- quinta à tarde, quando D. rasgava «papelada» vária, da porta da «Cave do Quinto»:
- desta vez, vais até ao Osso!
- quinta à tarde, quando D. rasgava «papelada» vária, da porta da «Cave do Quinto»:
- desta vez, vais até ao Osso!
- em «E-mel» para todos, uma Mestra do Paraíso (donde, citando de novo o Sr. DRT., «saem Homens ou Mulheres ou outra coisa qualquer»), retoma a questão da Operação de RE-Nomeação, no contexto das «ambiguidades identitárias ou de Género» e, após remeter para a Legislação, termina: «[...] o mais longe que vou, sem a alteração do Nome na secretaria, é tratar cada um pelo Apelido.»
- R., nos últimos anos, habilmente, eliminava qualquer Nomeação, usando sobretudo os utilíssimos Pronomes, outros Deícticos de 3.º Pessoa, expressões e termos «neutros» ou «indiferenciadoras» (como «Jovem», por ex.) também eles Marcas de Distanciamento no Sistema Português de Formas de Tratamento...
- Herminette é aquela Menina que, de repente, «se sai» com coisas como a seguinte: [...]
[no estacionamento da Cuf, quando D., com as duas mãos, a apoia na saída do «Ru-Ru»]: «Estás a aplicar a longa prática que adquiriste com a minha M.» (a Marechal H.)
Pois é.
- recolhido do artigo de Isabel Salema, do «Público-Ípsilon» sobre a EXPO no Museu do Chiado;
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| Primeiro retrato de Natália Correia, de 1959 |
A agenda quase desfeita, de tanto ter sido manuseada pelo pintor, é “uma preciosidade”, “mas ainda não foi estudada”, explica Helena Skapinakis, filha do artista e uma das curadoras, juntamente com Maria de Aires Silveira, da exposição Os NikiaΣ do Nikias, [...] Funciona quase como um “diário artístico”, considera a filha, que começou a folheá-lo há pouco tempo e ainda não consegue datá-lo com precisão. Até aqui, acrescentou ao PÚBLICO, parece uma agenda única que vai dos anos 70 aos anos 90. [...]
- na 1.ª pausa de Semestre do 1.º Bloco, M. veio ao GALH.; Ronda «28-Chiado» + a General a tentar dar cabo da Tosse dela; com o pequenino Indicador a avançar lentamente sob as sílabas, com muito apoio, já vai lendo; à noite, disse aos pais e à Fera (a Mana J. J.) que já lera 2 capítulos de «O principezinho»
- no «P2» de hoje:
Recorte sobre o(s) Nome(s): ...] Fascina-a este incomum nome “Hermógenes”, que disse ter visto escrito pela primeira vez num papel no livro Memórias de Adriano, de Marguerite Yourcenar, por ser o nome do médico de Adriano. Tem pena que o sobrenome “Ovídio” não tenha origem no poeta romano, mas no facto de o avô ter nascido a 3 de Junho, dia de Santo Ovídio. [...]
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Grupo no Forte da Graça, em Elvas. Hermógenes Ovídio, [...] ao lado de outros oficiais implicados na revolução de 3 de Fevereiro de 1927 |
- a neta lamenta ter descoberto tarde o(s) «Caderno(s) de Memórias» do Avô, isto é, só após a , morte da mãe; - em «paralelo» a difícil tarefa de quem tenha que «dar destino» ao que fica nas Casas de quem partiu:
[...] Foi preciso a sua mãe morrer, já com 80 anos e há mais de uma década, e lhe caber a ela “a tarefa terrível de esvaziar a casa dos pais”, recorda. “Fiquei sozinha num fim-de-semana a ver papéis, a pensar que ia deitar fora a maior parte deles, sem saber o que fazer à biblioteca do meu pai, que era gigante, e que acabei por entregar à Academia Militar. Foi uma tarefa muito difícil. Esvaziar a casa dos pais é retirar-lhe a alma, porque as paredes vazias já não têm história, são paredes sem memória. Foi nesse processo, quando abri o armário da minha mãe onde eu sabia que ela tinha as suas coisas pessoais, mais importantes, que descobri este documento do meu avô do movimento revolucionário e a fotografia com as assinaturas”, explica. [...]
- bem insistiu L. G. com R., na parte final de 2122, mas... [...]; não se arrepende, D.; olhar para uma Câmara? falar para a Eternidade curta ou temporária? - «que pânico»; já R. B. - 42 anos de Percurso empenhado, muio empenhado - ficou bem, muito bem, mesmo...
- Resolver ou não, esquecer, não.
- Rebobine-se:
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| Cristina Sampaio, «P2», 22-01 |
- em 05, M. de L. R. inicia a destruição do Edifício; em jantar com A. M. F., D. explana a Visão do Filme [...]; e diz que gostará de ver as consequências...*
- em 06, «descongelou a picareta», por Mérito (MEST.) e subiu ao 8.º Piso...
- .. regressando ao 6.º, em 010, com a «habilidosa reclassificação dos Pisos»...
- em 020, D. «regressa» ao 8.ª Piso, «praia onde permanece morto»... à Data*
- *não estava na Visão de D. que, em 023, retornaria, em «finca pé», a luta pela recuperação do que falta**...; com um «estudo tão prolongado» (CGA dixit...), e a chegada de 66 + 4, cresce a tentação de... [«e o resto não se diz»] - ver: «pressa de envelhecer»- S. era o «3.º Nome», primeiro Apelido, depois de F. e de J., 2 próprios, mas todos o tratavam por esse Nome - era um dos que, naquele «Bloco A», lutava pelas Máximas a F. e a MAT., sobretudo [...]; mas também não faltava a Paródia, naturalmente [...]
- pelo andar da Rua do Diário de Notícias - onde pontificavam a Mãe e a Tia, «iguais», mas não Gémeas... - se passava tardes, de mais convívio e, ou, «galhofa» do que de estudo, com excelente lanche, sempre - em parte da mesma, visto que nunca houve acesso a «outras zonas» - foi lá que se ouvia os discos «anti-fasc.o» e G. Colon. (Cília, J. M. Branco e outros...) trazidos «clandestinamente» de França pelo pai - administrador de Empresas [...]; trocava-se livros, pelos aniversários; em 70, ofereceu a D. o «Amor Louco» de Breton; no «futebol de rua» do P. M., seria um «dos menos dotados [...]
- professor do Técnico e outras [...]; no «Breve» de hoje, no «Público», D. viu os Nomes sem «os títulos» [...]; pensa que só o reviu uma vez, no C.C. das A., no início da Vida com a General [79?; 80?]; sempre falou muito e com muito entusiasmo de Castelo de Vide, onde então passava os longos Verões das férias liceais, e para onde agora «regressou», definitivamente [...]
- [«vai receber a «audiência prévia»] «Entre hoje e amanhã ou até ao final da semana...» = resposta final de há pouco, ao telefone (único Meio permitido...), da senhora da CGA, com o «mesmo desplante» de todas as anteriores («anti-respostas»), cerca de [...] após o início da «Caminhada»]
- [se não andam a «brincar» com D., parece...]
Excerto da Entrevista de Anthony Rudolf a «E» - Revista do Expresso - número dos 50 anos:
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| ENRIC VIVES-RUBIO/PÚBLICO |
- [noite muito «intersectada»...]; devido à transição 66-67?;
- [desligar], pelas 6 e 15:
- 1.º Qd.o de 1.º Bloco; além da porta principal aberta, uma outra, por onde R. avança, aí encontrando um Qd.o de S. Mch. (51) [situação real, no Palácio Velho, quando, uma vez, por 2005, D. foi colocado num fundo e estreito Qd.o, inadequado, porque «oficinal», que «dava para a Rotunda das Olaias»...];
- pegou-lhe no braço e veio «apresentá-la» aos Caloiros: «Mestre S. Mch, de D. de C., já está no Palácio há pelo menos [...] [16]»; olhares «enjoados» do Costume...
- é uma das leituras «intermitentes» deste «estado de Limbo»; retomada, no «Palácio», atingiu-se o final do 1.º Painel («Infância»); recorte daí:
[...] Acabei os exames e na escola fizeram uma festa de despedida aos finalistas. Estava toda a gente doida de alegria perante a ideia de abandonar a «prisão vermelha», [...] Quando me despedi dela, a Menina Matthiasen perguntou-me se já tinha arranjado trabalho. Respondi que sim, e comecei a falar, com um falso entusiasmo, acerca do curso de economia doméstica que iria frequentar um ano mais tarde, e que, até então, trabalharia como ama do filho de uma senhora abastada. Todas as outras vão trabalhar em escritórios ou oficinas e tive vergonha de não passar de uma assistente doméstica. A Menina Matthiasen, pensativa, cravou em mim os seus olhos inteligentes e meigos. Que pena não ires para o liceu, suspirou ela. [...]
Tove Ditlevsen, A trilogia de Copenhaga - Infância, Juventude, Relações Tóxicas (67-71), D. Quixote, 2022, pp. 99-100
- Artigo, do «The Guardian», sobre a Trilogia
- «lulista», GusT., jovem, loiro e magro, vindo bem do sul do Brasil, oficina, há cerca de 2, 3 meses, no Estaminé dos Manos D. + A., «pressionado», por estes, nas funções que dantes (quando os Manos começaram...), eram atribuídas aos «rapazolas» de 14, 15... ou aos Velhos de «canetas» já gastas...
- por isso, não é fácil «entrevistá-lo»; depois da turística Terra de Origem [Extraordinária, nos dois Nomes...], «Marginal enterrada sob gigantescas Torres de Betão...»] - «onde a vida é muito cara» - as profissões do pai («tesoureiro de uma Associação» de...) , e da mãe («arquitecta, designer, em actividade»); «berço fino» provocou R., sem efeito ou reacção...; enfatizou, sobretudo, que «veio começar do zero» e que «há mais oportunidades na Europa»)...; bem, se Portugal fosse só Europa...
- [nota posterior: terá voltado para o BRAS, por volta de Março de 24 - para o seu lugar, regressou Pat.a, agora mãe de Luna, com cerca de 4 meses...]
- 5 e 45: (penúltimo) desligar da Máq. APN:
- Qd.o do 1,º Bloco; 1.ª Sessão da ORTON.a: em palco, um outro Mestre, mais Velho e experiente, circulava, desejoso de «meter a colher»; R., após a INTROD., e prometer uma «2.ª metade prática», entra em «APG»; RIT. (a que vai para ROT.ão) vem ao Qd,o escrevê-lo, mas, tão lentamente, que «vendo o tempo a fugir», R. transfere a Sessão para o Exterior...;
- aí, face à Desconcentração geral e às intervenções do Mestre acima referido, o habitual «salto em frente»: vertiginoso «despachar» de conceitos, imagens e paradoxos [...]
- «Tríptico» (auto-retrato), de 2005; reproduzido do «Dossiê» do «ípsilon», de 8 de Junho:
5 horas: 2.º «desligar» da «Máq. APN» ( o 3.º seria às 6 e 30...)
- com a General no carro, à espera, D. atravessou a rua, dirigindo-se ao prédio da Esquina entre a António Pedro e a José Falcão; levava dois compridos rolos de papel colorido de Embrulho e, ao olhar para cima, avistou as vizinhas de sempre; a proliferação de botões de campainha, no átrio, levou-o de novo a tocar para o andar errado; desceu uma vizinha, resmungando contra o barulhento Infantário do último andar...;
-[entre 75 e...., vindo da SMT, D. recolhia o sobrinho P. do Infantário, esse , sim, algo «militarizado», num 4.º andar da Rua Nova da Trindade...]
- ... lá desceram três Infantes, na galhofa, trazendo J.; no carro, a seguir, discutiu-se o Tema «competências e profissionalismos», Com a General., como sempre, a impor as suas [...]»
- nas últimas «Estações», R. já nem recontou a história que T. contava, sobre o «casual» Encontro com uma «plaquette» de «Tabacaria» [...]; «recontada», pelo minuto ---- do DOC. «Se de tudo fica um pouco - no rasto de Antonio Tabucchi, na «RTP - P»
- «à traição», pela própria C. V.... ; foi na seg., nas URG. da Luz, «e o resto não se diz» [e, ou, já foi «apagado»];
- hoje, a partir das 16 e 20, haverá «Veredicto»? - «Falso Alarme!» = UFF!
- endereço lançado, Hoje, por «duas Gerações» de Herdeiros-Descendentes,
- foto daí reproduzida: «auto-retrato com o filho Miguel e a primeira mulher, Natália, em 1956»
- só um «motivo» para o resto da semana: «será desta» que a A. Reis se resolve»? - entre Esperança e Certeza, espera-se tudo, como nas anteriores operações... - [telefonema de T. P., pelas 17, confirma...; agora, que o Processo (cerca de 2, 3 meses), não «emperre», como da ultima vez, em Outubro com os T. N. - que apelidos...]
- 16 horas: «zoomalhada» com o Princeso e o vizinho holandês (J. M., pois M. B. «não se mostrou»...) - o «costume», só mesmo o Princeso....
- o artigo de hoje do «Público» - o centenário de uma escritora que “nasceu” há 90 anos - «reenviou» D. para os anos felizes do Mest.o, sobretudo para o «Ano Sabático», 04-05, em que «andou às voltas» com «E. de S.» (1961) e «V. V. (2003)**...; («e o resto não se diz...»);
RECORTES:
[...] Mas se Maria Ondina Soares Fernandes Braga nasceu em 1922 – na tal casa de tectos altos, e um desses tectos, já o veremos, pode ter ajudado a traçar-lhe o destino –, já a escritora Maria Ondina Braga fez-se nascer a si própria exactamente dez anos mais tarde, no dia 13 de Janeiro de 1932. “Como outros escolheram um pseudónimo ou esculpiram um rosto onde voltar”, explicou ainda Luís Soares Barbosa, [...] Esta espécie de ficção literária, manteve-a Maria Ondina Braga com uma persistência notável e um sucesso quase desconcertante. O que só foi possível, claro, com o compromisso dos seus familiares, que mantiveram esta versão muito para lá da sua morte, em 2003. [...]
NOTA, posterior (2024)
- durante o almoço, pela Páscoa de 2004, 5, o «primo», L. S. B. [filho do primo que a criou, após a morte do pai, pelos 10 anos de M. O. B....] manteve tal «versão ficcional» como «verdade empírica»....; convidado por aquele a visitar a «papelada», na altura, ainda em caixas, numa garagem de casa da família, em B., D. «declinou», e P. M. bem entendeu as suas razões (ainda crê em tal...); problemas já os tinha de sobra, para «não meter a pata na poça», quando tentava interpretar os eventos auto-ficcionados de Infância** («fugiu» dos da «juventude», claro...); o anterior, a tal «operação literária bem sucedida» ou original de DUPLICAÇÃO a 10 anos, Intervalo Fixo, daria outra TESE, claro [....«e o resto não se diz»]
- Leonor Xavier [...]:
- republicação da «Autobiografia» («sumária», página final do «JL») que escreveu para o «JL», n.º 1029, em Março de 2010, ora na «Visão» - RECORTES:
- artigo, de H. Vasconcelos, a 13 de Dez., no «Ípsilon»;
- pelas 13, reencontro com o VIZ. (do GALH.) que persiste em ser Mestre de HIST.; «profissionalizado» há muito, com 36 e Calvo, disse «estar este ano em Alcântara, no Dona Amélia, «só» com 8 Blocos e com esperanças de, daqui a um ano, entrar, finalmente, na Carreira» [...];
- quando é que ISTO «inverte»?
- pais, mães, filhos, filhas, netos, netas, irmãos, irmãs... em cada programa, «um PAR» - são muitos em arquivo, R. só deu pelo programa da TSF agora, no dedicado aos «Gémeos J. + J.»... [na foto, copiada da «página» da TSF] [entrevistas conduzidas por Teresa Dias Mendes]
- em finais de Novembro de 1967, D. acabara de completar 12 anos; lembra-se «razoavelmente» das cheias e das «movimentações estudantis», ora documentadas na «plataforma «110 anos,110objectos, «O Solidariedade Estudantil», do Técnico
- nova edição da «Taschen» sobre Frida: dossiê do «Ípsilon», com entrevista a historiador de Arte**, e autor da mesma, ilustrada com vários dos AR.s de Frida e fotografias
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Diego Rivera observa Frida Kahlo a pintar Auto-Retrato (na fronteira entre o México e os EUA) no Detroit Institute of Arts, 1932, fotografada por W. J. Stettler [Spencer Throckmorton] |
- ah, o prazer de ir à Estante e, «extraída» a Lombada, relembrar «o Quando, e o Como»... e o «Porquê» da Entrada do «Maleável Objecto» [...]
- em movimento ou direcção oposta, o «acumular»-, [caso Extremo AQUI] - para quê? - para essa questão, permanente em D., foi este «(RE)direccionado» pela Crónica de M. E. C., «O fio condutor» - particularmente «Lúcida» - RECORTE da mesma:
- [final de Outubro de 23] Quanto ao «desacumular»...., após cerca de um ano a «apagar» «toneladas» de materiais - sobretudo os da FAC e os dos 30 e «picos» anos de Qd.os... - a maioria vertidos sobre a «sôfrega» Mesa das Trocas da E. do Paraíso - num destes dias, R, referiu a alguém que fora «um processo sem dó nem piedade»; acrescentou que, «do que vai lendo, só fica com uma pequena parte» [tb. a »BiblioPenha» beneficia...] e que «tentará não deixar o que o(s), as, herdeiro(as) deitarão fora , provavelmente» [...]
Well...
- cerca das 13 e 45;
- estava à porta da sala de D.os de T.a, com Mestre H. C., cujo 1.º ano foi «Contentorial», 0910 [...]
- por trás da Máscara, uma Barba, um sorriso que parecia «não duvidar de que iria ser reconhecido à 1.ª»; não (o) foi,...; só com alguma dificuldade, e ao longo do resto da tarde, foram surgindo «imagens» desse então «complicado» (no mínimo...) Qd.o de 1.º Bloco em 0910 (com D. em «D.d. T.») e de CER, no 1.º da Nova E. do P.;
- agora, diz que está a começar como Mestre; «quem se atreveria» a colocar tal hipótese então, agora?
- ontem, M. N., entre patamares da Escada do fundo, deu a notícia a D: «a opção de parar com os tratamentos»; «o desejo de que só fosse comunicado a alguns [...]»;
- hoje, D. aproximou-se de L. M., que lhe confirmou «que fazia hoje um mês»; lhe falou da «zanga com a E. do Paraíso»...; que «a acompanhara nos derradeiros três meses ...»; e D. , «abalado», viu uma PSI «abalada»...
- «e o resto não se diz»
- nos dias seguintes, troca de «E-M.s» com F. M. permitiu aceder a mais ref. sobre a Fotografia e a Poesia que T. A. «deixou»...
No mais recente livro de M. de C., são apresentadas 96 curtas evocações autobiográficas (e de extensão semelhante), sem ordenação cronológica.
Recortes do texto n.º 39 («A minha escola primária»):
Nunca percebi porque é que a minha mãe não me deixou ir para a escola da Câmara. Quando passávamos pela Penha de França, via sempre aquele recanto esverdeado cheio de moçada alegre, jogos de eixo, bolas de trapo, algazarra e apetecia-me andar por lá.
Mas a minha mãe não apreciava. [...] De maneira que lá fui parar a uma escola particular, dita «externato», que era pontificada por três manas, todas professoras. [...] Carteiras duplas, quadro preto, secretária, meninos e meninas, e eu logo na segunda classe porque já trazia de casa o ler e o escrever. As meninas estavam ali clandestinamente. Era proibido. O ensino não era misto. Sempre que surgia uma hipótese de fiscalização, alguém estranho, um capitão da tropa que lá ia representar a Mocidade Portuguesa, elas eram arrumadas, pela porta do fundo, na divisão ao lado, por acaso o quarto de dormir duma das professoras. [...]
- Almada, a 7 de Abril de 07, completou 14 anos..:
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| José de Almada Negreiros [1907] p&b; 15 × 10,4 cm Com uma dedicatória ao avô, no verso: «Lembrança afetuosa de seu neto muito amigo 6-iv-7 José». ANSA-F-9 - DAQUI |
- no final do «Circuito», J. comentava que «os antigos sabiam fazer as coisas»; isto, porque as suas deduções foram ajudando as imagens da prima A. (a mais velha dos primos, com 73...), muito dificultadas pelo mato que tudo cobre;
- quanto a D., lembrava-se de 2 ou 3 esbatidas imagens, de alguma visita, em criança, com o Pai Velho, de uma grande subida, após a qual havia um Moinho (está lá a ruína dele...), um Areeiro e, após este, uma Horta; - mais acima, em terreno de «outro primo», a Ruína da Casa dos bisavós, referida por A. [...]
- podia estar pior, visto que o que se pretende, o acesso às «extremas», está facilitado pelos elementos para que remete a frase acima de J.;
- pois é, os anos foram passando [...] [«e o resto não se diz»]
- [última - de muitas viagens - antes do desligar, pelas 6 e 50]
- uma grande Sala com muitos comensais; vendo que uma MEN.a já ia para o café, quando todos os outros ainda iniciavam o repasto, aproximou-se e perguntou-lhe «se queria ler um livro»; face à positiva resposta, foi buscar um «molho» deles, que foi passando um a um, e olhando para a MEN.a, até encontrar o que lhe pareceu «adequado»...
- depois, aproximou-se uma ladina, risonha, comunicativa, com cerca de 4 anos, a quem disse que, «para ela, ia haver um livro especial»; sob a forma de Caixa, dele foi tirando envelopes com cartas; abriu o primeiro, de onde tirou a fina folha manuscrita, que abriu e entregou à Ladina, para que a segurasse cuidadosamente, com agradada resposta da mesma [...]
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Este tronco talhado em madeira holandesa, que serviu para acorrentar pessoas escravizadas no Brasil (c. 1600–1800) pertence à colecção do Rijksmuseum |
- quase de «saída», [talvez daqui a um ano....], D. há muito que verbaliza a vontade de «ter Tempo» para assistir à «inversão do Contexto» (...);
- tudo certo na Crónica de hoje de B. W., excepto referências aos «busílis»: o «desfalque» de cerca de 12 anos de «congelamento», mais as «repercussões futuras»... e o «provinciano desprezo TECNO pelo...»...; a «despudorada» ameaça de demissão do «Habilidoso C.», por «600 milhões em suaves prestações»...;
... que faltava conhecer: os dos portugueses que «passaram» pelos Campos Nazis...
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| Ficha de Cândido Ferreira do campo de Buchenwald AROLSEN ARCHIVES |
- no dossiê interactivo, também no «Público»
- «(re)localizado [para REVER] - na RTP Arquivo, o «Câmara Clara» de Outubro de 2009, com Molder e Morão
- antes ou depois do acordar das 5 e 30 [impossível «distinguir»]
«Flash» A:
- a pé a caminho da «Expo», «rente» ao Paredão de Santa Apolónia, D. viu passar um carro; que fez «marcha atrás»; de lá saiu A. AZev., «grande mestre de H.da C. e das A.s, que, abrindo a bagageira, a «deu a ver» repleta de Embalagens de «leite de arroz, de aveia e outros», da marca Continente; tirou 4 delas; quando D. lhe perguntou a «origem», «deu de ombros» e abalou; D. encostou-as ao muro, esperando que «não lhas levassem e regressou a S. Paulo, para ir buscar o carro...;
«Flash» B:
- aí, o jovem cunhado F. E. (?) mostrou-lhe vários bolos de chocolate, «húmidos», «às camadas», e elogiou a Arte doceira da Mana C. - muito mais jovem e de cabeça rapada - ; insistiu em cortar vários aos pedaços, colocando-os em 3 caixas de cartão, insistindo que «D. os levasse para os amigos»; e lá vai D., tentando equilibrar as caixas, de novo a pé, a caminho de Santa Apolónia...
- duas irmãs «da Literatura», cada uma por sua via, na(s) «Entrevista(s) Cruzada(s)», do «podcast» «Grandes Leitores» de hoje, 26 de Março, de Isabel Lucas - começa-se por Camilo... + «manias de leitura» + [...]; a partir do minuto 22.º..., Rosa [...]
-entrevista de Rosa ao «I-ON», a 31 de Maio
- enquanto a Biblioteca não é instalada, Manguel «adapta-se» a Lisboa, a nova Morada; na longa evocação publicada no «Expresso», vai das referências AUTOB da Infância à história de vida da Ama, alemã, a «sugestões Literárias» e ao ensaio sobre o Motivo do Confinamento
Recortes do Excerto Inicial:
«Expresso»,
19 – 02 – 2021
- enquanto «a peça não volta», as 4 actrizes evocam as suas histórias de Vida, em Entrevistas filmadas:
- Márcia Breia; - Catarina Avelar; - Maria Emília Correia;
- Lídia Franco; [que D. recorda, «ligeira», na pausa da tarde, a descer as escadas da C. da C.«algures» entre 78 e 80..[
Numa aldeia do Ribatejo, talvez em 1937, um homem estava a trabalhar na eira quando viu passar por cima de si um dirigível que ia para a América. Chamou os seus então seis filhos para que vissem aquele prodígio, “parece um porco a voar no céu”, disse. Esse homem era o meu avô, que morreu em 1943 com 45 anos apenas, e oito filhos, o último acabado de nascer quinze dias antes. Uma das crianças que dobrava o pescoço para ver o Zeppelin — “Zorplim”, dizia-se ali na aldeia — era a minha mãe, que faz hoje noventa anos.[Na aldeia onde ela nasceu não havia eletricidade, não passavam automóveis, e o primeiro sinal da modernidade — a radiotelefonia — chegou durante a sua infância. Andava-se descalço, morria-se de tuberculose, sabia-se quem eram os “órfãos da pneumónica”, falava-se da “guerra do Hitler”. Hoje, nova pandemia, a minha mãe vê os netos e bisnetos segurando nas mãos um objeto impensável à época da sua infância, a poucos metros do edifício onde fez os seus três anos de escolaridade na aldeia. [...]
Crónica - «A troca de atenções» - de hoje; continua na p. 7, «ao lado» do «Bartoon»;
- um dos Homens dessas Carripanas», em «Peça» de dia 22, no «Público»
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| Imagem reproduzida da «Casa» do Projecto de P. B. |
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| Do «Expresso, hoje, 02-02-2021 |
- «APN», pelas 7;
- Verão, Feijó; cheia de «Urgência» em partir para a ZMAB, com a Mudança «incompleta» [na realidade demorou cerca de ano e meio, 95-96...], a General dera a chave a um «Gabirú», para este «dar destino» aos trastes que restavam; furioso, D. argumentou, argumentou (por exemplo: «nem nós sabemos o que é que ainda aparecerá nessas Gavetas!»), até conseguir a «restituição» da Chave e a «dispensa» do Gabirú...
- [6 e 40, toca o DESP., desliga-se a «Máq. APN»]
Absolutamente necessário, para o Concerto dessa Noite, um Corte Especial. De manhã, muito cedo, passou a marcar, no novo Barbeiro da Trav. do C. de J. (a do P. M., por onde andou no dia 1...), mas só conseguiu vez para as 18 - com o aviso solene de ser pontual...
Quando chegou, os dois passeios estavam ocupados pela Multidão, até «lá acima», à Igreja; «furou» por entre os que «atravancavam» o espaço à frente da RECEP., e saudado pelo Mestre, ainda jovem, de óculos; ficou a observar como terminava as «franjas» do Cliente que «tinha em Mãos»...;
- entrevista de Eduardo Lourenço a Fátima Campos Ferreira, de 25 de Abril de 2016 - reposta, na «RTP - PLay»
- no mesmo Endereço, o Documentário «Regresso sem fim», de 2011