quarta-feira, outubro 30, 2013

O Padrinho

[«recuperada, parcialmente, de «Alpabiblio», de 20 de Outubro]

- ontem, «chez Princeso», em S. A. da C., reencontro com «o Padrinho» (dele, Princ) - A. M. F. - para S., o A. de «há cerca de» 44 PRIM
- após mais de 2 anos de «ausência» - parece que voltou a «reaproximar-se do que ERA» - Aleluia
(lá ficou, «INspirado», como sempre, por «quem é J., isto é, JOV»
- o MEDR. «não conta»]

quinta-feira, outubro 24, 2013

GENERAL Z.

Ontem, cerca das 20:10, antes do Dilúvio na LUZ.

G. Z.: Sabes quem é que vi hoje?
S. : Não. Diz lá.
G. Z.: A Z. S.!
S. [?????] Onde? Era mesmo a Z. S. ???????
G. Z.: Sim , sim. Na M. S. Ia a entrar para aquela Livraria de «coisas religiosas»...
S.: A Z. S. ???????? Na «Paulista»????
G. Z.: SIIIIIMM! Tornou-se muito religiosa, não sabias??
S.: [??????]
G. Z.: Engordou muito. Está muito Gorda.
S.: [???????]

[Não há (EN) (IDEN) Tidade que Resista ao olhar Clínico da General
ALELUIA]

domingo, outubro 20, 2013

Longe (1970) - Wight


Em finais de Agosto de 70 - Festival na ILha de Wight - ,
 S., então ainda D., já fizera 14. Ia (e vinha) de S. P.  ao P. M. (onde, em princípio, ainda não começara a «aparecer» o «MAESL»)
- isto é, vivia numa «Gaiola chamada P.», mas já «cheirava»,  no seu quotidiano, o que, muito pouco, «começava a vir de fora».

Então, quando, um dia, o A. A. M. C. (Nome Completo, que não esqueceu) apareceu com o «DUPLO VINIL» de «Woodstock» - não havia possibilidade de «compreensão» - agora, pela Distância, «já houve»

[Impossível, que tais «memo» não sejam (re) inventadas, ao ver «coisas assim»]
[Dizia A. M.F. - cerca de + 4 anos - , ontem, «que ainda ninguém, dos «círculos» por onde andaram, já escreveu uma AUTOB». Será?]

http://www.youtube.com/watch?v=vRuMgs4b1qk
 

segunda-feira, agosto 26, 2013

Nélida

[uma das «leituras Zmab» - S. vai na página 47]


RECORTE:

         Na primeira visita a Bayreuth, para a temporada operística, percorro o teatro concebido por Wagner [...]
Sob o beneplácito do gênio alemão, percorri a cidade, rastreando-lhe a figura e a da esposa Cosima, de ilustre dinastia, filha de Liszt e da Condessa d’Agoult. A mãe, além de parir filhos ilegítimos do extraordinário pianista, publicara o romance Nélida, com o pseudónimo de Daniel Stern. Um livro lido na adolescência, atraída pelo título. Na mesma ocasião havendo lido o outro Nélida, de Renata Halperin, autora argentina. Movida decerto pela curiosidade de saber o que se escondia sob a custódia de um nome que ambas as mulheres elegeram e que se concentrava agora na minha pessoa.
       Só na maturidade descobri, graças a Tarlei, que o título «Nélida» da condessa, e o pseudônimo que adotara, «Daniel Stern», formavam um anagrama. Não havendo sido o pseudônimo, ao  menos de sua parte, um mero acaso. Antes a deliberada escolha que desatava entre título e pseudônimo simetrias e perplexidades.
       Motivada por tais coincidências, participei à família materna o ocorrido. Encantada de constatar que, a despeito da aversão inicial do avô Daniel pelo nome da neta, pois me queria Pilar, como sua mãe, estávamos o avô e eu irremediavelmente enlaçados pelo anagrama, graças à pertinácia da tia Maíta, responsável por semelhante designação. [...]

Nélida Piñon, Livro das horas, Temas e Debates, 2013, pp. 8-9
[sublinhados acrescentados]


quinta-feira, agosto 01, 2013

Francisca (1981), de Manuel de Oliveira

[há muito que S. procurava - em vão - este filme
- graças à SANTA (NET) «reencontrou-o»:
[era no tempo da C. da C. - abril de 78 a dezembro de 80 - foram vários daí mais «os do PROC»
- vestidos de CRIADOS, figuraram, por alguns segundos, por «5 contos» - um terço de um salário mensal de então -
- foi um dia inteiro, na Casa do Alentejo - a observar os BASTIDORES - não esquece
[há fotografias - por onde andam é que S., então D., não se LEMBRA]

segunda-feira, junho 10, 2013

The Last Waltz


[recuperado do «Alpa», de Março]

- T. lembra-se de, nesse Verão (talvez o de 78), no Cinema aonde foi «OUver» o DOC de Scorsese, reencontrar  J. E. T. C. P.
(vai o Nome Completo, desta vez, até pelo Efeito de Linhagem) que, do «Cábula Futebolístico» do P. M. (sete anos, sete,  no mesmo Bloco!) se ia transformando num E. atento, crítico e «envolvido» em Causas várias
[um dos irmãos mais novos, P., E. e P., é um dos  Convidados do Momento das várias TV.s, nessa «Ciência»]
- [Imagem indelével, até porque, algum tempo depois, virá a notícia de que, de noite, numa estrada dos Açores, quando cumpria o S. M., o Zé T. fora atropelado mortalmente por um qualquer Idiota Etilizado]
- e por que é que «deu» a T. para ISTO? [...]
- cada Coisa tem seu Tempo

 

Regina(s) - em Portugal

[«recuperado» de «Alpabiblio», assim escapando ao «Apaga-Apaga»]
- há cerca de  4,5 anos que T. encontrou  um outro processo para  «ginasticar» a Mente:
- a Arte de Preencher Lacunas, «Saltos»

EXEMPLO [- com «didascálias» e tudo]

General Z: Lembras-te de termos ido ao Tivoli ver o espectáculo com a Elis Regina?
T.: Impossível [...]  (após infrutíferas tentativas para a «demover») - «Vamos à SANTA verificar as Datas»
-(foram - falecimento: 82 - «deixava dúvidas»          [porque, desde 78, 9...]
- (vindas a Portugal: final de 60.s, 68, 78.... [difícil] - 

[e, como «compensação» o vídeo, histórico, 68, em Portugal, no YTU:
https://www.youtube.com/watch?v=R6W8RC53LR4]

(de volta à cozinha)
General Z (lança nova Cifra) : «estava sozinha em palco» [...] ; [...] foi depois do «Sinhozinho Malta» [...]
T.AH (Aleluia) - Regina Duarte,  talvez por 2005 [...]             [corrige a Santa: 2004 - «Coração Bazar»]       
[Terrível, para a Memória, a Santa NET]  . MAs, «tudo acabou em Bem, afinal»
 

domingo, maio 12, 2013

Entre nefelibata e acrobata: MEC

Já há algum tempo que T. não referia um texto de Miguel Esteves Cardoso em nenhuma das Casas 

Deste, intitulado «Não ser acrobata», até General Z gostou logo.

Começa assim:
Era eu pequeno e, só falando bem inglês, o meu pai entrou em pânico e arranjou caixas de sapatos que enchemos de envelopes com cartões lá dentro. Em cada envelope eu escrevia uma palavra e, no interior, a definição, mais uma citação usando a mesma palavra.
Eram centenas de envelopes. O meu pai depois escolhia um ao calhas, lia a palavra ("indispensável") e desafiava-me a lembrar-me do que queria dizer. Dentro do envelope, escrito na minha mão, estava a resposta. Ele ajudava: "Como a água, o oxigénio, a comida (e entusiasmando-se), o dinheiro, tempo para ler..." [...]
Na página 53 do Público de hoje ou AQUI


domingo, março 24, 2013

«Inventário paralelo»

 
 [deslocado de Alpabiblio, assim escapando ao «Apaga-Apaga]

-  Júlio Isidro, num vídeo da série «Ler Mais Ler Melhor»  diz que o critério foi escolher livros a que volte com frequência

- T. fez também o seu «inventário de frequência», paralelo:

A) O mundo dos outros - histórias e vagabundagens, de José Gomes Ferreira [1.ª ed: 1950 - de antes de T. nascer]

- existia na casa de S. Paulo, na «Estante da Avó Formiga» [e «aí» continua, mas agora numa edição de 90 ]
T. não se lembra se na edição da Portugália, de 68 ou de 72 - lido e relido «vezes sem conta» - deve estar na Estante da A. [ a confirmar, um dia]

B) O que diz Molero, de Dinis Machado [1.ª ed: 1977]
- uma Revelação - BD em Texto Oralizante - , nas tardes da Fase da SMT - (Jan-Fev de 75 a Abril de 78), - lido, muito devagar, no «Lago dos Patos», do P. ED. VII; - terá ajudado T., então em M., no C. de S., a «sorrir» - que bom
[por onde andará? - porque, na E. da Sala, T. encontra a 13.ª, de....]
[lembra, mais tarde, com Qd.s do Palácio, o espectáculo teatral, com A. F. e J.P. G.]

C) (Novos, 1974) Contos do Gin Tónico, 1973, de Mário Henrique-Leiria
[estão ambos «à mão», na «Estante da Avó», adquiridos em 82, em 2.ª ed., de 78] - no interior, um cartão da M. B., da Madragoa [de Out. de 81 a 31 de Julho de 83, ano em que T. voltou a discip. do LIC...] - relembra T. que foram lidos nas Viagens de Cacilheiro (15+15; às vezes a Dormir)
Well
- foi longa a Viagem; se Secreta, não sabe, não, T.
 

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

«Nem fria nem distante nem segura»

Daniel Rocha

Gréco, Juliette [quem a não ouvia] na «1.ª pessoa»; 86 anos; com Mísia, Fado em Francês
 
[+ entrevista, por Ricardo Rezende e Tiago Bartolomeu Costa:
[...]
Aos três anos era feminista, aos 14 escapou de um campo de concentração e salvou a irmã de uma pena mais pesada, aos 16 viu-se sozinha numa aldeia chamada Saint-German-des-Prés, nesse mundo que era Paris durante a ocupação alemã. Aos 19 chegou ao teatro, o seu grande sonho. A mãe, resistente, que a levara para Paris em 1936, após a morte do pai (e a fizera correio do Partido Comunista), disse-lhe que ela tinha sido um erro. Nessa altura Juliette Gréco fazia já as noites da mítica Tabou, a discoteca onde parava tout-Paris. Todos quiseram que ela os cantasse, achando que, assim, a tinham. [...] uma voz que se confunde, hoje, com a própria história da música francesa. Uma voz sensual e grave que saía de um corpo franzino, vestido de negro, de cabelo cortado em franja arrumada. O mesmo que Jean Cocteau foi buscar para uma personagem escrita propositadamente em Orfeu.
[...]
+ Vídeo, AQUI, na Casa do Público]
 
 

terça-feira, fevereiro 12, 2013

Autopsicografias

Virginia Woollf eT. S. Elliot -na Monk's House -  Ottoline Morrell 

- só agora T. chegou a este artigo
[de Lucinda Canelas, no Público, de 13 de Janeiro - AQUI ]
sobre «oito agendas que  a acompanharam [a Woolf] nos últimos 11 anos – «anos difíceis por causa dos longos períodos depressivos em que não chegava a levantar-se da cama» [...] «que  fazem parte da colecção da Universidade de Sussex», [...] “Esta colecção representa a vida de todos os dias, [...]”, diz Courage. “As nossas colecções relacionam-se com Virginia Woolf enquanto pessoa e não com a sua persona pública de romancista e ensaísta.”