domingo, março 17, 2019

Odemira já não respira OU O Reino do PLástico

- lembra-se. 
- Em 78, a Zmab (ainda) não tinha esgotos. Na principal (ainda) havia MEX. (não muito grandes, diga-se...) nas rochas. Os VERAN., sempre os mesmos, (ainda) tinham o cuidado de não Raspar os pequeninos... D. acampou na AREIA (ah, dormir ao SOM do...), com o sobrinho P. - que aí festejou os 4 anos, com os Men. e Men. das Amigas da General...
- depois houve o Escândalo T. Russ. no Brejão... O REino Maravilhos da Tec. ao serviço dos lucros...; durante anos ficaram os plásticos...
- depois chegou o FEST. - as Massas DOP.,  que  deixam um Rasto de Plástico , cobrindo o Descampado, atrás de si....
- depois chegou a MULT. DRIS. - chamou-lhe a «Califórnia dos F.os VERM...»
- o Mar é agora o do Plástico, ano após ano, este Alent. cada vez mais Asiático...
- 40 (preciosos, desperdiçados) anos passaram. 
Irreversíveis? Como os Contabilizar, um Dia?

sexta-feira, fevereiro 22, 2019

Nome

- 8 e 54
Mens. do Princeso: «M. já diz [articula bem] o nome todo [isto é: os três Nomes: M. Bpt. F.»
Aleluia

sexta-feira, fevereiro 08, 2019

General

- na CUF, dia de operação à (Segunda) Catarata da General...
- pelas 15 e 30, W. veio ao Bar...; aí, uma veterana enfermeira falava dos pais, ambos médicos, noutra Era [...]; há sempre algo de interessante para ouvir, à nossa volta...

sexta-feira, janeiro 25, 2019

«Morreste-nos»

[o título, «empréstimo» da 1.º obra de José Luís Peixoto, a tal que levou E. P. C. a «lançá-lo»...]
[não sabe se é das 5 e 30, se das 6 e 30 = desligar da Máq. APN]

       O cenário é o da Garagem de Sete Rios, dos Expressos (onde D. esteve de facto no sábado, 19...); «envolve» várias entradas e saídas, ao longo do dia, de impossível «reconstituição»...; 
- cedo, D, soube do falecimento do Pai Velho, mas não o comunicou às manas; já de noite, vieram e cada uma recebeu uma pequena caixa, decorada, cujo conteúdo ficou por conhecer...; cada um foi começar o luto para onde entendeu... (eco de Cesariny?)

quarta-feira, janeiro 23, 2019

Faísca e Francisca

[2 exercícios da segunda série de «77 Curso»...]

«história mnemónica» - A

O pai gostava da coelha Francisca.
A filha adorava o gato Faísca.
De dia, o pai alimentava Francisca, pela Tasca.
De noite, a filha alimentava Faísca, na rua.
Uma noite, Francisca atravessou a rua.
Francisca foi atropelada e morreu. Faísca, não.

«história mnemónica» - B

O pai não batia, nem no mano nem na mana.
A mãe tanto batia no mano como na mana.
A mana era uma Maria Rapaz.
O mano era muito delicado.
Delicado, também era o pai.
Mas, no pai, a mãe nunca batia.

quarta-feira, dezembro 19, 2018

«Diário de um diário»

Fotografia, na Mão da pópria C. LE.
pela  própria, a Outra, 
recebida a 19 de Janeiro...


- ontem, depois de colocar «Trade Mark», nas mãos de C. LE. («Ex-AA», actual Mestre...)...
W. relembrou-se de «Arroios», de J. M. Vieira Mendes...; 
- saído em finais de 15, foi logo lido e, depois, comprado outro para S. M.; 
- a Menina C. LE, afinal, conhece quem fez o Grafismo e ficou de o (a) procurar; por aqui, há que reencontrá-lo... (num dos Montes...)

- para já, de Jan. de 16, o artigo de A. Guerreiro [...]

segunda-feira, dezembro 17, 2018

«Durex» (Preservativos) - Pires Cabral

- Anglia , Brylcreem, Royal, H.-D., Nacet, Husqvarna, Cooper, Nordmende, Parker, Rennie, Eno, Smith-Corona... são algumas das (21) «Marcas Registadas» tornadas poemas no livro de A. M. Pires Cabral lido durante o C. de T. de hoje...

PRESERVATIVOS DUREX
[...]
3.
Muito preservativo surripiei da gaveta,
meu Deus, instado pelos compinchas.

Tínhamos dez anos, e encontrávamos
naquelas bizarras mangas de borracha
uma utilidade alternativa: enchê-las de ar
como se fossem balões
e brincar com os balões até que rebentassem.

A uma mente mais devassa, dessas que
medem tudo com a vara do sexo,
o rebentar dos preservativos talvez sugerisse
o deflagrar do êxtase no seu uso normal.

Para nós, não. Para nós, rebentarem
era só rebentarem
e o riso disso.

E quando um rebentava, enchia-se outro,
e depois outro e outro, até esgotar
a pérfida caixa de fósforos, digo: a caixa
de preservativos Durex.

A. M. Pires Cabral, Trade mark, Cotovia, 2018 (Agosto), pp. 47-49


domingo, dezembro 02, 2018

S. Paulo, 224, 226 + «A. A.»

- após longa Noite, desligou a Máq. APN, pelas 6 e 25, interrompendo angustiante esforçp para voltar à «AA», às 14 e 30, para um primeiro «C. de T.», de que era «DDT»; percorria rua após rua e, após  se deparar com muro após muro, fora parar à esplanada de um restaurante num miradouro virado ao Rio... [ecos do «Faz Fig.ª»?]; [com alguma «invencionice» acrescentada...]

- às 4 e 50, já a desligara pela 1.ª vez; então, apreciava o apartamento do 224, por cima do 226 de S.º Paulo (Baiúca do Pai Velho), transformado em Aloj. Local, com Pé Baixo, mas com varanda exterior, delimitada por acrílico...

[há que telefonar à mana A...; para completar a Lista:
- [...]
- Fátima e a mãe, ... e o filho, Jaime, no 1.º;
- a enfermeira... e as filhas, «Bebé» e... no 2.º
- Elvira e a mãe, no 3.º; mais o marido, ....
- ... ; no 4.º... ? (havia 4.º?)
- o «tio» Armando, hóspede do velho... nas ««águas-furtadas»

[faz pensar no livro de Pèrec, trad. por Tamen, de 89, de que ainda ontem, na FNC, avistou 5 ou 6 exemp.es - ao preço de «agora», claro]

quinta-feira, novembro 29, 2018

«João na Terra do Jaze...»

- entrevista-reportagem, intensa,  pelo Documentário e pelos 80 anos, no «P2» do último domingo. 25-11...
.
Recorte: 
     [...]  tive um filho que durou dois anos que se chamava João. ‘Sabes jazz?’, disse eu. ‘Então vou-te fazer uma pergunta: como é que se chama o trompetista de jazz de que gostas mais?’ E ele respondeu: ‘Miles Davis.’ Isto foi há três anos, ele hoje terá uns 6 anos ou 7. Só isto já valeu os meus 60 anos de trabalho. Oxalá não seja como os outros Joões
    Foi morte súbita, uma bactéria. “Na véspera estive com ele, os dois sentados no chão, a ensinar-lhe o que era uma moeda de um escudo. E no outro dia... não me esqueço do grito da mãe. Tinha dois anos, um mês e 12 dias. Este ano teria 49.” O primeiro livro que José Duarte escreveu (publicado em 1981 pel’A Regra do Jogo), João Na Terra do Jaze, é-lhe dedicado: “À memória do João, com Aires da mãe e Duarte do pai.” [...]
        No ano em que João morreu, 1971, José Duarte escreveu o poema que dá título ao livro e o integra, a páginas 142-144, João na terra do jaze. Datou-o de Outubro de 1971. [...]

quarta-feira, novembro 21, 2018

«Estás com o D.?»

- no Qd.º 402, a porta sempre aberta permite ouvir os «ecos» da «Vida Social» junto às LAT.as...
- há dias, A., do 1.º Bloco, até agora [...] [«e o resto não se diz»], veio contar que «um passante»...:
- «Estás com o D.?»
- «sim; e isso é bom ou mau?»
- «É mau!»

sexta-feira, outubro 26, 2018

«A Máquina de Desemaranhar Palavras»

- com a Mãe A. em Vnz, M. veio para o Glh., ontem
- a sua Máquina de D. Plvs já forma curtas frases (de cerca de 4 palavras:..); 
- quanto ao discurso Largo, prolongado, nem o Tradutor Principal o entende...
- o Tradutor «esticou» a Estadia, para «deixar fluir os Tristes Derrotados de Alvalade» e, num dos (frequentes ou raros?) acessos da sua Face Lírica, insistia no convite a D., para «voltar a jogar Ténis com Ele, revivendo...» 
(«Ténis», palavra que M.. também já articula)

domingo, outubro 21, 2018

Bifinhos com cogumelos

- [noite má, tal era o cansaço por  ontem ter substituído o Ajudante do sr. Ant., que «se cortou»...]
 5 horas; desl.ar da «Máq. APN»
- era a Baiúca do Pai Velho, à hora de almoço, com muito movimento; mas quem servia era o «?», recepcionista baixo do H. Suiço Atl. (que tinha famil.res na Bica e conhecia o Pai Velho...) (??)
- «?»: esses restos de borrego vão para o frigorífico...
- D.: e os bifinhos de cogumelos que lá estão? quando é que os provo?
- «?»: esses são para mim...
-  D.: [exp. indescritível...]
- «?»: ... vá lá, eu deixo-te prová-los...
- D.: és boa pessoa...
[...]

quarta-feira, outubro 10, 2018

Eça, Ega...

- 5 e 55: desligar da Máq. «APN»
W. expunha a INTROD à obra de Eça (Maias e não só), num enorme anfiteatro; quando se pronunciava sobre a Figura de Ega, a colega que acompanhava um INC. (ex - E. E.) começou a falar muito alto, seguida por outros...; já quase sem Voz, W. cruzou o olhar com um senhor formalmente vestido, que, enquanto pousava um balão com Whisky, fez um trejeito... à Ega...

sábado, outubro 06, 2018

David, que terá vinte anos em... + Miguel, que evoca os 12...

- «Jonas qui aura 25 ans en l' 2000», Tanner, 1976...
- nesta crónica, de 1 de Outubro, M. E. C. evoca os seus 12 anos, depois de referir a «pressa temporal»  do neto David, que fez 5 anos...

Recorte inicial:
     O meu neto Vicente fez cinco anos. Passou os quatro anos a queixar-se de não ter cinco e agora diz que a coisa anda mais depressa: cinco, dez, quinze — num ápice já terá os vinte anos que quer ter e será finalmente crescido.
    Esta impaciência e este desejo louco de envelhecer despertaram em mim a memória dos meus doze anos. Um teenager naquela altura era uma pessoa cuja idade acabasse em teen. Começava-se aos treze anos e acabava-se em glória com dezanove    [...]

sexta-feira, outubro 05, 2018

Primeira Imagem

- da 1.ª F. de Expressões, de 1819:

- «[...] Recordo-me, mas por me ter sido contado muitas vezes, da primeira vez em que provei gelado. Pedi para o porem no «micro-ondas», porque estava demasiado frio»
S. G., 3.º Bloco

quarta-feira, outubro 03, 2018

Nome

- por estes dias, cf. registo do último sábado, M. começou a articular, quase na perfeição, o seu Nome Próprio, M. - (relembre-se, escolhido em detrimento de A.)

segunda-feira, agosto 27, 2018

«fazer de conta»

(Rita. 10  e 30, sol vai regressando...; ao lado, Gaiato local grita com o Avô «que quer ir à praia»; está ali mesmo, ao fundo da ladeira; será difícil dizer-lhe para «fazer de conta»...)
- D. lembra-se de idênticos «fazer de conta», afinal, princípios de Verdade da Ficção...; crónica de hoje de M. E. C.:

Parágrafos iniciais:
Lembro-me de me apaixonar pelo fazer de conta. Era Inverno e eu queria ir à praia. Também queria que fosse Verão - tinha 5 ou 6 anos. A minha mãe disse-me que não podíamos ir à praia mas que podíamos fazer de conta - "we can pretend».
Ensinou-me a fazer de conta que estava calor, que estávamos a molhar os pés na água fresca - "it's so hot!" - e a ver um caranguejo a escapulir.
Fiquei obcecado com o fazer de conta. Era o remédio para todas as desilusões e dependências. Cada vez que me diziam que não podia fazer qualquer coisa eu respondia "Never mind. I can pretend".
[...]


sexta-feira, agosto 24, 2018

A Menina é neta de quem?

- no final do DOC., os bisnetos (A), revivificando desejo arquivado do bisavô,  brincam, aspirando, com os saquinhos de cachimbo, coleção arduamente resgatada pela mãe, neta, C. M.;
- «Regresso ao Futuro do Passado» que também fez D. empreender paralela Viagem (afinal, nasceu em 55);
- há outras Mortes, como a de um Espólio há décadas encerrado...; há Enigmas ficcionalmente aflorados...; e «o resto, que não se diz»...;

- M. foi adiando o visionamento de «A Toca do Lobo»...; e acha que fez bem, não há disponibilidade como a de Agosto

- (A) lá está F. M. A. (tranquila Qd.a do 3.º Bloco), com menos 3, 4 anos?

sexta-feira, julho 27, 2018

SILÊNCIO

- D. receia ter o V. «comprometido»; 
- dos cerca de 3 meses de Silêncio, necessários para sobreviver ao Palácio 1819, metade já foi anulado pelo Castigo Secx...;
- felizmente que, pelo GALH., a conversa é sempre de Tema único (a B. G...)...
- há esperança de que ainda venha a haver boas leituras, no Rugido...
Well

quinta-feira, julho 12, 2018

11 de julho

- dia mau: 
- C. Ped. X 2, de manhã, com as «habituais manobras de diversão»;
- chegada de Pacotes, à tarde, com toda a gente com muita pressa, uma prova «desaparecida», os erros do costume, a Chefe C. R. em «burnout» e M. a precisar de ir preencher «OS Impressos...» (para C. F. e F. B.)
- isto ainda vai acabar em...
- ...«águas de bacalhau», como sempre - (agora, a 26, já se pode usar a expressão...)

sexta-feira, junho 01, 2018

Ná havendo novidade - lobo antunes

- frase atribuída a velhote alentejano, na crónica de 24 - 05, em que A. L. A. diferentemente repete o grande Tema;
- Parágrafo final:
Ontem não te vi em Babilónia diz a inscrição numa pedra que aproveitei para um livro. De facto não vimos ninguém em Babilónia nem sequer a nós mesmos. Vaidade das vaidades, eu preocupado com a minha pobre obra. Pela janela aberta chegam os gritos dos presos no recreio da cadeia lá em baixo. Parecem alegres, riem, cantam. Ná havendo novidade daqui a quarenta anos estão cá fora a aliviarem os bolsos do pagode. Quanto a mim, ná havendo novidade, daqui a dez estarei com o amigo alentejano, sem pernas, a comermos à colher um pacotão de açúcar.

quinta-feira, maio 31, 2018

Cunhal, a melancia e M. S. T.

Recorte da ENT.  a João c. e Silva, no DN de 27-05, sobre o recente livro ATB:
[...] Aliás, deste [Cunhal] recorda uma história para esta conversa que não está no livro: "Encontrei-o num supermercado em Lagos com uma melancia na mão e um ar muito embaraçado. Cumprimentei-o e perguntei-lhe o que se passava. Ele respondeu: "A minha companheira mandou-me escolher um melão e não sei bem se é isto!" Tive de lhe escolher o melão." Entretanto, garante que já desistiu de ir viver para o Brasil: "Aquilo voltou a ser um fungagá" [...]

sábado, maio 26, 2018

Pomar na «AA», por Seixas, 97

Recortes: Na altura eu devia ter uns 17 ou 18 anos e ele bastante menos. Era um garoto. O Pomar nunca foi bonito e como miúdo não era nada bonito. Ele não cultivava a beleza física e era reservado. Ele encostava-se junto à parede e ficava ali encolhido.Convém dizer que a António Arroio era a única escola em Portugal que consentia que houvesse raparigas e rapazes. Estávamos separados por um pátio, as raparigas passavam e nós lançávamos-lhes piropos. [...] Ele não dava conversa a ninguém. Mantinha-se aparte. [...]

terça-feira, maio 22, 2018

Pomar

- Madr., 81 - 83
- moraria perto, na altura; assíduo na V. da M., aparecia na Merc., de vez em quando, sobretudo para se regalar com o «Bacalhau à Minhota» do Ch. A., que vinha a rescender no tacho de barro...;
- despretensioso, à figura «áspera» correspondia conversa sobre as coisas banais, de que parecia curioso...; D. fingia não o conhecer, intimidado, claro
- dez obras selecionadas, com curtas descrições: AQUI
- «Ex-AA», relembre-se...

terça-feira, maio 15, 2018

«Há por aí um Engenheiro?»

- 6 e 30; imagens finais:
- um espaço enorme e muito movimentado, do tipo «Pastéis de Belém»...; 
- jovem, D. serve uma mesa com vários estrangeiros; leva duas cafeteiras com café; a da mão esquerda de tamanho normal, a da direita enorme, muto pesada; serve com as duas, em simultâneo; quase deixa entornar a da direita; 
- saem ruidosamente e ouve-se o som de muitas moedas, que atiram sobre a mesa; 
- quando D. vai para recolhê-las, já o anfitrião português rapara metade..........(algo a ver com a história do filho de A. M., da H. de C.??)
- diz o Sr. para D.: «são investidores; vão iniciar a construção de um grande empreendimento daqui a [...]; não encontro um único engenheiro civil para contratar; se não o conseguir até...                 [apagou, acordou]
Well

segunda-feira, maio 14, 2018

Retrato

- Imagem recolhida da Tela do Palácio 1718; 2 blocos de ano intermédio; Expo até 6 de Junho, sob a Batuta de L. B. (a menina do «Lagarto da Penha»)


- recorte do texto que a acompanha:

[...]
Aqui apresentamos fotografias que realizámos com papel fotográfico colocado no lugar da chapa ou vidro, com o tempo de exposição de dez segundos. A inspiração formal teve como base o trabalho do fotógrafo holandês Hendrik Kerstens, e a pintura referente ao Século de Ouro dos Países Baixos, de que  são exemplos maiores: Rembrandt Harmenszoon van Rijn e Johannes Vermeer.

sábado, maio 12, 2018

Papaia

- «Papaia» - palavra «Completa» (a primeira completa?) que M. repetidamente proferiu na quinta, 10...

quarta-feira, maio 09, 2018

Bica (fazem bicha para o Ascensor da)

- M. foi «numa corrida» à GEO da INF e ficou «estonteado» com tanta «turisticada»... 
- quando comentou a Fila para o Ascensor com o cunhado Ch., este disse «que aquilo não era nada...»

- junto da Mana C., estava A., «Ex-AA» (Gráficos, ...), muito mudada e com um Zé Maria, de 3 meses...
 - é a Menina que (ainda) mora na Casa em que D. nasceu...; ainda, porque vai ser «despejada» em Julho...; há muito que D. queria rever A CASA...; conseguirá ainda?

terça-feira, abril 24, 2018

Coloridas Tentações...

... francesas, em Lisboa;

GLH, 14 - 04 - 2018, sábado

PERS:
- GEN
- Princ.
- A. C. Bap.
- M.
- M.

domingo, abril 22, 2018

Visitas + Hialux

- desligar da Máq. APN às 8 e 20, pois o DESP. das 7 e 20...
- morando agora no 1.º andar de prédio novo, D. entra e sai, distribuindo cartas, aí chegadas por engano, pelos vizinhos...
- à porta bate uma jovem insinuante, inquilina de alguém do...
- em casa há visitas, familiares vindos da província (!!!)...
- à porta batem 5 ou 6 septuagenárias, produzidas, oxigenadas...; sai a General, jovem, de vestido de cores fortes, às flores, com malinha de Senhora, mesmo...; sentado no chão, D. tem que se levantar, pois começa um debate sobre operar ou não o seu Hialux...
Ufff!!!

domingo, abril 08, 2018

«Os sonhos de Helena...» («Sonhos de Sonhos», A. T.)

... contados a Eduardo Galeano, o marido....       (livro, expo no Museu da Farmácia)
«autopsicografados»  por Isidro Ferrer ...- Vídeo no P3             
I. F.:
- «são os próprios sonhos de Helena que Eduardo converte em subtilezas literárias»
- método: ler intencionalmente; esquecer; meses depois, relembrar, reler, não; trabalhar a partir da Memória do texto.... =  ressignificar as palavras....
- recorte do texto do P3:
[...] não gostava que me chamassem "artista". Sou designer, pai, ilustrador, faço cartazes, desenho em cadernos, sou amigo, curioso, artesão. [...] não crio nada, recrio. [...] A palavra recriar em espanhol remete para 'brincadeira' [recreio, em português] [...]

segunda-feira, abril 02, 2018

«Amo-me tanto» - MEC

- paródia «actualizada» do N... a 30 de Março

RECORTE:
[...]     Mesmo a pessoa mais feia sucumbe à auto-sedução. O ser humano adapta-se a tudo. Repetidas exposições à mesma tromba ao longo dos anos levam primeiro à habituação e depois à admiração. Primeiro, deixamos de nos acharmos feios. Depois damos por nós a achar que não somos maus de todo. Passado pouco tempo já estamos in love com o nosso semblante. [...]

sábado, março 17, 2018

18 - 03 - 1978

- esta notícia (com vídeo) [outros, no YTU ...], pelos 40 anos do incêndio na FAC de Ciências, devolveu D. à SMT...
- terá sido pouco antes de ir para a «C. da C.» (e após ter conhecido o P., no curso de B....), 
-lembra-se, sem pormenores, do relato que lhe fez um dos clientes habituais, que morava perto (vinha regularmente para conversar, ao final do dia, quando era fraco o movimento...) - quadro do M. da AD. I. de então - muito míope, de longo sobretudo verde escuro, com filhos e casamento TRAD., mas de quem sempre D. desconfiou «jogar nos dois tabuleiros...»

domingo, março 04, 2018

J. B.

[«cabeça limpa», após quase 9 horas de Máq. APN...]

- interrupção, pelas 4 e 30, quando...
... M. entrara na casa de banho da «Lido», na Morais Soares; 
aí, ao canto de uma banheira com água (???), estava, enrodilhada, uma camisa de verão de D. - a mais velha e mais fresca...- na qual foi relendo fragmentos da «correspondência» trocada com J. B. («AA», 98, 99!!!); 
entrou uma miúda, pernalta, que «se sentou na sanita» e lhe pediu para «lavar a parede da banheira»; saiu, esperou que ela saísse e ficou a observá-la, enquanto caminhava na direção da P. do Chile...

domingo, fevereiro 11, 2018

Brecht, Baal + João Lourenço

Em 1980, João Lourenço dirige "Baal", de Bertolt
Brecht, no Teatro da Trindade.Na fotografia,
o encenador com João Perry e Mário Viegas
- entre Abril de 78 e Dez. de 80, foi a C. da C.; ainda D. insistia com MED e, à tarde, estudava na Sala...; às vezes aparecia M. V. (...); 
- a dado passo, J. L. tornou-se visita regular, com os pais (houve sociedade num dos novos REST. de J. V.?..;  chegaram a ser 7...)
- manhã morrinhenta; nuvens escuras que «não dão água», pela tarde; Envelopes fracos, logo rápidos; pequena Pausa, tempo, por ex.º, para ler
esta ENTREV. a J. L.
RECORTE:
Pergunto-lhe: o que é que ainda tem do miúdo que se “entusiasmou” com aquele rei no Teatro Nacional?
[Longa pausa] O sonho. Poder sonhar. Acho que o teatro, como um livro, como o cinema, a pintura, faz-nos sonhar — mais até o teatro do que os livros, o cinema ou a pintura –, faz-nos pensar. Quando estamos a assistir a um espetáculo temos que imaginar muita coisa. No teatro podemos dizer que há relva, que há uma catedral, e não está lá nada e nós imaginamos o que quisermos. A imaginação sempre foi para mim importante, desde miúdo. E, portanto, ainda hoje existe em mim. E isso que tenho do miúdo: sonhar com histórias. E depois comecei a ver que essas histórias seriam as histórias da minha vida – e as histórias da vida de todos nós. E comecei a ver que era importante contar essas histórias no teatro.


domingo, fevereiro 04, 2018

Torga: a «despedida do nome civil» OU «entre Cristo e Judas»

1934

Publica a novela A Terceira Voz. É com este livro que adopta o nome literário Miguel Torga. No prefácio, a despedida do nome civil é assinada por Adolfo Rocha:

Com um ósculo vo-lo entrego. Chama-se Miguel Torga. Somos irmãos e temos a mesma riqueza. Mas há dias reparámos nesta coisa simples: para que aos vossos olhos um de nós surgisse Cristo, necessariamente o outro tinha de fazer de Judas. E eu sacrifiquei-me. […] Ficas tu, Miguel Torga, mas não me chames Judas, porque só para efeitos legais (já que o auto tem de abrir com todas as cerimónias do estilo) eu me resigno a ser aquele [3!]* que, cheio de remorsos, se enforcou numa figueira e, dela pendente, jaz, ad aeternum morto, comido dos bichos e com a língua de fora… Adolpho Rocha


[sublinhados acrescentados; reproduzido de «EspaçoTorga»]
* acrescentado

segunda-feira, janeiro 29, 2018

alegria

- 9 e 40
a habitual troca de msg.s com o Princ., «enquanto o Lobo não vem» (não abre o Qd.o...)
PRINC.: «aquela m. tem uma alegria de viver contagiante»
[«contagiante», grande Termo]
Aleluia

sábado, janeiro 27, 2018

34,44

- hora indefinida, pois a Máquina APN não foi desligada
- terminados os Qd.s e tendo, à tarde, uma daquelas REUN., D. decidiu ir almoçar às ESPL. dos Restaur.s (!!!), avisando disso a Mana C. (!!!)...
- estavam organizadas em «Ilhas», cada uma com o seu jovem Chefe (o que D. desconhecia...); o que lhe calhou sugeriu um Caldo com Nome pomposo e, após isso, um Prato Principal, com pomposo Nome...[esquecido, entretanto...]
- a conta: 34, 44...
(os 44 cêntimos, então, «desorganizaram» D. [...] [«e do Resto não se lembra...»]

sábado, janeiro 13, 2018

Fernanda + Ernesto

[«tenho aqui 4 ou 5 excertos, não consigo decidir».., começou...; 
com tanto esforço para «ARTICULAR», M. fez uma Má Leitura do excerto que levou hoje, para a sessão final do Curso de T. V.; 
Implacável, I. M.:
«escolhido à pressa, hoje de manhã, lido aqui, não é?»; «não lhes disse para o prepararem com tempo?»  
[parecia uma Rábula de Quadrado...; «desajeitado»: «foi o que (me) (a)ssaltou da Estante...»

[terá alguma coisa a ver com a conversa de quinta, com a F. , do 2.º Bloco, sobre D. G., o cineasta que, tal como E. R.  [...]?

       Faço subir a tua voz no gravador, e como um vento de Maio, traz a sua força aos velhos objetos que me cercam. Chega-nos sem lágrimas, dir-se-ia que sorridente perante a morte. Parece que cantaste pouco antes da nossa luz se apagar. Não sei. Sei que estou fechado num glacial Janeiro, como um velho sem voz, atrás da janela, a cada hora mais escura, como um velho que vagueia pela memória [...]

Ernesto Sampaio, Fernanda, Fenda, 2000, p. 59


domingo, janeiro 07, 2018

... para 2018... (Resoluções?)

[cresce a aguda consciência da redução do Tempo disponível...; de manhã, pelo Bairro, M. registou o Rosto de mais duas ou três Figuras que não via já há algum tempo - sobretudo o do arq. (...),  viúvo de I. PA...; 
. no Ldl, soube, com a Dona Li, do Galhardo, do internamento da mãe...; para compensar, no 5.º D., há um bebé com 6, 7 dias...]

- assim, bastam 3 OBJ para 2018... [daqui a um ano se saberá se...]:
1) - LER mais do que em 15, 16, 17..., apesar do Pânico («fantasma»?) da redução da acuidade visual...          [há tanto para ler...]
2) - fugir da ANS. (conseq., da subida da T....), no Paraíso das Olaias... (a Imperturbabilidade, ainda que seja necessário copiar a EST de Reis...)
3) - EM.er (ui, ui, este então...)

[«ALTO LÁ» - «Cuquedo» encantou MAT... no Rugido Natalício...]

terça-feira, janeiro 02, 2018

Guida Maria: «sangue, suor e lágrimas»

- a notícia, de Hoje,  e a leitura desta entrevista de 2010, «reenviou» D. para o período, entre Abril de 78 e Dez. de 80, em que teve como colega, na C. da C., a mãe, M. E., uma excelente (e sofrida) senhora, com quem partilhou tantas histórias... 
(«e o resto - do pouco que ainda não está esquecido - não se diz»)

- entrev. à «Sábado» - AQUI

sexta-feira, dezembro 29, 2017

Estudar

14 anos. Reprovada. A princípio, quase contente. Insuportável, o ambiente,  as matérias estúpidas. Agora já sei o que me espera. 15 a Matemática nada vale. Com oito negativas, a mãe P. vai castigar-me. Olarila. Que culpa tenho de ela não saber ler nem escrever? Só trabalhar, trabalhar. Horror.
5 meses passados. 14 horas diárias de fogão. Nem mesada, nem saídas, nada. Só sermões. Prisão perpétua. De certeza até aos 18 anos. Convencê-la a deixar-me ir estudar à noite não vai ser pêra doce.

18 anos. A miúda é agora responsável. Deixou de ser Maria Rapaz. Engordou. Silenciou. Tudo por causa da rigidez da comadre P. 15 a Matemática chega para provar as capacidades. Fará o 5.º ano em 2 anos, o 7.º num. Bem a quisemos adoptar. Teimosa, a mãe só nos aceitou como padrinhos.
Mas sei que ela me ouve mais do que ao próprio marido. Mais: só a mim ouve. Há que escolher a hora, começar com outro assunto, deixá-la falar o tempo que quiser… Estudar à noite? Vai ser duro convencê-la…

quarta-feira, dezembro 20, 2017

Fases negra luminosa

Passara um ano. Vinham os 20. Decorria o que depois se designaria como «Verão Quente» 
Chamar rotina a um bloqueio total não ajudava. Das 8 às 15 e 30, cumpria-se: subir a S Roque, descer a Glória, subir a Avenida; trabalhar, trabalhar e, depois, o percurso inverso. Daí até à noite, imobilização total no sofá, de olhos fechados, sempre o mesmo «filme mental». 
Rotina só quebrada para ir ver, de longe, à margem, uma ou outra manifestação, das muitas de então. Passavam os meses, não via saída…


Passaram os meses. Passou o «segundo 25». Pelo Verão, um encontro casual. 
Conversas pelas noites fora, por todos os momentos que se «arranjava». Mais do que descobrir-se, a disponibilidade (ingénua?) para tudo compreender e aceitar do «lado de lá». 
No Verão, sós, na casa de S. Paulo; um inolvidável 11 de Setembro na Caparica. Meses que parecem anos, de tão intensos. Sobreveio o «arrefecimento». Natural, agora. 
Irreversível, isso sim, a energia para recomeçar a estudar, reconstruir-se.

terça-feira, dezembro 19, 2017

Falta muito?

Faltam 14 dias! Faltam em quê, como? perguntam, em coro, no Quadrado. Na Praça Gorettiii…, em pio fino. Repito várias vezes, a ver se lhes atazano o juízo. A uns e a outros. 
Finalmente: para a próxima Pausa, Liberdade Temporária!
Mas como?, reperguntam, impercebidos. Repito, prolongo o logro. Lá lhes faço a vontade, finalmente. 14 dias de Quadrados, de castigos de sala. 
Ah, bom!
Variante: falta muito para o Natal? Logo desde Janeiro… 
Fica para a próxima…contagem.

segunda-feira, dezembro 18, 2017

Outrora Agora (Pessoa)

Casa da Calçada, 3.º andar, quintal. Fundo do corredor. Silencioso, imóvel, atento à revelação do mundo, junto à casinha do tanque. Cheiro acre do sabão azul e branco. Ruidoso, o da chuva violenta na terra vermelha do quintal. Só dele. 
Menino só, em casa com muitas mulheres – o amor antes das palavras, único. Assobiava o vento para lá dos muros. Refugiado, seguro, o menino hoje dispensa o colorido da rua de S. Paulo, hoje. «Outrora agora». Feliz.

domingo, dezembro 10, 2017

«Onde estavas, no 25?»

S. Paulo. Os que vinham de barco, da margem sul, falavam, com espanto, do que acontecia no Terreiro do Paço. Perguntava-lhes se era  revolta ou golpe direitista. A repetição foi obtendo resposta. Na última página dos jornais, nota vaga. 
Ainda foram servidos os almoços. Pela rádio se esclareceu a coisa. Fechei a porta, a mando do pai. Mas foram entrando e bebendo, incluindo um grupo de turistas italianos, cheios de frio. Aninharam-se a um canto, tarde afora.

sábado, dezembro 09, 2017

O dia dos prodígios (Lídia Jorge)

Alentejo, Agosto de 80. Seca. Ninito, temporariamente sem emprego, lê O dia dos prodígios. Mesmo na sombra da Arramada da burra, começam as alucinações, vê monstros, ouve rastejar…
Água, nem que seja uma gota. 
Na véspera do  regresso à cidade, noite estrelada. Cai uma gota no nariz do Ninito.  Estrelada, rodopia, rodopia, e desaparece na poça do firmamento. Ondula e brilha, pelo espaço sideral.
Viram a gota de água? 
Está doido, responderam, em coro, as patroas.

sexta-feira, dezembro 08, 2017

Escrever(-se)

Somam-se frases, desordenadamente. 
«Ó professor, já ninguém escreve blogues» («pequenino estupor»). 
«Queres escrever Um, «a meias»? («meias só para as pernas»). 
«Gosto de algumas coisas, de outras não» («nem te pergunto quais, ó Mentora»). 
«Ó tio, não é assim que se escreve na Blogo-Esfera» («vai mandar lá para a tua rua»).
«Escrever diário faz bem à saúde» («como nunca escrevi, estou doente?»). 
«Ó rapaziada, é uma estratégia para o «pré-Alzheimer»e foi por isso que me escrevo.

terça-feira, dezembro 05, 2017

«sozinho, com miúdo da mesma idade»

       10 anos. O liceu vem aí. Já esqueci as Gaivotas. Largo dos Stephens, escola só de tarde. Caldeira adormece e lá vou, manter o silêncio à canada. Vá lá, hoje pô-los a ler. Evitando adormecer, imagino… O banho de sábado, no alguidar, a mãe, o calçado em fila…
      Que cheiro vem do J.! Enfezado e manco, está cá atrás. Dorme sempre.  Faço-lhe os trabalhos. O velho resmunga, mas aceita-lhos.
                     [quero ir para mecânico, ó D.! ajudas-me e tens Artista para toda a vida, pá!]
      Pouco fala. Agride e arranha todos. Ao bacano, não. Rapaz, o mais velho, ajuda a mãe, na descarga do peixe.  De pai alcoolizado, moram na Madragoa, aonde o peixe podre gera os focos de infeção.
      Vai ser na sexta. A dona S. ajuda: banho em balde de lata, sabão macaco, escova de arame. Escamuda, aquela pele não vai sentir nem um arranhão…

[«sozinho, com miúdo da minha idade», com a Lisboa Marítima de então e uma pequena ajuda de Cesário]

sábado, dezembro 02, 2017

Bica

5 e 40
com as anteriores imagens apagadas,  restava:
- ao cimo da Bica, uma larga senhora (rosto da actual T. ChY ou o da Ref. T. A. de M.?) chamava por ele...;
- correu, fugindo, pela R. D. B. abaixo e foi abrir a Baiúca do Pai Velho....; deixou a porta aberta e foi esconder-se no início da Cal da B. Peq.; 
passava LIL (do actual 3.º Bloco), com outra colega, e perguntou-lhe se a senhora já tinha saído do ASC; já, sim senhor, e ia na direcção oposta...
UFF!

sexta-feira, dezembro 01, 2017

O sargento Almeida

[8 viciosas Terças...; 
terminadas, ficam os textos...;  na maioria «a raspar» os  propostos, que remetiam para universos duros de Qd.os ...]

10 anos. Lia. Muito e depressa. O dia todo. Falcão, Seis Balas, Emílio Salgari, Major Alvega, Mundo de Aventuras… Gordo, aéreo ou pasmado. A sonhar com a “a morte da bezerra”? Nesses tempos, a Criança tinha que já ser um pequeno homem. Todo o tempo os velhos lhe faziam judiarias.
É um preguiçoso! Um incapaz! Nunca irá para a universidade!**
No desvão, sonhava, entre o cheiro acre de cebolas, batatas, borras do fundo de vasilhame. Ouvia. Chorava.

[** palavras parecidas com as que o sarg. terá dito; como sempre, com a ajuda da MEMO da Mana A.:

O Sr. Almeida?
Pai do Zeca … bêbado a cair!
Com quem não se dava lá muito bem (aliás, nem bem nem mal!)
 Natural do Sabugal!?
 Para a patuscada com os outros “copofónicos” das tardes de outono e de inverno trazia míscaros que a mãe cozinhava com carne de porco!

(E nós também tínhamos direito!)]

segunda-feira, novembro 27, 2017

Errar, errar sempre

- há anos e anos, que D. (se) (re)contava (n)aquele dia de Novembro, um domingo, em que, perto do final do almoço, o Pai Velho...
- repetia que tinha sido em 67, a poucos dias de completar 12 anos...

- até agora, porque, devido às evocações das cheias de 67, a mana A. o corrigiu, obrigando a MEMo a recuar para 66...:

- e lá veio um E-mel com mais de doze nomes (em casamentos vários...) de que M. só recordava 2 ou 3 ... («íamos muito a casamentos nessa altura...»)

segunda-feira, novembro 06, 2017

«A menina que já Ama o(s) Livro(s)»

- não é Men. (ainda) é «BB»;
 contam os Prog.s que, num destes dias, no COL, encerrou a boca à S. O. P. A., apontando insistentemente para um livro, e que as EDUC.s  tiveram que «ceder»; obtido o objeto, diz que o colocou ao lado e abriu a boquinha...
- a crer nos dados da REPORT de ontem, os efeitos criados por dar «TABLe...» (mas não de Chocolate...) e equivalentes a tenras crianças, parece «(já) estar contra  a corrente»...


- quanto a «lançá-la» nos CORR-EST de M., no sábado, foi PATIFARIA... 

segunda-feira, outubro 30, 2017

Pena Jóia

Ele, Pena Jóia

Que Nome!  Barriga enorme, suspensórios.  Quando crescer vou perguntar-lhe o porquê do Nome.
 Já bebeu muitos copázios… Ah, finalmente! Encostado à parede, enche de ar a barriga. Incha, incha. Já terá triplicado? Suspende. Avançam quatro parceiros. Cada um empurra uma perna do banco. Força, força! Não baixa. Não tiro os olhos da expressão zombeteira do Pena Jóia. O balão não dói? Rebentar, não rebenta, mais uma vez. Suados, desistem, ao fim de alguns minutos.

Eu, Pena Jóia

Na sexta tive que começar sem suficientes copaneiras.  Quando me encostei à parede, ainda «aquecia».

 Enquanto enchia a barriga, olhava o Ninito pelo canto do olho. Parecia pasmado, o miúdo. Balão cheio, avançaram os quatro primos Lopes. Estivadores, possantes. Tiveram que tirar as camisas. O miúdo está sempre a dizer para ir ao médico. Estou velho, mas não quero saber o Segredo.  Após esvaziar, todos bateram palmas. Os quatro pagaram as rodadas «da praxe».


segunda-feira, outubro 23, 2017

M.. a Árvore

- em mens. de há pouco, J. dizia:
«Avós na Base, Pais a Meio, M. no Topo»   (oxalá, «Para Sempre», V. F.); 
- no Animatógrafo do final de ontem (o «melhor do Dia»), a General e M. «deliciaram-se» com o dedinho apontado que, após o «círculo de giz da hesitação», identificava [...]; 
- só Mariano não coube num cantinho da Cartolina... (pedido do COL.)
- (também ontem, J. sugeria «um Diário de M.») [já está] 

sábado, outubro 21, 2017

M., a Concha e Caeiro

-  «agarrada» ao Objeto, «rodopia» e «orienta» qualquer Grande, que «esteja ao Pé», a sentar-se no Chão, em Concha
- no Centro (da Concha) se instala, confortavelmente, «Pensando como quem Respira» (Caeiro) - ENIGMA -, ao Ritmo da  Leitura [...], em «Empatia» com o Objeto...
- quanto ao que se passa «lá em Cima, no Sótão», perguntar a Mestre Caeiro...