolhe os ombros», parecendo habituada a que o vizinho, de vez em quando... [...]

sábado, fevereiro 20, 2016

ECO

[há muito que não (re)lê Eco; é um dos que fica para retomar mais tarde... se T. houver...]

[a leitura de O Nome da Rosa foi feita em Agosto de 84 - imagens nítidas porque:
- o Princeso completou então 4 meses; após uns dias no Monte, onde ainda Reinava a Marechal H.., rumou-se para o Rugido, com P., sobrinho (com cerca de 9, 10, anos... )para casa alugada, ainda...«a meias» com a A. M. e o Z.; 
- houve a célebre Madrug. de C. L., campeão da M...
-  a leitura decorreu muito devagar,  num exemplar do C. de L., emprestado por J. P. G. G. (falecido, cerca de seis, sete, oito anos depois?) - frequentemente a meio da Noite, antes e depois da preparação do «biberão»... 
[ainda D. não pensaria na LIC. na Nova... relembra, inventando agora...]

- relida, há pouco, de ECO,  entrevista ao «DN»

sábado, fevereiro 13, 2016

Auto - retrato; Albuquerque Mendes




Albuquerque Mendes está referenciado numa destas «Casas» [a localizar]

- A. R. reproduzido de artigo («Retrato de Artista Cansado») do Expresso 


- DAQUI

sexta-feira, fevereiro 12, 2016

«Jogo de Espelhos» - Paula Rego

Do DN:
REcorte:
[...] Border Patrol: Self-portrait with Lila, Reflection and Ana [2004]

é uma obra feita em pastel sobre papel. Ao lado de Lila Nunes, habitual modelo da pintora, e de Ana, outra colaboradora, vê-se a própria pintora portuguesa, hoje com 81 anos, numa rara representação de si mesma. [...]

quarta-feira, fevereiro 10, 2016

«Antepassada dela própria» - por Francisco George

- pelas 9 e 15; no Estaminé do sr. Del., V., para a d. M.: «Já viu, tão magrinho, não deve trazer nada para ler...»
[é que a  compra em Papel «sextuplica» a despesa - V. «assina»...  - «remorso» permanente; mas como «acompanhar» o Café, em dia Cinz., como o de hoje?]

- a «boa companhia» foi esta narrativa de F. G., sempre no Presente do Indicativo [...]   

Recorte:
[...] a fotografia de 1953 traduz essa relação à mesa do Mestre Conceição Silva (no topo) na casa de Vila de Frades (Vidigueira). Suzana, a filha que agora caminha para os 111, está sentada à sua direita. [...]
Texto completo: AQUI


[Baú da Família George... («Dossier de Lutas») - por Francisco George - AQUI]

terça-feira, fevereiro 09, 2016

Tratado da Mão

[«Mão Gorda»]

M. J. S. - Mestre Biblio - que a enviou - diz que «é do Verão de 1415 ...»


A Legenda fica para mais tarde construir...

sábado, fevereiro 06, 2016

«País póstumo» (Diário como) - Eduardo Lourenço

Recortes de «Entrevista», de 2003, a Anabela Mota Ribeiro:
[...]
É verdade que tem um diário?
Se já o sabe, para que é que me faz a pergunta?

Porque podia tê-lo deixado a repousar...
Tem uma certa razão de ser...

Tanto quanto sei, é a irregularidade que define o seu contacto com o diário.  
No princípio era uma espécie de projecto de um diário, adiado, adiado para outro país, que se pode chamar póstumo. Depois comecei a arrancar algumas páginas, outras começaram a sair...

Porque é que pensou nele como um projecto póstumo? Tem que ver com um pudor que envolve a esfera privada?
O meu diário é já em si tão narcísico, ontologicamente falando... Salvo os diários de pura constatação, que faziam os secretários dos papas ou dos reis para que constassem as coisas significativas de uma época, os diários são uma invenção moderna. É um indivíduo que, escrevendo o diário, assume-se como criador de si mesmo. [...]

Do Início do Mundo - Eduardo Lourenço

[do mesmo end. da entrada acima-abaixo]

Qual é a memória mais antiga que tem de si?
É a do Porto. Embora tenha nascido na Beira, numa terrinha, vim para aqui pequeno. As primeiras imagens que tenho da vida são do nevoeiro, das fábricas, do nevoeiro que atiravam as chaminés. A família repercute esse género de memórias. Lembro-me da frescura de uma fonte onde o meu pai, que era militar, ia buscar água – é uma imagem rústica daquilo que era uma cidade. A imagem que mais me aterroriza, quando estou distraído, é a imagem de um vermelho sangue, que penso que era de um camião que distribuía a carne. Uma outra imagem, que não é do Porto, mas de Matosinhos, creio eu, é a da primeira vez que vi o mar. Da minha aldeia não se via o mar.

O que é que mais o impressionou? A imensidão ou a profundidade?
Eu devia ter dois ou três anos no máximo. Naquela altura não falava tanto! O mar deixa-nos literalmente sem fala. A imagem não era tanto um mar, mas um barco às avessas, pousado na areia, com aquelas cores, o azul, o vermelho. Da minha aldeia, a imagem que guardo, que é uma segunda imagem, é a da chegada, em cima de uma coisa enorme, podia ser um búzio...
[...]

segunda-feira, janeiro 25, 2016

Chave - Lista dos Nomes

[Antes que sejam mesmo esquecidos; ontem, V. já não se lembrava do Nome «sob» C....]

0809: Armindo («recuperado», pq. atribuído, em 0506, por J. N., brilhante Qd.a de 1.º Bloco)
0910: Daniel (não se lembra do porquê...*)
1011: Rafael (pq. houve o "Verdadeiro"; nos anos seguintes foi para «Os Fornos» e «andou aos Tombos»; «agora que idade tem»?; por onde andará?)
1112: Gabriel (o Verdadeiro fará depois um percurso em «Ascensão...»)
1213: Telmo (por causa da P. do F. L. de Sousa; ninguém «gostou» do Nome, nem D.)
1314: Samuel (idem...*)
1415:Clemente (pq. decidira comportar-se dessa forma, «fazer jus ao Nome...; terá feito?)
1516: Viriato, porque, «então, isso sabe-se lá»
1617: Jaime, conforme descrito AQUI 
1718: Mariano - que logo em Junho «se impôs» (não podendo ser Maria...)
1819: William - por ter visto o filme «Paterson», em dias de antes dos Qd.os... (e para o ajudar a «distanciar-se» do C. P.; ... resultou....)
1920: Fausto - pelas múltiplas ressonâncias míticas...               (de Formigo, desistiu-se) 

sábado, janeiro 16, 2016

Paul do Mar - «Antecâmara do Céu»

[ainda há pouco]
- Então, General, gostaste de «ouver» o «teu Presidente», ontem?
- Bah, Humm [...] sim, gostei [ e mais não disse... bah... ]

- J. A. dos S., madeirense, nado em 1940, médico, P. da C. M. de O., de 76 a 93 [quando a General era...] - e que, para além da «Alma alentejana» diz, da sua Terra Natal - Paul do Mar -  «ser a AnteCâmara do Céu»  [....]

- para o caso de a General o querer voltar a ouvir, um dia, quem sabe - fica registado:

http://www.rtp.pt/play/p2078/e220298/umavidaumahist

Rua de S. Paulo, 218

- ao telefone, a Mana C. informou D. desta e de (muitas) outras transformações ocorridas na Rua [..]
- ainda antes de ir à Santa, D. reconheceu o espaço - até «contando»: «226», 224 (porta de P.); 222 (loja, Armazém de Bacalhau...); 220 (porta de P.)...; 
- aí existiu, décadas e décadas (tudo era menos efémero...), a «Loja das Solas», já então, bem Velha,  de [..] ; - era  um dos sítios onde o Men. «pastava», durante o Imenso tempo da I. [...]
- intenso cheiro aos vários tipos de Couros, Cordas, Colas e afins; chão de longas tábuas de Madeira, que «escondia» as  Lajes ora [...]
 (Fotografia do «Templo», aberto no Verão, de Ricardo Campos - do sup. Fugas, do Público)

segunda-feira, janeiro 11, 2016

Feliz Natal, Mr. Lawrence

  - o filme é de 83;       [anteriores, de Oshima, já D. os vinha vendo desde ...]

  - mas pensa que o terá visto na «Fase» do H. S. A. (os anos da FAC...), (...); a Impressão que a «Personna», «Mecânica», lhe causou! 

 [lembra ou inventando agora (re)lembra...]

(caricatura de Dalcio - DAQUI)




sábado, janeiro 09, 2016

«Máquina APN» + «Sonhar sem mentir», por MEC

Desligar às 6 e 15 (noite sobrecarregada de sonhos...)

No mais próximo do «desligar», V. escrevia o sumário de aula sobre os L. (consciente de que estava mal preparada...), com um GARFO sobre um «suporte» (de papel, em princípio...) repleto de restos de carapaus assados...; noutro «flash», houve que limpá-lo («mal e porcamente») para o emprestar a um Qd.o... [...]

[a 18, lê-se  Crónica de M. E. C.... - DAQUI
Recorte - parágrafo final:


Sonhar é a vingança de viver. Se viver é bom os sonhos são melhores: são horríveis mas desaparecem quando acordamos. Esquecemo-nos deles como se nunca os tivéssemos sonhado. Só noutros sonhos se repetem. Só noutros sonhos os reconhecemos. E fugimos deles, aterrorizados. Mas só nos sonhos. E sem mentir.

É assim que a vida se vinga de nós e das nossas mentiras de verdade.




quarta-feira, janeiro 06, 2016

«Máquina APN»

- 5 e 50, desligar da Máq. APN

- no sonho, M. R. de S. (na realidade, o candid....) ralhava muito com V., na Copa de um Restaurante de Luxo, por não limpar devidamente os restos dos pratos, para um Caixote, já a «transbordar»...; 
- noutra imagem, V., raivoso, «calcava o lixo a pés juntos (coisa que D. efetivamente fez, muitas vezes...), «recuperando» 2/3 do Espaço...; de mais, não se lembra...

domingo, janeiro 03, 2016

Virginia Woolf

A escritora Virginia Woolf fotografada em Londres (1939) por Gisèle Freund, que foi fotógrafa, trabalhou em jornalismo e documentário      

DAQUI

segunda-feira, dezembro 28, 2015

«Vaqueiro torna tudo mais apetitoso» OU «como aprender a ler nos rótulos das latas...»

[de menino com uma extraordinária capacidade de aprender, a músico, escritor, 
ministro da Cultura... - é dele o livro referenciado no ALPA...
REcorte da entrevista da (última) «Revista 2» do Público:

Era um menino-prodígio?Diziam isso. Havia muitas protecções de todos os tipos sobre o menino. Vivemos sempre com um olhar diferente sobre nós. E os meus pais não sabiam muito bem o que fazer com isso.
A sua família era de gente de poucas letras. Sim. Praticamente analfabeta. Só o meu pai sabia ler e escrever. A minha mãe não sabia. O meu avô não sabia.
Como é que, nesse ambiente, aprendeu a ler ainda antes de ir à escola?
Aprendi a ler graças à importação das latas de banha e de azeite de Portugal. [...]
Pelo gosto do desenho ou pelo significado das palavras? Pelos dois.
 Inventava muito o ler quando ainda não sabia ler. E às vezes acertava. É muito engraçado. Também hoje me pergunto como é que copiava Vaqueiro, 
V, A, Q, U, E, I, R, O, e como é que sabia que era vaqueiro. Essa frase
 sempre me perseguiu, era muito criança e repetia: “Vaqueiro torna tudo mais 
apetitoso.” Ou a lata de banha, “Braço Forte, Lda.” Ou: “Azeite Galo.” Copiávamos
 tudo o que havia. Isso tudo no chão de terra batida. E líamos. Ali nasceu 
a escrita. [...] Depois comecei a escrever cartas para as mulheres, para os 
emigrantes, para os rapazes na tropa, e ficava uma espécie de menino de 
aluguer da família.
Completa - AQUI

sábado, dezembro 26, 2015

Inventário (de Nomes)

[com os Estaminés fechados, sob a dupla causa Natal + Obras, usa-se a Santa do TLL do Princeso...]

Pelo Rugido - deserto - no regresso da Visita «às Cegonhas que fazem ninho na Aba das Falésias», com J. e C. B., vão sendo listados e «apreciados» vários Nomes Próprios para o Futuro «Ele(a)»...

domingo, dezembro 06, 2015

«Ao volante do [...]

[...] do Chevrolet», não; 
[...] de um Golf, «às voltas» por Sacavém, Moscavides e Bobadelas..., sem conseguir encontrar a via de regresso a Lisboa, a pensar, sonhando, que General Z jamais aprovaria a «aquisição por impulso» de tal Viatura...

Uff, que se desligou a «Máq. APN» e já eram 6 e 50 - tempo para ir ouvir o «Eixo do Mal» - antes do Estádio Roma...  



segunda-feira, novembro 30, 2015

Que Nome é o Seu?

[ Nó indeterminado; antes das 5 e 30, do primeiro «interv.» da Máq. APN...]

[vindo da Alam. das L. de T., em EntreCampos, D. «ladeia» o início de uma Manif. de «Batas Brancas», todas Jovens...]

[Rosto Largo, talvez parecido com o de J. R.,  Qd.a do «actual 4.º Bloco»...]

- «Não me lembro do Seu Nome...»
- «Eu, do Seu, também não...»
- «Já estive dentro do Seu Sonho...»

[«Raspou-se» dali para Fora, D....]

domingo, novembro 15, 2015

Batata-Doce ou a «Menina dos dois apelidos» e «muitas Vidas»

[ao dom., V. não costuma comprar o D. de N. - mas a História de Vida do «Magazine» justificava  [...]

Recorte:

[...] Os dados pessoais são o primeiro indício de barafunda: [Isabel] acredita que tem 53 anos, mas não tem a certeza. «Fui batizada em Braga e foi aí que escolheram a minha data de nascimento», explica. Dia de Nossa Senhora, 13 de maio de 1962. «Quando me encontraram, acharam que devia ter uns 2 anos. Mas, vá lá, pelo menos não me chamaram Fátima.» Não perdeu o humor. Apelidos, tem dois, um para cada vida. Para os soldados e a família que a acolheu em Portugal ela é Isabel Batata‑Doce, porque em Angola passava os dias a comer o tubérculo [...]. No bilhete de identidade é Isabel Manuel Jacinto, filha de Manuel Jacinto Diogo e Eva Manuel Adão – pais biológicos que não conheceu. [...]

quinta-feira, novembro 12, 2015

«Sonhos de sonhos»

6 da manhã - desligar a «Máq. APN» possibilita sair da Copa do Bar do H. S. A. - [onde se ouvia, de tempo a tempo, muito próximos,  os ASC. da Glória... - de Abril (?) de 87  a Dezembro de 89... - 3 primeiros anos da FAC]

- figuras velhas conversavam com D., enquanto este preparava uma sande de queijo - já só se lembra que falavam «de ter [...] no período do «Iva a 23» e que agora iriam recuperar (com o Iva a 13...?» - que «salsada»...

terça-feira, novembro 10, 2015

Percival (Neil) - «Young Forever», aos 70 - «Que nome é o seu?»

São 8 e 48 - do dia da «Original Morte Govern. Anunciada»;

- ao ler os jornais, no COMP, D. depara-se com «breve» do «DN» que marca a idade de Neil, e faz um «trocadilho» com o apelido e com o «SobreNome» e [...]

- Na casa de S. Paulo (232, 3.º) - «paredes meias» com o Ascensor - havia um «Gira-discos» colocado em cima de uma Cristaleira - os discos não eram muitos - um dos que o então Jovem D. ouvia «vezes sem conta» era «Déjà VU» de N. Y. + 3 (C. + S. + N.) - se a Memo não falha, será de 71 

[o disco ainda aí está -  que lhe fará, um dia, o Princeso? ]

- ano do concerto desta versão de «Heart of Gold» [«tão Jovem e (...) - agora que Idade tem?»]
- 70! 
(e D. em breve «Completa» «menos dez») - 
[«deu-lhe para Aqui, nesta manhã em que, ao lado, se  mostra Tur. na Praia do «V. de S. M.»....]

[- E hoje é dia de «São Cun.» - Amanhã, de S. Martinho e de S. «General Z» (64) - Aleluia]


quarta-feira, outubro 28, 2015

«Sonhos de sonhos» - C. B.

FRagmento da última Manta de Sonhos:

D. encontra I. M. na Rua, na A. R. - mas com Bata, Touca de Borracha e Cabeça cheia de «descolorante»! - que lhe diz 
«já saber que vão ser [...], pois encontrara o pai de C. B., no Chiado, que a informou disso»

Aleluia.

[outro FRagmento, de outra Manta: Aviso das Finanças -  Penhoras, por dívida de 144,,,, que V. e a General desconheciam - Uff, que "logo" se acordou...]

segunda-feira, outubro 26, 2015

Autopsicografias - «Maria Papoila»

Imagens de Infância no Alentejo - projeto de ilustração «Maria Papoila», de Lina Nóbrega, natural de Portalegre - a ver no «P3» - em casa do Público 

REcorte da «Notícia»: 
(...) [L. N.] Acredita que o seu inconsciente lhe traz memórias e detalhes das suas vivências e das personagens que criou. “Maria Papoila”, o seu último projecto surge como um elemento ilustrativo da sua infância e das suas raízes no Alentejo. Este projecto recria o seu mundo, “um mundo que é muito mais simples que o real, [...]
[General Z. - «alentejanita», também, diz que gostou...]


sexta-feira, outubro 23, 2015

«1916» - Casa Costa

- Semanalmente, um dos Recados do Menino (nasc. em 55) era ir levantar o «Vigésimo», o bilhete da Lotaria, com o n.º 1916, que estava reservado na «Casa Costa», a menos de 100 metros de Casa, do outro lado da Rua de S. Paulo - cheiros fortes a Madeiras e Tabacos, funcionários «com muitos anos de casa»...

- Por 50, o Pai Velho obteve um 1.º Prémio com esse número e não mais deixou de o comprar - (até ao Fim?) - certo é que nunca mais «lhe rendeu um tostão»...

Terá sido agora «adaptado» a Bar - lido AQUI   




segunda-feira, outubro 19, 2015

Que Nome é o seu

[hábito antigo - ler o jornal, de manhã, no «Gabinete» - hoje, pelas 6:45...]
[- na casa da C. S. C. de S., «recortados« ou «ásperos» e pendurados num gancho, os jornais «faziam  as vezes» do que ainda não havia, o Rolo Macio...]

- na «Revista» do Expresso,  artigo [«No reino dos Silvas... AQUI] e infografia sobre os Apelidos mais [...]; 
- nos registos do 1.º Semestre de 2015, M.  (Apelido da Avó Paterna, A.,«ocupa» a 8.ª posição e F. (apelido do Avô Paterno, D.) a 9.ª [...];

- [quanto a R. - apelido do Avô Materno - passou a «SobreNome» e, naturalmente não «consta» na lista dos «100 mais»]
Well

sexta-feira, outubro 16, 2015

O AZUL que engole o corpo, a obra (Helena Almeida)

Fotografia de Paulo Pimenta, da Montagem da Expo, em Serralves - do Público
Recorte do artigo: Uso o azul porque é uma cor espacial. Tem de ser azul (…). É mesmo o espaço, é engolir a pintura”, justifica a artista em entrevista aos curadores da exposição de Serralves.

domingo, outubro 11, 2015

Nó [+ C. S. C. de S., 12. 2.º Esq.º]

Foi Ontem que J. e C. B. «deram o NÓ» - na praia de S. João da Cap. - (pena o TEmporal) - com os «mais próximos» - anos de prática tornaram TRanquilo «o Enforc.»... 
[reenccontro com T., «ex-AA», de 99-00, com as Gémeas, de 5 M. = «Bonança depois da Tempestade»...]

Aproveitando a presença da Mana A. [+ 15 meses], D. «recuperou» a Morada Certa:- C. S. C. de S., n.º 12, 2.º Esquerdo (a ver se, na próxima Prim., lá vai...]                         VER:   (no «Peri»]
[se A. afirma que de lá saíram - (para a R. da B. de D. B, n.º 13, 3.º ?) - quando tinha 6 anos, D. teria 5. «Bate certo», agora]

quinta-feira, outubro 08, 2015

«Ganhar o Dia» (com o «Novo Homem Securitas»)

Palácio 1516. Cerca das 12., a caminho do R.

O «Novo Homem Securitas» (N.) é (ainda) «Muitoooooo» Jovem e mede 1. 85 

- [«perpassa» por ali uma Mente... - «e o Resto não se diz...»] 
- [depois de ter «confirmado», junto da Dona GTT, a «dificuldade articulatória» do Visado, V. voltou a...]

E não é que N. atribuiu a V. "cerca de 37 anos"... [houve que mostrar o C. de C....]

«Dia muito bem ganho», para D., - Aleluia.

quinta-feira, outubro 01, 2015

V.

Ontem, à tarde, estrategicamente «emboscada» no Viaduto da A. G. R., Eli «autopsicofotografava» a Luz que, segundo a própria, «era fabulosa»...

Desta vez, V. [que, vindo da Farm., «ladeava» a «Praceta» que é apenas «cruzamento de ruas», segundo A. L., Mestre de Filos., aí resid.]  teve tempo de «Tapar» a Identidade e «teve direito» à Prova:


[Viva o Direito à «não-imagem»!]

terça-feira, setembro 29, 2015

Espelho

-cerca das 9:00, ao Espelho-

Pela «esquerda- Frontal», os «Brancos avançam.». Não há como os deter.
Nem os esforços da General Z poderão ...

- à noite, diz A General: «Vou pintar-tos...»           [ai, ai, ó da Guarda!]

sábado, setembro 12, 2015

O dia inicial

O dia inicial foi:
5 de Dezembro de 89 (para não esquecer) - o local: F. D., no Cacém (em MiniConc.)
Com o desp. do H. S. A. (que «Pagode»...), nos Restaur., contente terá ficado o Sr. Bonif., que  há muito  vinha tentando descobrir como é que D.... ( e o «resto não se diz...»)

terça-feira, agosto 25, 2015

Rugido - 32.º, 33.º dia

[noite com muitas interrupções e muitos sonhos...],
 
1)5 horas:
- quando desligou a Máquina APN, com o inevitável «alívio»...,  D. estava numa comprida e fria sala; muito público para assistir à defesa da T. de M.; não havia júri, só P. M.; pensava como improvisar o que não fora devidamente preparado...;                       (o evento foi em Fev. de 06...)
2) 6 e 45:
- desligar final; na secret. do Paraíso, para preencher o impresso da apres. para 1516; zeloso funcionário equacionava com C. a apos. deste...

Índice final da M. APN: 3, 6!                   Well

segunda-feira, agosto 17, 2015

Retratos sucessivos - Teolinda Gersão

[em curso de leitura, na reimpressão de 2014, este livro de T. G., de 84;]
Recortes:
         [...]
         Sábado, cinco.
        Iria pintando em cada dia o seu retrato, decidiu, deixaria retratos sucessivos no tempo, multiplicando-se para aumentar as suas hipóteses de escapar à morte. Porque a morte levaria muito mais tempo a apagar todos esses eus do que só um.
[…]
        Segunda, treze.
        Olhou-se ao espelho, para ver como ficaria no retrato. Mas a imagem que viu não lhe pareceu exacta. Procurou debalde em todos os espelhos, no (…) oval do quarto, no (…) escuro da entrada, […] Mas a imagem pareceu-lhe cada vez mais inexacta.
[…]
         Domingo, doze.
         Procurou nas fotografias, mas todas tinham desbotado, estavam pouco nítidas e não se reconhecia em nenhuma, […]
Segunda, trinta e um.
Então foi ao fotógrafo, tirar o retrato.
No estúdio havia guarda-chuvas de seda branca, coando uma luz homogénea, clara, subindo e descendo diante do seu rosto, ela estava sentada debaixo da luz como um objeto em que ele tocava, compondo-o, mudando, inventando.
         (o tempo parado, o instante preso, ficarás assim pela eternidade adiante — as fotografias eram uma imagem da morte, o seu rosto sem vida, uma máscara de cera, fixa, fria)
          não havia exactidão e tudo era manipulável, viu enquanto ele levantava e baixava os guarda-chuvas luminosos, a máquina deveria ser imparcial e exacta, mas de algum modo ele fazia-a mentir, e também ela própria era um objecto, assim exposta, à mercê da luz e da objectiva.
          De tão manipulada e de tão morta, também não se reconheceu nesse retrato. […]

Teolinda Gersão, Os guarda-chuvas cintilantes — Cadernos I – diário, 3.ª ed., Sextante, 2014, pp. 28-30
 
Outros REcortes: AQUI e AQUI

terça-feira, agosto 11, 2015

Viagem a Itália + A terra dos Mèzarat

Festiv. já partiram. Rugido continua enevoado...
-Ontem - chegada do  Princeso e C. B., para curta estadia.

De 25 de Julho a 4 de Agosto fizeram a sua «Viagem e Itália»: 
Milão, Como, Garda, Verona, Veneza, Milão, com muito comboio...

Antes de começarem a comentar o «Diário Fotográfico», C. relembrou a estadia de 15 dias, em Março de 79 (D. sobrevivia, então como B....); Stresa foi a «base» de múltiplos percursos... [de lado, General Z. comentava que «D. era muito culto, então...»)

Inevitav., C. «convocou» Dario Fo - por aí nascido (Maggiore) - e a sua belíssima Autob. de I. e J. - A terra dos Mezàrat - (as últimas vezes em que C. propôs Recortes da mesma aos Qd.s -  em 0910, 1011...)
 

quarta-feira, agosto 05, 2015

M. «das Caldeiradas»

- terminada ontem, junto ao Muro da Zmab, em Obras, com a Comadre I., a conversa iniciada há dias com a Mana A. («fomos, ainda crianças, ao casamento da M. Ad., que, há tempos, cumprimentei...»)
- figura de Grande Força, a do pai - «Grande Amigo» do Pai Velho - o M. «das Caldeiradas», epíteto «reaceso» após a conversa com o Outro Gémeo... - 73 anos...)


- de regresso ao «Palácio» (assim designado, há dias, por hab. da Zmab ou de S. Teot...), C. prometeu à General Z. uma Visita ao Páteo da B. - onde, há décadas, C. não vai - até para «espelhar» Imagens...


sexta-feira, junho 05, 2015

2015 - sexta santificada OU «sob as Tílias»

- "sexta santificada", porque:

- as «premonições» de General Z. foram anuladas (espera-se que não apenas adiadas...)

[- ontem, C. ainda esteve muito combalido» da Col.....]

- hoje, pelas 10:00, na Ilha ouvia-se a passarada pequenina, pelas tílias -[sim, são tílias - lição de Eli, no dia 8...] - e não o «Império do Grito» [...]

(O Grito - frequent. HIst.- só voltará, com novas «FaceBook», em Setembro...)

- Ufff!                         [velho e cansado, C.]

domingo, maio 31, 2015

o Sr. Parada [Pausa nos Envelopes] + O Sr Machado

- tendo começado às 6 e 30 [para «recuperar» o atraso ... ], C. fez uma pausa - no Envelope de S. Par., do 1.º Bloco...
- relembra que o «sr. Parada» era uma das (muitas) Figuras da Geografia da I. 
- vendedor ambulante (ou Itin.), vulgo «banha-da-cobra»,  levava uma infinidade de tempo a acrescentar, (apregoando...) à Nota, que «bailava» na Mão Esquerda, mais um produto, utensílio, peça de roupa ou «medicamento» (as Séries tinham que variar...), a pagar por «essa única» Nota  - no fim, era «um ver se te Avias»..., as Notas «voavam»...
- com sócio(s) e «camioneta - Expositor», percorria as Feiras dos arredores e as praças lisboetas
- junto ao «Merc. da Ribeira Nova» [hoje, uma ...], C. relembra D. a a observar o «Desempenho» (palavra de Hoje...),  Fascinado.....
- a «Intervalos», o sr. Parada descansava, «estacionando»  inteiros dias na «Baiuca do Pai Velho», uma manhã inteira a ler (a Secção Necrológica de «O Século»...), sorumbático, soltando raras frases de «Humor Ácido »... [inventa C., agora?]
- C. recorda que D. o via como alguém «Áspero» ou «Agreste» para a Criança... (mas nisso não «destoava» do então Geral comportamento do Adulto...]

[fim do Intervalo; voltar aos Envelopes... está por pouco...]

[LER a narrativa «O Sr. Machado», de António Lobo Antunes - Figura ainda mais Burlesca, na Infância de (...), lá para Benfica... - AQUI ]


sexta-feira, maio 15, 2015

Sonhos de sonhos - «Máquina APN»

05:40                   [C. desliga a Máq. APN = 7.1 - 6.9]   

[«madrugada» do dia seguinte ao da Presc. da Col. - e «o resto não se diz...»; - ouve-se o miado da gataria pelos logradouros do «Bairro dos Taxistas»;  há pouco, desceu o Elev., como habitualmente, com o vizinho do 6.º E., J. C. [...]

últiimas imagens:
- «sessão de leitura em Voz Alta, com sucessivos interv. [num Quad.?]; senhora idosa (caboverdiana?) lia conto de Machado de Assis; começara num ex. próprio e lia agora no de C. - «amarelado e desfeito» - Título: «O Pão»

[algum dos contos de M. de A. terá tal título? «associação» a «A Repartição dos pães», de Lispector?)

Well - «Sonhos de Sonhos»...

sexta-feira, maio 08, 2015

Anatomia (Lição de) OU «Está a sopa na mesa» - Lobo Antunes

[a leitura desta «Crónica» de Lobo Antunes «reenviou» C. para o Teatro Anatómico da F. de C. M., da Univ. Nova de Lx, no Campo Santana, para o «longínquo» ano de 76-77, andava D. pelos 21, 22 ... 
-           ah, relembra que o jovem «Monitor», recém-licenc.,  pertencia ao «Clã» P. N.....]

Recorte inicial [truncado]:

        «Eu tinha dezasseis anos, quando me matriculei em Medicina [...] e nunca havia posto o olho em cima de um cadáver quando o ensino prático, no teatro anatómico, começou. Depois de esperar com os colegas, de bata e luvas, arrepiadinho de medo, num compartimento que dava para uma sala enorme, cheia de pias compridas, de pedra, os mortos começaram a entrar numa espécie de macas metálicas, com redes que chiavam, nus, de dedo grande do pé munido de um cartão com o nome, amarelos, direitos como paus. Uns empregados [...] transferiram-nos para as pias num pivete de formol. O que parecia o chefe [...], o senhor Joaquim, gordo e bexigoso, veio anunciar
        - Está a sopa na mesa
        e nós lá fomos, acanhadíssimos, tentando não olhar
        (pelo menos eu tentava não olhar, numa vontade louca de fugir a sete pés)
        à medida que nos iam distribuindo pelas pias, em redor daqueles corpos amarelos, com o formol a encher-nos de lágrimas. Lembro-me do senhor Joaquim perguntar
        - Que tal a sopinha, meus senhores?
       [...]

        António Lobo Antunes, «A lição de Anatomia», Visão, n.º 1157, 7 a 13 de maio de 2015, pp. 8, 9                completa,            AQUI

segunda-feira, maio 04, 2015

3 meses cá, 3 meses lá

- «cá» é a aldeia transmontana onde J. Rentes de Carvalho nasceu; «lá» é Amesterdão, onde viveu durante 50 anos;

- Eli disse, de manhã, que é leitora da obra narrativa J. R. de C. ; C., por ora, só do «Blogue» («Tempo contado»)           (AQUI)


- o documentário, biográfico («e não só») de 2013, da RTP 2, da série «Memórias de mim mesmo» está           AQUI


domingo, abril 19, 2015

«Sonhos de Sonhos» - de 18 para 19

[Título de Tabucchi]
Repetido Caminho dos Sonhos Noct.- Acordar. Relembrar alguns pormenores mais «bizarros»... Ou «aliviar».  Esquecer.
Com a Sensação de que «são cada vez mais e mais pesados», desde que, há cerca de 8 anos, «depende» da Máquina APN

                       Ao fim destes últimos anos, C. «arruma-os» em três Motivos «predominantes»:
- A Casa - inclui «variantes múltiplas» das várias, da Família, da Inf., das de Comum. com General Z...; recentemente, a do «Aranhiço» (fonte de permanente preocupação, justificada ou não?)
- A Sala do Restaurante (do Bar) (variantes múltiplas» dos vários em que C., então D., foi trabalhando, enquanto «não deixou de ser Parvo...», segundo M. L. Costa)

- O Quadrado ( a Sala da Função, propiciando o Acordar mais «aliviante», pela óbvia Natureza de (repetidos) «Pesadelos»...)

- Desta vez, o «quotidiano, por dentro», de um Rest. de Luxo, recente, de sucesso, em salas de «Pé Alto» (tipo «Avenida Palace» ou Rua do Arsenal), envolvendo Pai Velho e múltiplas Figuras «esbatidas» por tempos e lugares outros...
- Well. 
- Pacífico, desta vez, o «quebrar do Sonho», pelas 4; Máquina APN e alguma (...) obrigam...

sexta-feira, abril 10, 2015

Saramago: «o Filho que deu o Nome ao Pai»

[texto truncado, sublinhado acrescentado]

Contei noutro lugar como e porquê me chamo Saramago. Que [...] não era um apelido do lado paterno, mas sim a alcunha por que a família era conhecida na aldeia.  Que indo o meu pai a declarar no Registo Civil da Golegã o nascimento do seu segundo filho, sucedeu que o funcionário (...) estava bêbedo (...) e que, sob os efeitos do álcool e sem que ninguém se tivesse apercebido da onomástica fraude, decidiu, por sua conta e risco, acrescentar Saramago ao lacónico José de Sousa que meu pai pretendia que eu fosse. E que, desta maneira, finalmente, graças a uma intervenção por todas as mostras divina, refiro-me, claro está, a Baco, deus do vinho [...] não precisei de inventar um pseudónimo para, futuro havendo, assinar os meus livros. Sorte, grande sorte minha, foi não ter nascido em qualquer das famílias da Azinhaga que, naquele tempo e por muitos anos mais, tiveram de arrastar as obscenas alcunhas de [...]. Entrei na vida marcado por este apelido de Saramago sem que a família o suspeitasse, e foi só aos sete anos, quando, para me matricular na instrução primária, foi necessário apresentar certidão de nascimento, que a verdade saiu nua do poço burocrático, com grande indignação de meu pai, a quem, desde que se tinha mudado para Lisboa, a alcunha o desgostava. Mas o pior de tudo foi quando, chamando-se ele unicamente José de Sousa, [...], a Lei, severa, desconfiada, quis saber por que bulas tinha ele então um filho cujo nome completo era José de Sousa Saramago. Assim intimado, [...] meu pai não teve outro remédio que proceder a uma nova inscrição do seu nome, passando a chamar-se, ele também, José de Sousa Saramago. Suponho que deverá ter sido este o único caso, na história da humanidade, em que foi o filho a dar o nome ao pai. [...]


José Saramago, As pequenas memórias, 1.ª ed., Lisboa Caminho, 2006, pp.  47-49

terça-feira, abril 07, 2015

A peste - de Camus, de S. P. e de C.

- pelas 13, no Quad. 502, S. Par.        [AQUI, tb.]        (M. que leva P. a «sério» )
retirou um exemplar de A peste, de Camus - não se diz o que C. comentou...

.. mas sim o que relembrou:
- a partir de Janeiro (ou Fev.?) de 75 (ano de Brasa, do «PREC» - «não havia trabalho para Ninguém...»), D. conseguiu colocação na SMT [...]   - aí lavorou até Abril de 78

- o exemplar de A peste (de bolso, da Folio) foi-lhe enviado por um casal belga, já idoso (ele, talvez, contabilista... ela...), em data ...; 
hospedados no Tivoli, na Avenida, tinham-se habituado a vir conversar com o Menino D. (19, para 20, em 75), nos finais de tarde (logo, depois de 76, ano da entrada em Med.) - certamente agradados com o Leitor que D. já era...

- extraordinária é a confusa referência escrita, em Português, no envelope (que permanece colado no exemplar...):

«para um jovem empregado de balcão que mora
perto da ponte (?), na margem esquerda(?) do Tejo,»

[Well, ???]