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quinta-feira, agosto 14, 2025

Que Nome...

 - não existindo ainda nem na FNC nem na BERT, houve que obter a obra de T. M. M. no SALD, na AFRONT; a VET funcionária, «disponível», teve a paciência de ouvir R. discorrer sobre, sobretudo, a LX...; localizado, na RTP-ARQ, o DOC de Diana Andringa, de 98;no mesmo END, ENTREV de 1958 + CLIP de Simpósio na Brown UNIV, de 81; 

RECORTE(s):

segunda-feira, abril 01, 2024

Clarice e Andréa OU «cuidado com as reticências»

 - atingida a p. 360 (final da I Parte) da Biografia de C. L., por Teresa Montero [da BiblioPenha];      [a de B. Mozer, de 2009, «aguarda» na Est.e do Q.o de J....]

RECORTE(S):

[...] comoveu-se com o pedido e decidiu que a partir daquele momento não seria psicanalista, mas amigo de Clarice. [...] Nesse período, Clarice afeiçoou-se à filha de Azulay, Andréa. A menina tinha 10 anos e gostava muito de escrever. As suas cartas carinhosas comoviam Clarice, que lhe dizia que ela já era uma escritora, mas fizesse de conta que não era. [...] Nas cartas, Clarice fazia questão de lhe dar dicas de como viver e escrever. E enumerava uma série delas: não descurar a pontuação, pois ela é a respiração da frase; não abusar de vírgulas, cuidado com as reticências; o ponto e vírgula é um osso atravessado na garganta. E completava: »Agora esqueça tudo o que eu disse» [...]

Teresa Montero, À procura da própria coisa - uma Biografia de Clarice Lispector, 2022, pp. 332, 333

domingo, março 17, 2024

Pessoa e o(s) Desporto(s) + «A desobediente»

- Artigo do «Público», sobre o recente Colóquio na GULB.; lido no «28», a observar os TURIS «desenfarpelados» pela «onda primaveril de calor de Verão»; as referências feitas permitem elaborar uma Lista de Biografias a Ler...; 

- na BERT., alcançada a p. 73 de «A desobediente»...; a 21, na FNC, p. 100 - até aí, Representações da Infância...;                    P. Reis, na SIC

RECORTE:2

[...] Nos papéis que Pessoa trouxe de Durban, na África do Sul, havia poemas, listas de livros que desejava comprar ou papéis relacionados com jogos infantis. Richard Zenith encontrou listas de jogadores de futebol, de críquete, equipas e os resultados de jogos. Ficou curioso. À primeira vista, Pessoa parecia ter sido um espectador fervoroso de acontecimentos desportivos. “Fui à procura dos nomes dos jogadores dessas equipas e não os encontrava, nem sequer na escola onde estudou Pessoa. Fui também ver as listas telefónicas da época e esses nomes não apareciam em lado nenhum. Pouco a pouco percebi que tudo era uma invenção”, contou na Gulbenkian, explicando que Pessoa inventava equipas e imaginava jogos. “É fascinante e mostra até que ponto Pessoa era lúdico.” [...]

sábado, agosto 07, 2021

João da Mina (a história de)



Este tronco talhado em madeira holandesa, que serviu para acorrentar pessoas escravizadas no Brasil (c. 1600–1800) pertence à colecção do Rijksmuseum

- foi o artigo do Público, de hoje, que conduziu a esta e a outras ((9))histórias no Museu holandês, objecto(s)  de EXPOS. sobre 250 anos de ESCRAV.

quarta-feira, fevereiro 17, 2021

«A menina e o Zepelin» Ou Carta à(s) Mãe(s) OU «O século da Maior MUDANÇA»? - Rui Tavares

 -  no último parágrafo desta (inesperada?) Crónica, R. T. nega que os elementos «BIO» e «AUTOBIO» que a «reenchem» o sejam:
«Nunca ou quase nunca escrevo crónicas pessoais — e esta também não o é.» [...]
Well

RECORTES do Início: 

Numa aldeia do Ribatejo, talvez em 1937, um homem estava a trabalhar na eira quando viu passar por cima de si um dirigível que ia para a América. Chamou os seus então seis filhos para que vissem aquele prodígio, “parece um porco a voar no céu”, disse. Esse homem era o meu avô, que morreu em 1943 com 45 anos apenas, e oito filhos, o último acabado de nascer quinze dias antes. Uma das crianças que dobrava o pescoço para ver o Zeppelin — “Zorplim”, dizia-se ali na aldeia — era a minha mãe, que faz hoje noventa anos.[Na aldeia onde ela nasceu não havia eletricidade, não passavam automóveis, e o primeiro sinal da modernidade — a radiotelefonia — chegou durante a sua infância. Andava-se descalço, morria-se de tuberculose, sabia-se quem eram os “órfãos da pneumónica”, falava-se da “guerra do Hitler”. Hoje, nova pandemia, a minha mãe vê os netos e bisnetos segurando nas mãos um objeto impensável à época da sua infância, a poucos metros do edifício onde fez os seus três anos de escolaridade na aldeia. [...]


quinta-feira, fevereiro 04, 2021

«Sapatos de Corda»



E. começou a lê-lo no Verão; agora, não sabe a que «monte» foi parar; mas será fácil de reencontrar, também devido a esta «Peça» do Ípsilon , de Isabel Lucas - de onde foi  reproduzida a foto de Sala da Trabalho da Casa da Gólgota  [...]

[artigo de 2018, no «Expresso», republicado em 2019, e não só para assinantes]

quarta-feira, abril 29, 2020

«Rosas de Ermera» (a família Afonso dos Santos: João, José e Maria)

- «planando» hoje pela (pouca) informação disponível sobre «Cerromaior», de Luís Filipe Rocha, F. receou que este «DOC. BIOG.», de 2016, na VOZ da Mana, já não estivesse na «RTP PLay» - está, sim, para REVER

sexta-feira, agosto 24, 2018

A Menina é neta de quem?

- no final do DOC., os bisnetos (A), revivificando desejo arquivado do bisavô,  brincam, aspirando, com os saquinhos de cachimbo, coleção arduamente resgatada pela mãe, neta, C. M.;
- «Regresso ao Futuro do Passado» que também fez D. empreender paralela Viagem (afinal, nasceu em 55);
- há outras Mortes, como a de um Espólio há décadas encerrado...; há Enigmas ficcionalmente aflorados...; e «o resto, que não se diz»...;

- M. foi adiando o visionamento de «A Toca do Lobo»...; e acha que fez bem, não há disponibilidade como a de Agosto

- (A) lá está F. M. A. (tranquila Qd.a do 3.º Bloco), com menos 3, 4 anos?

sábado, maio 27, 2017

«E se algum cámone grosso lhe dá uma azevia na pantufa» - Dinis Machado, por Lobo Antunes

[lida na pág. 6 da Visão de 18 de Maio - Completa, a 25, AQUI]
Susa Monteiro 
[...] Alfredo Marceneiro que nós encontráramos uma noite no seu Bairro Alto, sentado na berma do passeio, perdido de bêbado, e para o qual o Dinis avançou a abraçá-lo
 - Você é um génio
 O outro olhou-o sem o ver, oculto atrás de uma névoa de tinto, com o Dinis inclinado para ele
 - Você é um génio
  o Dinis
- Sabia que é um génio, você?
  enquanto eu tentava puxá-lo
 - Larga o homem que ele nem sequer te ouve
 o Dinis insistia, inabalável
- Sabia que é um génio não sabia?
 e foi um castigo para o arrancar dali
- Temos de tomar conta do Marceneiro que isto está cheio de cámones
 lá o arrastei com ele protector
- E se algum cámone grosso lhe dá uma azevia na pantufa, já viste?
 a procurar cámones grossos pelas redondezas
- Temos de encontrar o meu irmão Zéca que é presidente do Lisboa Clube Rio de Janeiro [...], na esperança de achar um peso-pluma que ficasse junto a Alfredo Marceneiro em funções de guarda-costas,  [...]

quarta-feira, fevereiro 10, 2016

«Antepassada dela própria» - por Francisco George

- pelas 9 e 15; no Estaminé do sr. Del., V., para a d. M.: «Já viu, tão magrinho, não deve trazer nada para ler...»
[é que a  compra em Papel «sextuplica» a despesa - V. «assina»...  - «remorso» permanente; mas como «acompanhar» o Café, em dia Cinz., como o de hoje?]

- a «boa companhia» foi esta narrativa de F. G., sempre no Presente do Indicativo [...]   

Recorte:
[...] a fotografia de 1953 traduz essa relação à mesa do Mestre Conceição Silva (no topo) na casa de Vila de Frades (Vidigueira). Suzana, a filha que agora caminha para os 111, está sentada à sua direita. [...]
Texto completo: AQUI


[Baú da Família George... («Dossier de Lutas») - por Francisco George - AQUI]