segunda-feira, janeiro 25, 2016

Chave - Lista dos Nomes

[Antes que sejam mesmo esquecidos; ontem, V. já não se lembrava do Nome «sob» C....]

0809: Armindo («recuperado», pq. atribuído, em 0506, por J. N., brilhante Qd.a de 1.º Bloco)
0910: Daniel (não se lembra do porquê...*)
1011: Rafael (pq. houve o "Verdadeiro"; nos anos seguintes foi para «Os Fornos» e «andou aos Tombos»; «agora que idade tem»?; por onde andará?)
1112: Gabriel (o Verdadeiro fará depois um percurso em «Ascensão...»)
1213: Telmo (por causa da P. do F. L. de Sousa; ninguém «gostou» do Nome, nem D.)
1314: Samuel (idem...*)
1415:Clemente (pq. decidira comportar-se dessa forma, «fazer jus ao Nome...; terá feito?)
1516: Viriato, porque, «então, isso sabe-se lá»
1617: Jaime, conforme descrito AQUI 
1718: Mariano - que logo em Junho «se impôs» (não podendo ser Maria...)
1819: William - por ter visto o filme «Paterson», em dias de antes dos Qd.os... (e para o ajudar a «distanciar-se» do C. P.; ... resultou....)
1920: Fausto - pelas múltiplas ressonâncias míticas...               (de Formigo, desistiu-se) 

sábado, janeiro 16, 2016

Paul do Mar - «Antecâmara do Céu»

[ainda há pouco]
- Então, General, gostaste de «ouver» o «teu Presidente», ontem?
- Bah, Humm [...] sim, gostei [ e mais não disse... bah... ]

- J. A. dos S., madeirense, nado em 1940, médico, P. da C. M. de O., de 76 a 93 [quando a General era...] - e que, para além da «Alma alentejana» diz, da sua Terra Natal - Paul do Mar -  «ser a AnteCâmara do Céu»  [....]

- para o caso de a General o querer voltar a ouvir, um dia, quem sabe - fica registado:

http://www.rtp.pt/play/p2078/e220298/umavidaumahist

Rua de S. Paulo, 218

- ao telefone, a Mana C. informou D. desta e de (muitas) outras transformações ocorridas na Rua [..]
- ainda antes de ir à Santa, D. reconheceu o espaço - até «contando»: «226», 224 (porta de P.); 222 (loja, Armazém de Bacalhau...); 220 (porta de P.)...; 
- aí existiu, décadas e décadas (tudo era menos efémero...), a «Loja das Solas», já então, bem Velha,  de [..] ; - era  um dos sítios onde o Men. «pastava», durante o Imenso tempo da I. [...]
- intenso cheiro aos vários tipos de Couros, Cordas, Colas e afins; chão de longas tábuas de Madeira, que «escondia» as  Lajes ora [...]
 (Fotografia do «Templo», aberto no Verão, de Ricardo Campos - do sup. Fugas, do Público)

segunda-feira, janeiro 11, 2016

Feliz Natal, Mr. Lawrence

  - o filme é de 83;       [anteriores, de Oshima, já D. os vinha vendo desde ...]

  - mas pensa que o terá visto na «Fase» do H. S. A. (os anos da FAC...), (...); a Impressão que a «Personna», «Mecânica», lhe causou! 

 [lembra ou inventando agora (re)lembra...]

(caricatura de Dalcio - DAQUI)




sábado, janeiro 09, 2016

«Máquina APN» + «Sonhar sem mentir», por MEC

Desligar às 6 e 15 (noite sobrecarregada de sonhos...)

No mais próximo do «desligar», V. escrevia o sumário de aula sobre os L. (consciente de que estava mal preparada...), com um GARFO sobre um «suporte» (de papel, em princípio...) repleto de restos de carapaus assados...; noutro «flash», houve que limpá-lo («mal e porcamente») para o emprestar a um Qd.o... [...]

[a 18, lê-se  Crónica de M. E. C.... - DAQUI
Recorte - parágrafo final:


Sonhar é a vingança de viver. Se viver é bom os sonhos são melhores: são horríveis mas desaparecem quando acordamos. Esquecemo-nos deles como se nunca os tivéssemos sonhado. Só noutros sonhos se repetem. Só noutros sonhos os reconhecemos. E fugimos deles, aterrorizados. Mas só nos sonhos. E sem mentir.

É assim que a vida se vinga de nós e das nossas mentiras de verdade.




quarta-feira, janeiro 06, 2016

«Máquina APN»

- 5 e 50, desligar da Máq. APN

- no sonho, M. R. de S. (na realidade, o candid....) ralhava muito com V., na Copa de um Restaurante de Luxo, por não limpar devidamente os restos dos pratos, para um Caixote, já a «transbordar»...; 
- noutra imagem, V., raivoso, «calcava o lixo a pés juntos (coisa que D. efetivamente fez, muitas vezes...), «recuperando» 2/3 do Espaço...; de mais, não se lembra...

domingo, janeiro 03, 2016

Virginia Woolf

A escritora Virginia Woolf fotografada em Londres (1939) por Gisèle Freund, que foi fotógrafa, trabalhou em jornalismo e documentário      

DAQUI

segunda-feira, dezembro 28, 2015

«Vaqueiro torna tudo mais apetitoso» OU «como aprender a ler nos rótulos das latas...»

[de menino com uma extraordinária capacidade de aprender, a músico, escritor, 
ministro da Cultura... - é dele o livro referenciado no ALPA...
REcorte da entrevista da (última) «Revista 2» do Público:

Era um menino-prodígio?Diziam isso. Havia muitas protecções de todos os tipos sobre o menino. Vivemos sempre com um olhar diferente sobre nós. E os meus pais não sabiam muito bem o que fazer com isso.
A sua família era de gente de poucas letras. Sim. Praticamente analfabeta. Só o meu pai sabia ler e escrever. A minha mãe não sabia. O meu avô não sabia.
Como é que, nesse ambiente, aprendeu a ler ainda antes de ir à escola?
Aprendi a ler graças à importação das latas de banha e de azeite de Portugal. [...]
Pelo gosto do desenho ou pelo significado das palavras? Pelos dois.
 Inventava muito o ler quando ainda não sabia ler. E às vezes acertava. É muito engraçado. Também hoje me pergunto como é que copiava Vaqueiro, 
V, A, Q, U, E, I, R, O, e como é que sabia que era vaqueiro. Essa frase
 sempre me perseguiu, era muito criança e repetia: “Vaqueiro torna tudo mais 
apetitoso.” Ou a lata de banha, “Braço Forte, Lda.” Ou: “Azeite Galo.” Copiávamos
 tudo o que havia. Isso tudo no chão de terra batida. E líamos. Ali nasceu 
a escrita. [...] Depois comecei a escrever cartas para as mulheres, para os 
emigrantes, para os rapazes na tropa, e ficava uma espécie de menino de 
aluguer da família.
Completa - AQUI

sábado, dezembro 26, 2015

Inventário (de Nomes)

[com os Estaminés fechados, sob a dupla causa Natal + Obras, usa-se a Santa do TLL do Princeso...]

Pelo Rugido - deserto - no regresso da Visita «às Cegonhas que fazem ninho na Aba das Falésias», com J. e C. B., vão sendo listados e «apreciados» vários Nomes Próprios para o Futuro «Ele(a)»...

domingo, dezembro 06, 2015

«Ao volante do [...]

[...] do Chevrolet», não; 
[...] de um Golf, «às voltas» por Sacavém, Moscavides e Bobadelas..., sem conseguir encontrar a via de regresso a Lisboa, a pensar, sonhando, que General Z jamais aprovaria a «aquisição por impulso» de tal Viatura...

Uff, que se desligou a «Máq. APN» e já eram 6 e 50 - tempo para ir ouvir o «Eixo do Mal» - antes do Estádio Roma...  



segunda-feira, novembro 30, 2015

Que Nome é o Seu?

[ Nó indeterminado; antes das 5 e 30, do primeiro «interv.» da Máq. APN...]

[vindo da Alam. das L. de T., em EntreCampos, D. «ladeia» o início de uma Manif. de «Batas Brancas», todas Jovens...]

[Rosto Largo, talvez parecido com o de J. R.,  Qd.a do «actual 4.º Bloco»...]

- «Não me lembro do Seu Nome...»
- «Eu, do Seu, também não...»
- «Já estive dentro do Seu Sonho...»

[«Raspou-se» dali para Fora, D....]

domingo, novembro 15, 2015

Batata-Doce ou a «Menina dos dois apelidos» e «muitas Vidas»

[ao dom., V. não costuma comprar o D. de N. - mas a História de Vida do «Magazine» justificava  [...]

Recorte:

[...] Os dados pessoais são o primeiro indício de barafunda: [Isabel] acredita que tem 53 anos, mas não tem a certeza. «Fui batizada em Braga e foi aí que escolheram a minha data de nascimento», explica. Dia de Nossa Senhora, 13 de maio de 1962. «Quando me encontraram, acharam que devia ter uns 2 anos. Mas, vá lá, pelo menos não me chamaram Fátima.» Não perdeu o humor. Apelidos, tem dois, um para cada vida. Para os soldados e a família que a acolheu em Portugal ela é Isabel Batata‑Doce, porque em Angola passava os dias a comer o tubérculo [...]. No bilhete de identidade é Isabel Manuel Jacinto, filha de Manuel Jacinto Diogo e Eva Manuel Adão – pais biológicos que não conheceu. [...]

quinta-feira, novembro 12, 2015

«Sonhos de sonhos»

6 da manhã - desligar a «Máq. APN» possibilita sair da Copa do Bar do H. S. A. - [onde se ouvia, de tempo a tempo, muito próximos,  os ASC. da Glória... - de Abril (?) de 87  a Dezembro de 89... - 3 primeiros anos da FAC]

- figuras velhas conversavam com D., enquanto este preparava uma sande de queijo - já só se lembra que falavam «de ter [...] no período do «Iva a 23» e que agora iriam recuperar (com o Iva a 13...?» - que «salsada»...

terça-feira, novembro 10, 2015

Percival (Neil) - «Young Forever», aos 70 - «Que nome é o seu?»

São 8 e 48 - do dia da «Original Morte Govern. Anunciada»;

- ao ler os jornais, no COMP, D. depara-se com «breve» do «DN» que marca a idade de Neil, e faz um «trocadilho» com o apelido e com o «SobreNome» e [...]

- Na casa de S. Paulo (232, 3.º) - «paredes meias» com o Ascensor - havia um «Gira-discos» colocado em cima de uma Cristaleira - os discos não eram muitos - um dos que o então Jovem D. ouvia «vezes sem conta» era «Déjà VU» de N. Y. + 3 (C. + S. + N.) - se a Memo não falha, será de 71 

[o disco ainda aí está -  que lhe fará, um dia, o Princeso? ]

- ano do concerto desta versão de «Heart of Gold» [«tão Jovem e (...) - agora que Idade tem?»]
- 70! 
(e D. em breve «Completa» «menos dez») - 
[«deu-lhe para Aqui, nesta manhã em que, ao lado, se  mostra Tur. na Praia do «V. de S. M.»....]

[- E hoje é dia de «São Cun.» - Amanhã, de S. Martinho e de S. «General Z» (64) - Aleluia]


quarta-feira, outubro 28, 2015

«Sonhos de sonhos» - C. B.

FRagmento da última Manta de Sonhos:

D. encontra I. M. na Rua, na A. R. - mas com Bata, Touca de Borracha e Cabeça cheia de «descolorante»! - que lhe diz 
«já saber que vão ser [...], pois encontrara o pai de C. B., no Chiado, que a informou disso»

Aleluia.

[outro FRagmento, de outra Manta: Aviso das Finanças -  Penhoras, por dívida de 144,,,, que V. e a General desconheciam - Uff, que "logo" se acordou...]

segunda-feira, outubro 26, 2015

Autopsicografias - «Maria Papoila»

Imagens de Infância no Alentejo - projeto de ilustração «Maria Papoila», de Lina Nóbrega, natural de Portalegre - a ver no «P3» - em casa do Público 

REcorte da «Notícia»: 
(...) [L. N.] Acredita que o seu inconsciente lhe traz memórias e detalhes das suas vivências e das personagens que criou. “Maria Papoila”, o seu último projecto surge como um elemento ilustrativo da sua infância e das suas raízes no Alentejo. Este projecto recria o seu mundo, “um mundo que é muito mais simples que o real, [...]
[General Z. - «alentejanita», também, diz que gostou...]


sexta-feira, outubro 23, 2015

«1916» - Casa Costa

- Semanalmente, um dos Recados do Menino (nasc. em 55) era ir levantar o «Vigésimo», o bilhete da Lotaria, com o n.º 1916, que estava reservado na «Casa Costa», a menos de 100 metros de Casa, do outro lado da Rua de S. Paulo - cheiros fortes a Madeiras e Tabacos, funcionários «com muitos anos de casa»...

- Por 50, o Pai Velho obteve um 1.º Prémio com esse número e não mais deixou de o comprar - (até ao Fim?) - certo é que nunca mais «lhe rendeu um tostão»...

Terá sido agora «adaptado» a Bar - lido AQUI   




segunda-feira, outubro 19, 2015

Que Nome é o seu

[hábito antigo - ler o jornal, de manhã, no «Gabinete» - hoje, pelas 6:45...]
[- na casa da C. S. C. de S., «recortados« ou «ásperos» e pendurados num gancho, os jornais «faziam  as vezes» do que ainda não havia, o Rolo Macio...]

- na «Revista» do Expresso,  artigo [«No reino dos Silvas... AQUI] e infografia sobre os Apelidos mais [...]; 
- nos registos do 1.º Semestre de 2015, M.  (Apelido da Avó Paterna, A.,«ocupa» a 8.ª posição e F. (apelido do Avô Paterno, D.) a 9.ª [...];

- [quanto a R. - apelido do Avô Materno - passou a «SobreNome» e, naturalmente não «consta» na lista dos «100 mais»]
Well

sexta-feira, outubro 16, 2015

O AZUL que engole o corpo, a obra (Helena Almeida)

Fotografia de Paulo Pimenta, da Montagem da Expo, em Serralves - do Público
Recorte do artigo: Uso o azul porque é uma cor espacial. Tem de ser azul (…). É mesmo o espaço, é engolir a pintura”, justifica a artista em entrevista aos curadores da exposição de Serralves.

domingo, outubro 11, 2015

Nó [+ C. S. C. de S., 12. 2.º Esq.º]

Foi Ontem que J. e C. B. «deram o NÓ» - na praia de S. João da Cap. - (pena o TEmporal) - com os «mais próximos» - anos de prática tornaram TRanquilo «o Enforc.»... 
[reenccontro com T., «ex-AA», de 99-00, com as Gémeas, de 5 M. = «Bonança depois da Tempestade»...]

Aproveitando a presença da Mana A. [+ 15 meses], D. «recuperou» a Morada Certa:- C. S. C. de S., n.º 12, 2.º Esquerdo (a ver se, na próxima Prim., lá vai...]                         VER:   (no «Peri»]
[se A. afirma que de lá saíram - (para a R. da B. de D. B, n.º 13, 3.º ?) - quando tinha 6 anos, D. teria 5. «Bate certo», agora]

quinta-feira, outubro 08, 2015

«Ganhar o Dia» (com o «Novo Homem Securitas»)

Palácio 1516. Cerca das 12., a caminho do R.

O «Novo Homem Securitas» (N.) é (ainda) «Muitoooooo» Jovem e mede 1. 85 

- [«perpassa» por ali uma Mente... - «e o Resto não se diz...»] 
- [depois de ter «confirmado», junto da Dona GTT, a «dificuldade articulatória» do Visado, V. voltou a...]

E não é que N. atribuiu a V. "cerca de 37 anos"... [houve que mostrar o C. de C....]

«Dia muito bem ganho», para D., - Aleluia.

quinta-feira, outubro 01, 2015

V.

Ontem, à tarde, estrategicamente «emboscada» no Viaduto da A. G. R., Eli «autopsicofotografava» a Luz que, segundo a própria, «era fabulosa»...

Desta vez, V. [que, vindo da Farm., «ladeava» a «Praceta» que é apenas «cruzamento de ruas», segundo A. L., Mestre de Filos., aí resid.]  teve tempo de «Tapar» a Identidade e «teve direito» à Prova:


[Viva o Direito à «não-imagem»!]

terça-feira, setembro 29, 2015

Espelho

-cerca das 9:00, ao Espelho-

Pela «esquerda- Frontal», os «Brancos avançam.». Não há como os deter.
Nem os esforços da General Z poderão ...

- à noite, diz A General: «Vou pintar-tos...»           [ai, ai, ó da Guarda!]

sábado, setembro 12, 2015

O dia inicial

O dia inicial foi:
5 de Dezembro de 89 (para não esquecer) - o local: F. D., no Cacém (em MiniConc.)
Com o desp. do H. S. A. (que «Pagode»...), nos Restaur., contente terá ficado o Sr. Bonif., que  há muito  vinha tentando descobrir como é que D.... ( e o «resto não se diz...»)

terça-feira, agosto 25, 2015

Rugido - 32.º, 33.º dia

[noite com muitas interrupções e muitos sonhos...],
 
1)5 horas:
- quando desligou a Máquina APN, com o inevitável «alívio»...,  D. estava numa comprida e fria sala; muito público para assistir à defesa da T. de M.; não havia júri, só P. M.; pensava como improvisar o que não fora devidamente preparado...;                       (o evento foi em Fev. de 06...)
2) 6 e 45:
- desligar final; na secret. do Paraíso, para preencher o impresso da apres. para 1516; zeloso funcionário equacionava com C. a apos. deste...

Índice final da M. APN: 3, 6!                   Well

segunda-feira, agosto 17, 2015

Retratos sucessivos - Teolinda Gersão

[em curso de leitura, na reimpressão de 2014, este livro de T. G., de 84;]
Recortes:
         [...]
         Sábado, cinco.
        Iria pintando em cada dia o seu retrato, decidiu, deixaria retratos sucessivos no tempo, multiplicando-se para aumentar as suas hipóteses de escapar à morte. Porque a morte levaria muito mais tempo a apagar todos esses eus do que só um.
[…]
        Segunda, treze.
        Olhou-se ao espelho, para ver como ficaria no retrato. Mas a imagem que viu não lhe pareceu exacta. Procurou debalde em todos os espelhos, no (…) oval do quarto, no (…) escuro da entrada, […] Mas a imagem pareceu-lhe cada vez mais inexacta.
[…]
         Domingo, doze.
         Procurou nas fotografias, mas todas tinham desbotado, estavam pouco nítidas e não se reconhecia em nenhuma, […]
Segunda, trinta e um.
Então foi ao fotógrafo, tirar o retrato.
No estúdio havia guarda-chuvas de seda branca, coando uma luz homogénea, clara, subindo e descendo diante do seu rosto, ela estava sentada debaixo da luz como um objeto em que ele tocava, compondo-o, mudando, inventando.
         (o tempo parado, o instante preso, ficarás assim pela eternidade adiante — as fotografias eram uma imagem da morte, o seu rosto sem vida, uma máscara de cera, fixa, fria)
          não havia exactidão e tudo era manipulável, viu enquanto ele levantava e baixava os guarda-chuvas luminosos, a máquina deveria ser imparcial e exacta, mas de algum modo ele fazia-a mentir, e também ela própria era um objecto, assim exposta, à mercê da luz e da objectiva.
          De tão manipulada e de tão morta, também não se reconheceu nesse retrato. […]

Teolinda Gersão, Os guarda-chuvas cintilantes — Cadernos I – diário, 3.ª ed., Sextante, 2014, pp. 28-30
 
Outros REcortes: AQUI e AQUI

terça-feira, agosto 11, 2015

Viagem a Itália + A terra dos Mèzarat

Festiv. já partiram. Rugido continua enevoado...
-Ontem - chegada do  Princeso e C. B., para curta estadia.

De 25 de Julho a 4 de Agosto fizeram a sua «Viagem e Itália»: 
Milão, Como, Garda, Verona, Veneza, Milão, com muito comboio...

Antes de começarem a comentar o «Diário Fotográfico», C. relembrou a estadia de 15 dias, em Março de 79 (D. sobrevivia, então como B....); Stresa foi a «base» de múltiplos percursos... [de lado, General Z. comentava que «D. era muito culto, então...»)

Inevitav., C. «convocou» Dario Fo - por aí nascido (Maggiore) - e a sua belíssima Autob. de I. e J. - A terra dos Mezàrat - (as últimas vezes em que C. propôs Recortes da mesma aos Qd.s -  em 0910, 1011...)
 

quarta-feira, agosto 05, 2015

M. «das Caldeiradas»

- terminada ontem, junto ao Muro da Zmab, em Obras, com a Comadre I., a conversa iniciada há dias com a Mana A. («fomos, ainda crianças, ao casamento da M. Ad., que, há tempos, cumprimentei...»)
- figura de Grande Força, a do pai - «Grande Amigo» do Pai Velho - o M. «das Caldeiradas», epíteto «reaceso» após a conversa com o Outro Gémeo... - 73 anos...)


- de regresso ao «Palácio» (assim designado, há dias, por hab. da Zmab ou de S. Teot...), C. prometeu à General Z. uma Visita ao Páteo da B. - onde, há décadas, C. não vai - até para «espelhar» Imagens...


sexta-feira, junho 05, 2015

2015 - sexta santificada OU «sob as Tílias»

- "sexta santificada", porque:

- as «premonições» de General Z. foram anuladas (espera-se que não apenas adiadas...)

[- ontem, C. ainda esteve muito combalido» da Col.....]

- hoje, pelas 10:00, na Ilha ouvia-se a passarada pequenina, pelas tílias -[sim, são tílias - lição de Eli, no dia 8...] - e não o «Império do Grito» [...]

(O Grito - frequent. HIst.- só voltará, com novas «FaceBook», em Setembro...)

- Ufff!                         [velho e cansado, C.]

domingo, maio 31, 2015

o Sr. Parada [Pausa nos Envelopes] + O Sr Machado

- tendo começado às 6 e 30 [para «recuperar» o atraso ... ], C. fez uma pausa - no Envelope de S. Par., do 1.º Bloco...
- relembra que o «sr. Parada» era uma das (muitas) Figuras da Geografia da I. 
- vendedor ambulante (ou Itin.), vulgo «banha-da-cobra»,  levava uma infinidade de tempo a acrescentar, (apregoando...) à Nota, que «bailava» na Mão Esquerda, mais um produto, utensílio, peça de roupa ou «medicamento» (as Séries tinham que variar...), a pagar por «essa única» Nota  - no fim, era «um ver se te Avias»..., as Notas «voavam»...
- com sócio(s) e «camioneta - Expositor», percorria as Feiras dos arredores e as praças lisboetas
- junto ao «Merc. da Ribeira Nova» [hoje, uma ...], C. relembra D. a a observar o «Desempenho» (palavra de Hoje...),  Fascinado.....
- a «Intervalos», o sr. Parada descansava, «estacionando»  inteiros dias na «Baiuca do Pai Velho», uma manhã inteira a ler (a Secção Necrológica de «O Século»...), sorumbático, soltando raras frases de «Humor Ácido »... [inventa C., agora?]
- C. recorda que D. o via como alguém «Áspero» ou «Agreste» para a Criança... (mas nisso não «destoava» do então Geral comportamento do Adulto...]

[fim do Intervalo; voltar aos Envelopes... está por pouco...]

[LER a narrativa «O Sr. Machado», de António Lobo Antunes - Figura ainda mais Burlesca, na Infância de (...), lá para Benfica... - AQUI ]


sexta-feira, maio 15, 2015

Sonhos de sonhos - «Máquina APN»

05:40                   [C. desliga a Máq. APN = 7.1 - 6.9]   

[«madrugada» do dia seguinte ao da Presc. da Col. - e «o resto não se diz...»; - ouve-se o miado da gataria pelos logradouros do «Bairro dos Taxistas»;  há pouco, desceu o Elev., como habitualmente, com o vizinho do 6.º E., J. C. [...]

últiimas imagens:
- «sessão de leitura em Voz Alta, com sucessivos interv. [num Quad.?]; senhora idosa (caboverdiana?) lia conto de Machado de Assis; começara num ex. próprio e lia agora no de C. - «amarelado e desfeito» - Título: «O Pão»

[algum dos contos de M. de A. terá tal título? «associação» a «A Repartição dos pães», de Lispector?)

Well - «Sonhos de Sonhos»...

sexta-feira, maio 08, 2015

Anatomia (Lição de) OU «Está a sopa na mesa» - Lobo Antunes

[a leitura desta «Crónica» de Lobo Antunes «reenviou» C. para o Teatro Anatómico da F. de C. M., da Univ. Nova de Lx, no Campo Santana, para o «longínquo» ano de 76-77, andava D. pelos 21, 22 ... 
-           ah, relembra que o jovem «Monitor», recém-licenc.,  pertencia ao «Clã» P. N.....]

Recorte inicial [truncado]:

        «Eu tinha dezasseis anos, quando me matriculei em Medicina [...] e nunca havia posto o olho em cima de um cadáver quando o ensino prático, no teatro anatómico, começou. Depois de esperar com os colegas, de bata e luvas, arrepiadinho de medo, num compartimento que dava para uma sala enorme, cheia de pias compridas, de pedra, os mortos começaram a entrar numa espécie de macas metálicas, com redes que chiavam, nus, de dedo grande do pé munido de um cartão com o nome, amarelos, direitos como paus. Uns empregados [...] transferiram-nos para as pias num pivete de formol. O que parecia o chefe [...], o senhor Joaquim, gordo e bexigoso, veio anunciar
        - Está a sopa na mesa
        e nós lá fomos, acanhadíssimos, tentando não olhar
        (pelo menos eu tentava não olhar, numa vontade louca de fugir a sete pés)
        à medida que nos iam distribuindo pelas pias, em redor daqueles corpos amarelos, com o formol a encher-nos de lágrimas. Lembro-me do senhor Joaquim perguntar
        - Que tal a sopinha, meus senhores?
       [...]

        António Lobo Antunes, «A lição de Anatomia», Visão, n.º 1157, 7 a 13 de maio de 2015, pp. 8, 9                completa,            AQUI

segunda-feira, maio 04, 2015

3 meses cá, 3 meses lá

- «cá» é a aldeia transmontana onde J. Rentes de Carvalho nasceu; «lá» é Amesterdão, onde viveu durante 50 anos;

- Eli disse, de manhã, que é leitora da obra narrativa J. R. de C. ; C., por ora, só do «Blogue» («Tempo contado»)           (AQUI)


- o documentário, biográfico («e não só») de 2013, da RTP 2, da série «Memórias de mim mesmo» está           AQUI


domingo, abril 19, 2015

«Sonhos de Sonhos» - de 18 para 19

[Título de Tabucchi]
Repetido Caminho dos Sonhos Noct.- Acordar. Relembrar alguns pormenores mais «bizarros»... Ou «aliviar».  Esquecer.
Com a Sensação de que «são cada vez mais e mais pesados», desde que, há cerca de 8 anos, «depende» da Máquina APN

                       Ao fim destes últimos anos, C. «arruma-os» em três Motivos «predominantes»:
- A Casa - inclui «variantes múltiplas» das várias, da Família, da Inf., das de Comum. com General Z...; recentemente, a do «Aranhiço» (fonte de permanente preocupação, justificada ou não?)
- A Sala do Restaurante (do Bar) (variantes múltiplas» dos vários em que C., então D., foi trabalhando, enquanto «não deixou de ser Parvo...», segundo M. L. Costa)

- O Quadrado ( a Sala da Função, propiciando o Acordar mais «aliviante», pela óbvia Natureza de (repetidos) «Pesadelos»...)

- Desta vez, o «quotidiano, por dentro», de um Rest. de Luxo, recente, de sucesso, em salas de «Pé Alto» (tipo «Avenida Palace» ou Rua do Arsenal), envolvendo Pai Velho e múltiplas Figuras «esbatidas» por tempos e lugares outros...
- Well. 
- Pacífico, desta vez, o «quebrar do Sonho», pelas 4; Máquina APN e alguma (...) obrigam...

sexta-feira, abril 10, 2015

Saramago: «o Filho que deu o Nome ao Pai»

[texto truncado, sublinhado acrescentado]

Contei noutro lugar como e porquê me chamo Saramago. Que [...] não era um apelido do lado paterno, mas sim a alcunha por que a família era conhecida na aldeia.  Que indo o meu pai a declarar no Registo Civil da Golegã o nascimento do seu segundo filho, sucedeu que o funcionário (...) estava bêbedo (...) e que, sob os efeitos do álcool e sem que ninguém se tivesse apercebido da onomástica fraude, decidiu, por sua conta e risco, acrescentar Saramago ao lacónico José de Sousa que meu pai pretendia que eu fosse. E que, desta maneira, finalmente, graças a uma intervenção por todas as mostras divina, refiro-me, claro está, a Baco, deus do vinho [...] não precisei de inventar um pseudónimo para, futuro havendo, assinar os meus livros. Sorte, grande sorte minha, foi não ter nascido em qualquer das famílias da Azinhaga que, naquele tempo e por muitos anos mais, tiveram de arrastar as obscenas alcunhas de [...]. Entrei na vida marcado por este apelido de Saramago sem que a família o suspeitasse, e foi só aos sete anos, quando, para me matricular na instrução primária, foi necessário apresentar certidão de nascimento, que a verdade saiu nua do poço burocrático, com grande indignação de meu pai, a quem, desde que se tinha mudado para Lisboa, a alcunha o desgostava. Mas o pior de tudo foi quando, chamando-se ele unicamente José de Sousa, [...], a Lei, severa, desconfiada, quis saber por que bulas tinha ele então um filho cujo nome completo era José de Sousa Saramago. Assim intimado, [...] meu pai não teve outro remédio que proceder a uma nova inscrição do seu nome, passando a chamar-se, ele também, José de Sousa Saramago. Suponho que deverá ter sido este o único caso, na história da humanidade, em que foi o filho a dar o nome ao pai. [...]


José Saramago, As pequenas memórias, 1.ª ed., Lisboa Caminho, 2006, pp.  47-49

terça-feira, abril 07, 2015

A peste - de Camus, de S. P. e de C.

- pelas 13, no Quad. 502, S. Par.        [AQUI, tb.]        (M. que leva P. a «sério» )
retirou um exemplar de A peste, de Camus - não se diz o que C. comentou...

.. mas sim o que relembrou:
- a partir de Janeiro (ou Fev.?) de 75 (ano de Brasa, do «PREC» - «não havia trabalho para Ninguém...»), D. conseguiu colocação na SMT [...]   - aí lavorou até Abril de 78

- o exemplar de A peste (de bolso, da Folio) foi-lhe enviado por um casal belga, já idoso (ele, talvez, contabilista... ela...), em data ...; 
hospedados no Tivoli, na Avenida, tinham-se habituado a vir conversar com o Menino D. (19, para 20, em 75), nos finais de tarde (logo, depois de 76, ano da entrada em Med.) - certamente agradados com o Leitor que D. já era...

- extraordinária é a confusa referência escrita, em Português, no envelope (que permanece colado no exemplar...):

«para um jovem empregado de balcão que mora
perto da ponte (?), na margem esquerda(?) do Tejo,»

[Well, ???]


sábado, fevereiro 28, 2015

Autopsicografias - Diários - Kafka

«Ípsilon«, 27 - 02 - 2015, pp. 16 - 17, artigo de António Guerreiro [sobre] A edição dos Diários de Kafka, pela Relógio D’Água, traduzidos com enorme competência por Isabel Castro Silva[...]

OU AQUI

Proferiu a pergunta a que um exército de exegetas irá tentar responder: “‘Quem sou eu, afinal?’”. Esta pergunta teve respostas diferentes, nunca faltou Kafka para todos os gostos: o santo, o culpado, o funcionário renitente, o homem que tinha “um mundo tremendo na sua cabeça”...


[este é um dos que C. «deixou de poder adquirir»...; pois é]

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Jone

Foi o Dia «D» do Princeso (+ D. + C. B. + ...)

Muitos anos em cerca de duas horas: MB, com L. e D.

General Z, de contente, até «Cresceu»

De LOnge anunciado, Dia que fica marcado... Para sempre


segunda-feira, fevereiro 16, 2015

Luisa Dacosta

Terá sido no 1.º ano do MEST; logo, em 0203; talvez pelo início da Primavera; C. já pouco recorda...;

L. D. «desceu» ao Sul, convidada; nessa tarde, esteve rodeada por quem a lia e apreciava, um pequeno grupo - com P. M. a «celebrar»

Ninguém acertou no «oculto sentido» de O planeta desconhecido... (2000) [que ficou Para Sempre «em» C].; C. que, quando tinha V., o encomendava e oferecia a (para) «especiais»...]

Lembra-se bem, isso sim, do «brilharete» que fez, a encerrar,  o precioso A. F. que a General Z. lhe arranjou...

sexta-feira, fevereiro 06, 2015

Condomínios... - (MAPA DE ONTEM)

- reunião (da ADM) do COND. - (atrasada, claro) - «Rotativa», como sempre - desta vez,  os do «Terceiro») vão receber «uma Bela Embrulhada...»

- são 12, 13 (um de «aluguer», outro, bem...)

- salvo 2, todos vêm do Início - de quando o «Galhardo estava Novo...» 

=uma certa (Ex) Classe Média:

- 1, Reform. (e «passado»)

- 3, mantêm um elevado nível Econ. (2 na Hotel., 1 no Autom.)

- 5, com «quedas ligeiras» (Banc. + Banc + Cont. + Fisc. (?) + Tap)

- 2 com «quedas médias-grandes» (inclui C. + General Z...)

- o «costume»: todos «destacam» a gravidade dos problemas acumulados...

 [- quando é o «seu ano» - todos «passam a bola aos próximos» = ciclo vicioso...]

- Quanto a C., «calado, «o mais possivel», como sempre: 
A) [«ou fingem ou perderam mesmo a Memória...»] 
B) [procedeu ao  Inventário Mental dos que, num ano, envelheceram mais do que «é suposto envelhecer» num ano...,  a si mesmo se excluindo?]

[Retrato, não de Portugal, mas «do português»]   [Mensagem, «Bandarra»]

quarta-feira, dezembro 24, 2014

Roma (Avenida)

 

Como é um território que percorremos toda a nossa vida? Será como
a nossa memória o guarda? Ou é, antes, a soma de muitas emoções
vividas? Texto de Alexandra Prado Coelho e Ilustração de João Catarino
 - Roteiro AUTOB. de  A. P.  Coelho, que ali viveu, numa evocação intitulada «A Avenida da Nossa adolescência», na «Revista 2», do Público,  de 16 de nov. - secção «Crónica Urbana» - texto disponível AQUI;

 REcorte:
[...] Mais à frente fica a Livraria Barata, e lembro-me bem de quando era apenas um corredor com um longo balcão que cheirava a madeira, onde eu ia comprar os livros para a escola.[...]

- em 81, D. «calcorreou-a» (e às R. adjacentes) durante o tempo em que, «zangado» com a HOT., «tentava» outro trabalho... com o «célebre» (e «polido» ou «Amável...) prop., o Sr. Barata,  teve «conversas» fora da «ordem do dia» [do VEND. de REGIST...  (!!!)] ;
«falhou», e «retornou aos estudos», para, dessa vez, os «terminar» (outras histórias...)
 
- na década de 90, e nos anos iniciais do Mil., até à CRise - todos os sábados,  de manhã, após as C. na Av. de Paris, C., então D.,  fazia «o ponto» na BERT e na BAR (agora, só esporadicamente...)
 
- aí mora A. E. [que tem agora a idade que A. P. C. evoca...] - Qd.a deste ano, que diz «vir o seu Nome da Madeira...» - com quem C. começou a falar há 2 anos, quando invadia o QUAD. de Mestre J. L. [...]
- pertence agora ao 1.º Bloco, FINAL... partirá em breve...
Well

sexta-feira, novembro 07, 2014

cigarro + bola de berlim + caracol [«Plot»]

Palácio 1415.  8 e 10. Sempre madrug., ao canto da 302, já estão, como de costume, I. R. +  P. A. [...]

C.: fumas muito, I.?
I.: [omite-se a resposta]

- e C.. lá voltou a contar a «história» [como ele gosta de a repetir, inventando INTERL...]:
- Mãe Velha dava-lhe um escudo por dia [tens ideia de quanto valia, em 67, 68, 69...?]

I.: "o meu avô «dava-me dois e cinquenta» para lhe comprar (o) tabaco..."
C.: ...«Provisórios» ou «Definitivos»... (que Nomes!), certamente [e descreveu as respectivas embalagens]


-[retomando] [depois de referir a Calçada S. C. de S., a história do NASC....]
- [...] dava para «dois cigarros» (vários «Estaminés», à volta do P. M.,  os vendiam...) OU para uma bola  de berlim ou um caracol (que, sendo «de Padaria», os mais baratos, eram, então,...) [... ou agora, na MemoFICÇão]  excelentes...) [...] logo, imagina qual foi a OPção...

[estás V., D.; «toma juízo», D.]



quinta-feira, outubro 23, 2014

MAPA DO DIA

- manhã cedo, C. «voou» para o Mult. - só para «confirmar» o  regresso de Facada - 6 «unidades de conta» ...
- «desabafou» com o Princeso - este «chamou-lhes Nomes» (de F. da P. «para cima»... - C., nestas ocasiões, volta às frases do Pai Velho:
- «Há mais marés que marinheiros»
- «Quem não está bem que se mude»
- para «mudar», é tarde - Há que «aguentar» -  basta regressar ao Início (quando C., então D., e a General estavam na «Força da I.»...)


domingo, junho 08, 2014

«245» (não «125 Azul»)

[na squência de EMEL trocado com a «Chefe» actual, E. S....]

[S. foi estacionado no «245», em FEV de 06, ....; há mais de oito anos; estoicismo, pois então; procura não se queixar  [...] - pois se, «ao lado», há «quarentões» sujeitos ao «CONT anual» -
 
- mas o Povo diz: «com o mal dos Outros posso eu bem»

sexta-feira, maio 23, 2014

Hoje, dia 23 de Maio ou «começar com Eugénio»

[faltam 7 dias para a L. T.]

Hoje, S. chegou ainda mais cedo ao Palácio 1314.

Já lá estava L. S. - H. Figura -
A conversa começou com as cerejas - literais - L. S. costuma trazê-las da propriedade materna, «lá para a Zona da Serra da Gardunha»
 «São  como as cerejas, as conversas», e L. S. contou  histórias da infância de José Fontinhas, natural da mesma aldeia - «Póvoa da Atalaia» - e outras, com o seu Humor [...] [não há termo que chegue para o classificar...]
Quanto ao que disse sobre J. F., mais tarde E. de A., «e o resto não digo»
 (N. C.)

sábado, maio 17, 2014

«Vivam os cabeleireiros!», por MEC

- é essa a frase final  da  crónica de hoje de MEC...

- a partir de «apontamento» do quotidiano de um Cabeleireiro, o Cronista «vai partindo a loiça», no campo das «mentalidades»

- pelas 11 e 30, S. leu-a a «General Z.», que «lhe achou graça»

- A «General», durante mais de 4 décadas  [as duas primeiras de EXP, com «todas as letras»] também fez as tais 14 horas diárias referidas [+ 6 ao sábado], engolindo à pressa «o corrupto mantimento», tal a violência e o Ritmo do trabalho;

- e o resultado? uma Vida Digna, construída «a Pulso» [também literalmente],
 a formação de «alto nível» do Princeso [...]
- a «insatisfação» da «General» é Tique, é do Feitio, não é de «Dentro...»
 
- ah, a Crónica de MEC, «Os grandes exemplos», do Público de hoje, 17 de Maio - lê-se AQUI