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terça-feira, junho 16, 2026

M. J. J.

 - reencontro, no Jardim do Bairro, com M. J. J. (33, 1.º Bloco de 2007), recém-operada e que o informou do seu próximo trabalho, na LIV.a do MD., na Baixa; D., desta vez, «abusou» de narrativas do (seu) EU; para «compensar», 4 sugestões de leitura (2 antigas, 2 recentes); 

quinta-feira, dezembro 05, 2024

L. C., neta de L. C.

 - pelas 15 e 40, a caminho de «operação especial pedestre» [marcada para as 16, com a dona M., colaboradora de A. Dom.os., 60...]...

- ao fundo da Alameda; estava sentada, «rente ao chão», no «rebordo» do respiradouro do Parque de Estacionamento...; imediatamente reconhecida, de TEX., de há cerca de 7 anos (em casa confirmada no «Bloco G», de 16 - 17); só agora se identificou como «neta de um poeta» [afinal L. C....]...; traçou um percurso de vários «cursos curtos ou rápidos», em áreas diversas, e de experiências profissionais também diversas...; do lado de R., falou-se de Ruben A. (tb. por causa do avô L. C. ...), e de Ana HTy...; well...

domingo, maio 12, 2024

B. D.

 - cerca das 10 e 45, junto a paragem da antiga Rua do Mundo (actual da Misericórdia), com «Misericórdia» retomada, na p. 100; 
- com o mesmo perfil, lá ia, a caminho de S. Roque, para tocar «ORG.; «Homónima», pelo 2.º NOME, agora com 28, «equilibrando» a FÍS (entre LIC e MEST) com a MÚS; entre outras coisas, relembrou R. de um livro de Lídia Jorge [2011: a noite das mulheres cantoras, certamente] que então o Mestre lhe terá oferecido [...]

terça-feira, novembro 16, 2021

A. C. R.: «diz que quer ser Mestre»

 - cerca das 13 e 45;

- estava à porta da sala de D.os de T.a, com Mestre H. C., cujo 1.º ano foi «Contentorial», 0910 [...]

- por trás da Máscara, uma Barba, um sorriso que parecia «não duvidar de que iria ser reconhecido à 1.ª»; não (o) foi,...; só com alguma dificuldade, e ao longo do resto da tarde, foram surgindo «imagens» desse então «complicado» (no mínimo...) Qd.o de 1.º Bloco em 0910 (com D. em «D.d. T.») e de CER, no 1.º da Nova E. do P.;

 - agora, diz que está a começar como Mestre; «quem se atreveria» a colocar tal hipótese então, agora?

segunda-feira, agosto 10, 2020

Apontamentos de Diário (C. C.)

- quando, em Jan. de 1718, com a outra «Italiana» (F.), alegou «vagas questões temporais» para voltar para Oeiras..., disse-lhes que logo «regressariam» à E. do Paraíso; assim foi e, de novo, num Qd.o de D....; 

- a C. C., «contrariava-se» os habituais «preconc.os de leituras» com Outras,  de «Além do PROG...»; 
- «reaparece», AQUI

 - e, mais recentemente, AQUI

sábado, maio 26, 2018

Pomar na «AA», por Seixas, 97

Recortes: Na altura eu devia ter uns 17 ou 18 anos e ele bastante menos. Era um garoto. O Pomar nunca foi bonito e como miúdo não era nada bonito. Ele não cultivava a beleza física e era reservado. Ele encostava-se junto à parede e ficava ali encolhido.Convém dizer que a António Arroio era a única escola em Portugal que consentia que houvesse raparigas e rapazes. Estávamos separados por um pátio, as raparigas passavam e nós lançávamos-lhes piropos. [...] Ele não dava conversa a ninguém. Mantinha-se aparte. [...]

J. F., 39, de regresso

- «Meu Deus, tantos cabelos brancos...» 
- foi assim que M. interrompeu o peq. almoço de J. F., na sexta, pelas 9 e [...], na DCL, perto de onde «tem o ateliê»
- não reconheceu D. «à primeira», mas, depois de reparar nos jornais de M. [...]; tentou não o incomodar muito...; durante a curta conversa, falou dos 9 anos em Londres e do Regresso...
- Motivo: «os Filhos, porque...»         [«e o resto não se diz...»]
- por coincidência, no «Ípsilon» de hoje... ENT. com este «ex-AA», de 3.º Bloco Gráf., em 9899...

terça-feira, maio 22, 2018

Pomar

- Madr., 81 - 83
- moraria perto, na altura; assíduo na V. da M., aparecia na Merc., de vez em quando, sobretudo para se regalar com o «Bacalhau à Minhota» do Ch. A., que vinha a rescender no tacho de barro...;
- despretensioso, à figura «áspera» correspondia conversa sobre as coisas banais, de que parecia curioso...; D. fingia não o conhecer, intimidado, claro
- dez obras selecionadas, com curtas descrições: AQUI
- «Ex-AA», relembre-se...

quarta-feira, abril 19, 2017

Ofereceu-me um livro...

Foi no domingo de P., pelas 9 e 30.
Já a avistara, «muito Forte» e com olhar algo «Pasmado», na esquina da J. F.; pouco depois, quando saía do MILL-MULT, «dá de caras» com essa jovem, de 32 anos (confirmou depois)
- «Não se recorda de mim? Fui sua... Até me ofereceu um livro, no fim...»
[deve ter ficado «preocupada» com a cara de «Espantalho» de J...]
Lá decorreu a conversa; «era» «a menina de OD....», disse agora que da «família do (famoso) S. do E. Ent.»...; 
- Arq., «mas pouco», e trabalha na Zona da Expo..., num..., em «qualquer coisa Cultural»...
[(re)apareceu a amiga, de Santiago,  e «acabou a conversa»...]

[no Tempo em que D. «oferecia livros...»]

sábado, outubro 01, 2016

«o Amor não escolhe idades»

- até sensivelmente 2008, 9, durante mais de 3 décadas «comuns», era a General Z que trazia as Narrativas para Casa - tantas, tantas eram as «Lds» ... - daí para cá, é J. que tenta fazer «render o seu (pouco) Peixe»

- como a que se segue, de terça ou quarta

- ia J. pelo Grande Corredor, quando Aleluia, Ar Feliz,  se lhe dirigiu:

A: - Olha para mim, não vês nada de diferente?
- [...] (via a esguia Figura do costume)
A:- (mostrando a pequena proeminência) - Estou G. de 5 meses!
- [...] «parabéns» (e etc.)
A: - Sabes quem é o pai?
- [...] (J. quer lá saber de tais coisas ou faz lá perguntas dessas...)
A: - Queres saber?
- [...]
A: - É Fulano. Casámos e tudo. Pronto.
- [...] (J. lá superou o espanto...) - («e  o resto não se diz...»)
A: - Vão ser cinco homens lá em casa, sabes... (e lá detalhou a contagem)
- «Força, Aleluia, não os deixes ...» ( « e o resto não se diz...»

Quanto à General, gostou da História - é das Verdadeiras, não tem ficção - (Será?)

terça-feira, fevereiro 09, 2016

Tratado da Mão

[«Mão Gorda»]

M. J. S. - Mestre Biblio - que a enviou - diz que «é do Verão de 1415 ...»


A Legenda fica para mais tarde construir...

sábado, setembro 08, 2012

CARTA DE MONTREAL (2.ª via)

[NOTA: o que se segue foi inserido no «JOC», em 31 de Outubro - é aqui reinserido, com mais um ou outro Corte;
neste momento, M. G. já regressou - o «Tempo engana-se ou não nas Casas onde mora?» - L. Represas]

[M. G. foi para Montreal.
Para G., a Menina é M. A. P., pelo Avô]

Alguns Recortes da sua última Missiva
- devidamente autorizados pela própria - e com acentos «recolocados»
- visão desassombrada - só possível com o Tempo e, ou, a Distância, tal como «prega Frei G.», que também serve para «problematizar» um termo da «Moda»: Globalização

SEGUNDA-FEIRA, 17 DE OUTUBRO DE 2011
escola
      O Canadá, ou melhor, o Quebec, não é aquele sítio onde tudo acontece bem, no tempo certo e em que todos os aspectos da sociedade coabitam em harmonia; aliás, foi preciso eu afastar-me de Portugal, melhor dizendo, de Lisboa e da querida A. A., para começar a perceber a sorte que eu sempre tive e fui tendo [...].
    Aqui, o ano [...] equivalente em idade ao meu 12.º chama-se «5ieme secondaire»; depois desse último ano, os estudantes vão para o Cgep - college - que é uma espécie de preparação antes da universidade, já na área escolhida, e que dura dois anos, e só depois entram para os verdadeiros cursos.
      As disciplinas do 5ieme secondaire são pobres em conteúdo e muito fáceis; artes plásticas não presta e é a opção que toda a gente escolhe para não ter química e física, ou seja, são horas para passar o tempo e fazer uns gatafunhos de imaginação (como se fosse algo muito sério e interessante, o professor fala da matéria como uma grande aprendizagem que ali estamos a ter....; enfim).
      Tenho muitas saudades de desenhar, ter aulas de desenho com tempo contado, com metas, até regras, mas regras que façam sentido - não como as que há aqui. [...] . Sinto que estou a «emburrecer»; ou melhor, que não estou a ser estimulada e que não me consigo auto-estimular tanto como quereria. "Tem calma, isso há-de vir", dizem-me todos os daí, [...]; mas eu gosto muito de aprender, [...]
        
[...] Aqui, os estudantes do ensino obrigatório são tratados como crianças, todas iguais, que não sabem decidir por si e que por isso têm é que seguir as regras e calar-se. Não há casacos sem ser do uniforme [...]; não se come fora da cantina; não se pode ir aos cacifos, se se chegar atrasado, ou ir buscar algo essencial durante as aulas; [...]
    Como é que é suposto que estes estudantes acabem o secundário sem opinião? Por que é que, para variar, não estou no «mesmo comprimento de onda» da maioria das pessoas que tenho à volta, o dia inteiro? [...]

     Que não se deixe de fazer crescer os alunos A. A.; saem de lá com alguma coisa que realmente interessa na cabeça. [...]
[alguns sublinhados acrescentados]